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Esperidião Amin e a gestão científica; Base do PSDB rejeita MDB; PR e PPS pescam juntos; Defensoria Pública em debate de Chapecó; Silvio Dreveck no Duas Perguntas

Por: Marcos Schettini
03/05/2018 21:37

Esperidião Amin é Dr.

Duas vezes governador, duas prefeito, senador, deputado federal, um currículo invejado por muitos e, por tantos, não alcançado. Tem raciocínio rápido, sabe quando agir e, se não dá certo, é pelas circunstâncias que o jogo democrático responde. O que todos sabem é que, por ser um nome com forte raiz histórica, sem passar por qualquer constrangimento político em sua vida pública, está novamente liderando as pesquisas. E usufrui disso com um elemento inteligente que pode, pelo conhecimento que tem, fazer valer no debate. Tranquilo nesta corrida, quer ser governador novamente por indicadores. E sabe o que está falando. Números que dão o norte, que sustentam a gestão para que ela produza eficiência na sociedade. Aprendeu isso executando dentro da própria história. Mas foi no banco escolar que ganhou certeza. Doutor em Administração Pública, diz que, se sentar na principal Cadeira de SC novamente, vai fazer uma administração científica. Matemática é isso. Vai ter que convencer Gelson Merisio.


Para uma eleição com menos dúvidas, o PSDB não teria que estar na coligação ao lado do PP e PSD?

Já estivemos juntos com o PSDB em 2014 e eles serão bem-vindos agora, desde que aceitem o nosso projeto de alterar o modelo de governar Santa Catarina. Temos a visão de um Estado menor e mais eficiente, com redução drástica de custeio e sem estruturas desnecessárias como as Regionais.

O melhor nome nas intenções de votos é Esperidião Amin. O PP não tinha que estar ao lado dele nesta construção?

O Esperidião Amin é o pré-candidato do PP. O PSD tem o deputado Gelson Merisio como pré-candidato. O nome de quem vai disputar será decidido no momento certo. O importante agora é nos unirmos em torno de um mesmo projeto, apresentando propostas de uma nova gestão para nosso Estado.


Teste

Eduardo Moreira é um quadro de vistas longas e sabe exatamente o que está fazendo. Por observar que, lá na frente, não tem condições de passar pelo corredor polonês eleitoral, sai de cena. A deixa de sua reeleição é o PSDB. Só.

Caldo

Sem medo de enfrentar qualquer que seja o candidato adversário, Esperidião Amin ou Gelson Merisio, o governador precisa de garantias de aliados. Trazendo tucanos, PR e PPS ao lado de PTB e outros, encara. Só, nem pensar.

Mapa

Embora o PSDB tenha Paulo Bauer, Marcos Vieira se inclina para Eduardo Moreira e, bem conversado, com Gelson Merisio. O partido é sua casa. Sabe onde estão todos os cômodos. Se faltar luz, sai tranquilo até a porta de saída sem esbarrar.

Domínio

O presidente do PSDB já tem conhecimento das intenções das bases de querer distância dos ulyssistas. Marcos Vieira carrega o partido como um rádio de pilha aos ouvidos. Troca quando acaba e ninguém percebe. Nem Paulo Bauer.

Desentendimento

Do mesmo modo que tem conversado com MDB, PSD e PP, o PPS de Carmen Zanotto e PR de Jorginho Mello, têm procurado o melhor abrigo de retorno em 2019. Querem a majoritária por circunstâncias óbvias. A natureza eleitoral é que não entende.

Peixada

Jorginho Mello e Carmen Zanotto sabem de seus valores partidários dentro do cenário. Jogam firme para garantir, amanhã, o que vivem hoje. Pescam em piscina. Se não quer aquela fisgada indesejada, puxa antes. No final, quem vai determinar é a fome.

Linha

Deputado Democrata falou no paralelo a Júlio Garcia os entendimentos que PSD tem construído. João Paulo Kleinübing está correto em buscar o espaço e desenhar o traçado eleitoral na mesma lógica. Se ficar esperando, vai continuar.

Cavalaria

O empresário Antonio Rebellatto, acionista em várias partes, levanta cedo e dorme tarde. Ontem, para ser anfitrião a Kleinübing acompanhando-o na visita a Chapecó, estava no interior de Xaxim, madrugada, adiantando tudo.

Retrato

Rodrigo Collaço, presidente do Tribunal de Justiça de SC, está sendo avaliado como um quadro de diálogo, um diplomata entre os poderes. É em sua pessoa que, com gestos de entendimento, há uma nova era de modificação positiva no Judiciário.

Então

SC e PR, nos estudos de 2015, eram os dois Estados brasileiros mais deficientes em números de defensores públicos. No Paraná 65 mil para cada defensor e, Santa Catarina, 31 mil. Há 22 vagas aberta no concurso e até agora nada.

Chamamento

A Defensoria Pública de SC conta com 98 defensores espalhados em 24 cidades polos do Estado e, as 22 vagas concursadas prontas para atendimento, aguardam a iniciativa do governador. A nomeação não sai e a sociedade perde total.

Debate

O encontro entre OAB de SC e Tribunal de Justiça na subseção de Chapecó para tratar de assuntos voltados à transparência e sensibilidade social, é um momento importante para observar a Defensoria Pública. O serviço é necessário e de direito.



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