A sessão desta terça-feira (07) na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) foi marcada por um tom de forte crítica institucional e debates sobre segurança pública.
O deputado Alex Brasil (PL) abriu as discussões alertando para a provável derrubada, pelo STF, da lei estadual que proíbe cotas raciais em universidades catarinenses, classificando a Suprema Corte como alinhada a interesses de esquerda.
No mesmo rastro de críticas ao Judiciário, Sargento Lima (PL) cobrou rigor dos senadores na sabatina de Jorge Messias para o Supremo, enquanto Antídio Lunelli (MDB) manifestou preocupação com a crise de confiança nas instituições, defendendo que ninguém, inclusive ministros, deve estar acima da lei.
A pauta da segurança e da justiça criminal também dominou os pronunciamentos. Ana Campagnolo (PL) criticou as "saidinhas" de feriado e a visão ideológica que, segundo ela, vitimiza criminosos, citando assassinatos recentes de mulheres no estado para defender penas mais severas.
Já Jessé Lopes (PL) abordou os furtos de fios elétricos em Criciúma, defendendo a internação compulsória de pessoas em situação de rua e criticando a leniência das leis atuais. Em uma linha voltada à educação, Ivan Naatz (PL) alertou para a carência de professores qualificados para o ensino religioso nas escolas catarinenses.
Por fim, o plenário reservou espaço para o registro de datas comemorativas. Ivan Naatz destacou o Dia Estadual do Tricologista, enquanto diversos parlamentares homenagearam os profissionais da comunicação pelo Dia do Jornalista.
Encerrando os discursos, Neodi Saretta (PT) celebrou o Dia Mundial da Saúde, aproveitando a oportunidade para reforçar a necessidade de fortalecimento do SUS e a urgência de reduzir as filas para cirurgias e procedimentos no estado.
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