A sessão da tarde desta quarta-feira (08) na Assembleia Legislativa de Santa Catarina reuniu debates sobre competitividade econômica, segurança e causas sociais.
O deputado Sargento Lima (PL) iniciou as discussões alertando para o modelo das empresas maquiladoras no Paraguai, que, com tributação reduzida e regras atrativas, têm atraído investimentos brasileiros.
Lima destacou que, apesar da solidez dos indicadores catarinenses, a reforma tributária em tramitação e os incentivos fiscais agressivos dos países vizinhos podem comprometer a competitividade do estado, exigindo um debate urgente entre os poderes e municípios.
Dando continuidade ao foco econômico, o deputado Antídio Lunelli (MDB) vinculou a economia à segurança pública, relatando o caso de uma fábrica no Ceará que precisou encerrar um turno devido à interferência de facções criminosas.
Para Lunelli, o Brasil atravessa um período de grave insegurança jurídica e centralização de recursos em Brasília, defendendo uma redistribuição de arrecadação mais equilibrada para fortalecer estados e municípios no combate ao crime e na atração de novos negócios.
No campo da proteção animal, o deputado Marcius Machado (PL) celebrou a eficácia da legislação que proíbe a farra do boi.
Ele apresentou dados que demonstram uma queda drástica na violência: de 180 registros em 2017 para nenhuma ocorrência no último ano, creditando o sucesso à fiscalização rigorosa e ao aumento da conscientização popular.
Por fim, o deputado Maurício Eskudlark (PL) homenageou os 50 anos da APAE de Canoinhas através de um vídeo produzido com inteligência artificial.
O parlamentar ressaltou o papel vital da entidade para centenas de famílias da região e anunciou o repasse de R$ 500 mil para fortalecer o atendimento especializado e a inclusão social oferecidos pela instituição.
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