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Napoleão Bernardes olha majoritária com MDB; Mauro Mariani cobra palavra de Pinho; Colombo e a resistência; Luciane Carminatti no Duas Perguntas

Por: Marcos Schettini
12/05/2018 12:06 - Atualizado em 12/05/2018 12:10

Eficiência e capacidade de resposta da Polícia Civil

Se a segurança pública é um tema forte para entrar no debate sucessório, o exemplo de investigação deve ser espelhado no grupo liderado pelo delegado Wagner Meirelles em Chapecó. Sua equipe, todas as células de trabalho que estão sob sua orientação, tem respondido em eficiência plena. Digno de registro, o Setor de Inteligência não somente elucida casos de assassinato em tempo recorde, prisão de todos os tipos de crimes, cercando traficantes e apreendendo drogas leves e pesadas. A Delegacia Regional tem apresentado um leque de serviços de proteção à cidadania, à juventude e crianças com fartura de competência que merece, pela Secretaria da Segurança Pública, todo o reconhecimento desta grandeza que pouco, muito pouco mesmo, se vê com tanta demonstração de compromisso com a sociedade. Os policiais, com as mesmas dificuldades de sempre, melhores salários e condições de trabalho digno, diante da falta de reconhecimento, fazem de suas profissões o exemplo que a população, inteira, aplaude.


A bancada do PT votou contra a MP 220 por afinar entendimento com o PSD?

A bancada do PT nunca esteve e não ficará refém de qualquer agremiação partidária. A nossa posição na votação e no debate da MP 220 foi clara, coesa e coerente com a histórica defesa da igualdade e da justiça social que tanto caracteriza o Partido dos Trabalhadores. Na Assembleia Legislativa, a nossa bancada sempre teve uma preocupação especial com o tema da renúncia fiscal e da dívida ativa do Estado. Afinal, a renúncia fiscal prevista para 2018 é R$ 5,8 bilhões, o que representa 38,4% de toda a receita tributária de SC. É urgente: precisamos discutir este modelo e quais setores realmente são beneficiados pelos programas catarinenses de incentivos fiscais. A postura do bancada do PT reafirma que este assunto precisa ser amplamente debatido – e que não pode ser determinado por meio de uma medida provisória. É preciso discutir nas nossas Comissões, em audiências públicas e, principalmente, junto à população. Afinal, você cidadão catarinense, não quer saber quais setores e empresários são beneficiados e a partir de quais critérios e condições?

Lula da Silva está preso há mais de um mês e não ocorreu nada que o líder dos Sem Terras havia prometido. Por que estão passivos?

Primeiramente, gostaria de entender o que esta pergunta assume como “promessa do líder dos Sem Terras”.Cada um deve responder por seus próprios posicionamentos e manifestações. Contudo, aproveito a oportunidade para reiterar que movimentos sociais e partidos são instâncias distintas e que a principal ação articulada de resistência à prisão do presidente Lula, ou seja, o acampamento Lula Livre, em Curitiba, é marcada pela pluralidade de movimentos, coletivos e partidos.


Mergulho

Napoleão Bernardes não saiu da Prefeitura de Blumenau para ser apenas um tucano passivo. Ele, jovem e com vitalidade suficiente para correr o Estado, está de olho na majoritária ao lado do MDB, onde vê justificada sua chegada a Brasília.

Capinando

O ex-prefeito de Blumenau segue a melhor rota que possa dar a ele a resposta de suas intenções. E tem demonstrado isso em suas investidas. Eduardo Moreira sabe do potencial do tucano e aguarda o abraço de confirmação da coligação.

Real

Levando a marca de amizade que construiu ao longo de sua trajetória política com LHS, Mauro Mariani está querendo disputar o governo e aguarda que Eduardo Moreira sinalize nesta direção. Dando moral à palavra final que sustente isso.

Também

Eduardo Moreira sabe que, atraindo os tucanos, precisa oferecer duas vagas, Senado e vice. Se este raciocínio está firme nas intenções do governador, Mauro Mariani está fora da majoritária. Pior, não tem como disputar novamente a federal.

Estrada

Carlos Chiodini está construindo sua ida a Brasília na vaga de Mauro Marini que não disputa a proporcional. Se Eduardo Moreira atrair PR, PPS e os tucanos, o espaço reservado aos ulyssistas é a cabeça de chapa. Os tucanos só olham Pinho liderando.

Fora

O governador sabe que os tucanos olham para o MDB apenas na presença de sua pessoa liderando a disputa. O deputado Mariani não está nesta equação do PSDB que olha a máquina nas mãos de Eduardo Moreira como poder de chegada.

Arquitetura

Napoleão Bernardes sabe que seu projeto de ir ao Senado, na chapa liderada por Paulo Bauer, é furada. Não sustenta nem em um raciocínio. Ele precisa do MDB para ir ao Senado. Com o PSD menos ainda. Embora todo o desgaste de Raimundo Colombo.

Investida

Jorge Bornhausen vai precisar tomar a frente pró Colombo quando sua dor espiritual for vencida. O antecessor de Pinho Moreira está firme na busca ao Senado, mas a estrada a ser passada é cheia armadilhas que ele mesmo armou.

Armadilhas

O Fundam, hoje lado a lado com o Titanic, é uma fase que deverá vencer. Naufragado, é uma espécie de corredor polonês feito por 295 prefeitos que esperam ele passar, se conseguir, para chegar ao outro lado. Outra é antecipar o governo ao MDB.

Raciocínio

A costura política para elevar Colombo à condição de senador passa mesmo dentro do PSD e, se o ex-governador quer mesmo chegar, precisa atrair JKB para o projeto do partido onde, por DNA, consta a presença de Paulinho.

Vagas

As duas cadeiras ao Senado serão divididas entres as forças do MDB e outra nas amarras do PP com PSD. E neste caso, os ulyssistas precisam fazer um gesto ao PSDB para garantir respeito no 2º turno. Se der errado, descarregam em Merisio.



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