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Transparência Criciúma

Editorial | O agronegócio é a cara de Chapecó

Por: LÊ NOTÍCIAS
16/05/2018 15:02

O momento é de completa tensão no mercado e, embora as reconhecidas formas de desvio dos problemas que o setor tem vivido, justamente por homens como Mário Lanznaster quer tem segurado com mão competente o complexo, sabe-se que é preciso unidade de interesses neste momento.

Por exemplo, a Operação Carne Fraca, que colocou em dúvida a integridade da produção, uma ação da PF que, embora tenha sido de provas leves do ponto de vista do barulho feito, fez um tremendo estrago.

Pior que a unidade que foi demonstrada depois com a reação dos setores empresariais, isto é, com todos subindo em um caminhão em frente à Igreja Matriz, o agronegócio não compareceu. Entendeu que distante daria a melhor resposta. Qual resposta é melhor que todos unidos em um mesmo ambiente, integrados, líderes empresariais e políticos para dar demonstração de força?

Não se entende porque os motivos de trabalhar separado se, juntos, a reposta é muito mais convincente. O setor age de modo isolado. Isso é demonstrado em várias iniciativas que coloca em dúvida se, de fato, a indústria daquele seguimento está mesmo na intenção de trabalhar pelo mesmo objetivo. Não se trabalha isolado em nada nesta vida, muito menos pela agressão que foi aquela operação que quase, por pouco, não destruiu anos de trabalho em minutos.

É preciso dar resposta em conjunto, com todos falando a mesma intenção, dizendo o que quer, porque quer e como quer. Ignorar a força de uma unidade é dar razão às autoridades de reconhecer a fragilidade do coletivo em várias iniciativas. A Ferrovia do Frango, tão propalado, discutido e defendido, não tem eco comum em todos. Falam de modo separado. Vão ser campeões onde desta forma?

É preciso entender o momento de dificuldade, mas muito mais necessário, é unir esforços de trabalho em conjunto. Se o agronegócio trabalha distante e de forma diferente, quem é o mais prejudicado é o Estado de Santa Catarina. Quando se diz gritando todos ao mesmo tempo, a resposta sempre ocorre de modo mais rápido e com luz de eficiência.

A situação do agronegócio, neste momento, é a pior possível porque, isolados e agindo de modo distante e desrespeitoso com quem pode demonstrar mais força e trabalho, querem resultados positivos de forma isolada. Isolamento é o pior estágio da tolice.


Escrito pelo editor-chefe Marcos Schettini.


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