O Porto de Imbituba consolidou sua posição como um pilar estratégico da economia catarinense e brasileira ao registrar resultados históricos no primeiro quadrimestre de 2026.
Entre janeiro e abril, o complexo movimentou mais de 2,65 milhões de toneladas, um crescimento de 12,7% em relação ao ano anterior, impulsionado por um mês de abril recorde que sozinho somou 681 mil toneladas.
Esse desempenho operacional é reflexo de um planejamento eficiente e investimentos em infraestrutura que, segundo o secretário de Portos, Aeroportos e Ferrovias, Ivan Amaral, ampliam a competitividade logística do estado e atraem novas rotas de negócios.
O balanço do período revela um avanço equilibrado em diversas frentes: as exportações cresceram 13,5%, totalizando 1,06 milhão de toneladas com destaque para o farelo de milho e o coque, enquanto as importações subiram 13,9%, somando 1,23 milhão de toneladas lideradas pela hulha betuminosa e sal.
Além disso, o número de atracações aumentou 11,3%, com 118 navios atendidos, e a cabotagem reafirmou sua importância na integração costeira nacional.
Para o diretor-presidente Christiano Lopes, esses números validam o compromisso com a modernização e sustentabilidade, com foco em projetos estruturantes como a dragagem e a digitalização de processos para atender às demandas crescentes do mercado.
Em termos de perfil de carga, os granéis sólidos continuam dominando as operações com 74% do volume total, mas o segmento de contêineres demonstra uma expansão acelerada, já respondendo por quase 20% da movimentação e atraindo mercadorias de maior valor agregado.
Além do sucesso operacional, o impacto socioeconômico é visível na geração de empregos e no fortalecimento do comércio regional, integrando o desenvolvimento portuário ao crescimento urbano sustentável.
Dados do MDIC confirmam essa relevância global, apontando que as operações de comércio exterior pelo porto movimentaram mais de US$ 648 milhões no quadrimestre, peça fundamental para a balança comercial de Santa Catarina.
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