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Flávio Rocha pisa em SC; Eleição ao Senado preocupa Colombo; Nico Tozzo ganha Unochapecó; Lírio Dagort no Duas Perguntas

Por: Marcos Schettini
22/05/2018 09:44 - Atualizado em 22/05/2018 10:00

Nico Tozzo venceu todas as rotas de desafios

O empresário, filho de Nilo Tozzo, foi o palestrante de ontem à noite quando, a pedido da Unochapecó, quando falou aos alunos da instituição os exemplos de enfrentamento que teve, ao longo de sua vida, para sustentar o nome que carrega e, mais do que isso, sua sensibilidade empresarial herdada do pai que, oferecendo a ele conhecimentos de ética, transparência e valores de coragem, elevou a distribuidora Nilo Tozzo, em Cordilheira Alta, como exemplo de sucesso no setor. Entre muitas lembranças, a de persistência foi a maior bandeira que alimentou sua capacidade de entender o momento exato para investimentos e garantir centenas de famílias que estão diretamente ligadas ao sucesso do negócio. Vencedor em várias direções, Nico tem solo firme em respeito e admiração por sua porção de humildade e caráter. Foi aplaudido várias vezes na explanação e emocionou-se. Tem motivos para viver esta glória ao lado da esposa, filhos, colaboradores e amigos.


 De Florianópolis (SC).

Qual é a lógica da Marcha dos Prefeitos irem a Brasília e voltarem sem solução?

O que temos que mostrar para as autoridades é o completo abandono que os municípios vivem. Para ser entendido que nossos gritos de dificuldades são pelas mudanças que precisam ser feitas, para que saibam que as coisas acontecem no município. O Brasil começa nos municípios e é neles que conhecemos o problema. Um Pacto Federativo para que possamos ter justiça na contemplação dos recursos.

Mas não tem surtido efeito e o Governo Federal continua insensível. Por quê?

O Brasil foi entregue aos piores gestores. O mesmo time continua mandando e isso é prejudicial. Os prefeitos estão agonizando porque querem dar as melhores respostas ao seu povo, mas não conseguem. Por que isso acontece? O governo em Brasília concentra os impostos e repassa de modo injusto. Temos que arcar com tudo e eles não têm compromisso, estão distantes da realidade que o país vive. Nós vamos lá para mostrar isso. Temos que mudar tudo. Mas as mudanças reais quem vai fazer somos nós, prefeitos, vereadores, empresários, lideranças comunitárias, que sabemos bem o que deve ser feito e como fazer. Por isso que lutamos incansavelmente. E desta vez vamos fazer um bom barulho. A nação não aguenta mais só pagar e não ter nada. Estão brincando com nossa paciência.


Presidenciável

Flávio Rocha, ex-presidente da Riachuelo, desce em SC para uma série de entendimentos com empresários e um encontro com Eduardo Pinho Moreira. Filiado ao PRB, ao ser defensor ferrenho do impeachment de Dilma, ganhou respeito no meio.

Ele

Ericsson Luef, empresário da Hemmer Alimentos, acompanha Flávio Rocha em várias iniciativas no Estado e, em particular, com o governador. Pré-candidato a deputado federal, casa com o empresário da Riachuelo seus interesses de urna.

Congestionado

Depois de passar por vários municípios da região Sul, Napoleão Bernardes entendeu-se na trajetória. Está concentrado em seu projeto majoritário e seus desafios. Se Raimundo Colombo e Esperidião Amin saírem a Senado, vai ter que correr.

Cola

Caso Esperidião Amin assuma sua condição de candidato ao Senado, abraçando a causa de Gelson Merisio, será dele a responsabilidade de levar Colombo a Brasília, colado em um objetivo comum. Seria um LHS do PP para Raimundo.

Lembrança

Foi o ex-governador do MDB que, em um discurso corajoso, pediu para o eleitor que, se não votasse em Paulo Bauer ao Senado, também não precisava votar nele. Dada a condição de Colombo, Esperidião seria um salvador.

Leitura

Raimundo sabe de sua condição junto ao PSD. Não somente antecipou a entrega do governo ao MDB, mas se queimou com os prefeitos no Fundam. Com Amin ao seu lado na busca pelo Senado, Colombo passaria a ser o 2º voto.

Criatividade

O ex-governador terá dupla missão para ficar oito anos em Brasília. Fazer uma campanha de desfazer o erro do Fundam II e convencer o PSD a abraçar sua causa. Napoleão Bernardes também conta com estes desafetos para chegar.

Visão

O tucano deixou Blumenau para buscar o espaço no Senado e, jovem e determinado, não entrou no escuro. Vai fazendo suas costuras no vácuo do cansaço. Colombo sabe que Amin é mais Schumacher e ele Barrichello. Napoleão também.

Ajustamento

Quebrar a rejeição de Raimundo Colombo é um grande desafio para o PSD. O ex-governador é um bom quadro do partido, tem seriedade, foi o pedreiro da construção da sigla, mas seu estilo sofreu avaria no 2º mandato. Vai ter mostrar mais.

Olho

Se Valdir Colatto buscar o Senado como é de seu desejo, quatro bons nomes estarão na principal corrida pelas duas cadeiras. Além de Amin e Colombo, o tucano de Blumenau. MDB e a coligação de GM são a regra. Napoleão, neste caso, é zebra.

Alcance

Com Eduardo Moreira e o PSDB, juntos, seria mais fácil para o ex-prefeito de Blumenau ganhar velocidade. Seu foco seria o ex-governador Colombo com quem bateria de igual para igual. Para Raimundo, o ideal são os tucanos disputar o Estado.

Inédito

Ao Napoleão Bernardes chegar em Brasília com chapa do PSDB, leia-se que poderia apoiar Gelson Merisio no 2º turno pelos votos do PP e renegados do PSD. Ocorrendo, restaria a Colombo, e seu grupo, apoiar o MDB. Bala trocada não dói.



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