Uma onda de crimes violentos marcou o início desta semana em Santa Catarina, mobilizando diferentes batalhões da Polícia Militar (PM) em um intervalo de pouco mais de doze horas.
Entre a manhã e a noite desta segunda-feira (1º), três assassinatos com características distintas foram registrados nos municípios de Palhoça, Tijucas e Imbituba, deixando as autoridades em alerta.
O primeiro caso ocorreu no início da manhã, por volta das 7h45, no bairro Aririú da Formiga, em Palhoça. De acordo com informações do 16º Batalhão de Polícia Militar (BPM), um homem foi alvejado por disparos de arma de fogo e morreu ainda no local.
Relatos preliminares apontam que a vítima estava saindo de casa para trabalhar quando foi surpreendida por dois criminosos.
Os suspeitos se aproximaram alegando falsamente serem policiais, efetuaram os tiros e fugiram logo em seguida. Até o momento, nenhum dos envolvidos foi localizado.
Apenas dez minutos após a ocorrência em Palhoça, às 7h55, o 31º BPM foi acionado para atender a outro homicídio, desta vez na Rodovia Walter Vicente Gomes (SC-410), no bairro Nova Descoberta, em Tijucas.
Trabalhadores que passavam por uma área de mata encontraram o corpo de uma mulher, não identificada, já sem vida.
Segundo os policiais, o cadáver apresentava sinais claros de violência, incluindo ferimentos na orelha e marcas de sangue na região do abdômen. Havia também indícios visíveis de que o corpo teria sido arrastado até o local do achado.
Já no período da noite, por volta das 20h05, a violência atingiu o Litoral Sul do estado, no bairro Morro do Mirim, em Imbituba.
Conforme o relatório do 34º BPM, um homem foi encontrado por familiares em uma área de mata, apresentando graves ferimentos na região do pescoço.
Devido ao estado da vítima, as autoridades não conseguiram identificar de imediato qual instrumento ou meio foi utilizado para causar as lesões.
No entanto, imagens de câmeras de monitoramento da região já foram recolhidas e registraram o momento em que o homem entrou em uma residência próxima, local de onde não foi mais visto saindo com vida.
As polícias Civil e Científica foram acionadas para periciar os locais e dar início às investigações de cada caso, buscando a autoria e a motivação por trás desta sequência de crimes.
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