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Busque por Palavra Chave

Marcos Vieira olha-se na majoritária; JKB quer Alckmin forte em SC; Eduardo Moreira ganha respeito; Oneide de Paula no Duas Perguntas

Por: Marcos Schettini
30/05/2018 10:29 - Atualizado em 30/05/2018 10:31

O pulso de Eduardo Pinho Moreira

Mandando o recado certo, o governador manteve firme a luz estadual. Não deixou que o Estado perdesse sua força diante de um movimento que entende ser de direito, mas que chegou em seu limite. A coragem de colocar os serviços para serem mantidos, não se intimidando, deu crédito aos seus interesses de reeleição. Falou o que era necessário, na medida certa, sem agredir, mas pedindo o respeito e a limitação. A experiência de seus 100 dias de governabilidade, apontou que está preparado para ir às urnas e ganhou a simpatia nesta direção. O momento de crise, quase institucional, mostrou um líder sereno, observador e empenhado. Se o País está entregue a ninguém, com um presidente aos farelos, os catarinenses viram um Chefe de Governo que ofereceu a garantia da continuidade. Isso vai pesar muito de agora em diante.


Qual a sua avaliação diante do movimento dos caminhoneiros?

Ficou claro que o País virou as costas para quem garante toda a movimentação. A greve foi legítima e necessária. O governo não senta para conversar, faz tudo no oba-oba, desrespeita tudo e todos. Foi um sinal de que a sociedade quer ser escutada como um todo. Foi uma ação também política e o Estado precisa repensar seu papel, e porque não dá atenção merecida ao cidadão. O agronegócio foi completamente prejudicado, SC teve que segurar firme para seguir com segurança e a saúde diante um quadro de incertezas. O diálogo é necessário e o Governo Federal, que não dá valor a isso, pensa que o Brasil é dele e não do cidadão de bem. Nós somos de maioria absoluta de boas intenções e as autoridades ignoram o clamor de uma vida digna. Agora é hora de voltamos à construção e seguir em frente com honra e determinação.

Por que quer disputar para deputado estadual?

Nós somos um coletivo sindical forte, respeitado e com compromissos voltados ao cidadão de bem. Sou sindicalista, presido uma federação e temos grandes responsabilidades em favor do Estado. O coletivo formado por centenas de sindicatos e Centrais Sindicais, entendeu que nosso nome está preparado para este desafio. Não é uma um desafio isolado, mas de um grupo que quer representatividade, para sentar à mesa das grandes negociações, construir leis favoráveis ao trabalhador, defendendo sua dignidade, sua família e sua existência. Temos consciência da nossa busca porque não estamos sós. Vamos conquistar este espaço por um clamor das bases, lugar de onde somos, com simplicidade e com verdades. Onde olhamos no rosto das pessoas com o mesmo respeito recebido. As razões são muitas. Vamos para trabalhar e deixar a transparência ocupar o lugar da dúvida.


Reconhecimento

O PSDB de SC sempre foi um partido miúdo e coadjuvante nos processos eleitorais. Ganhou altura devido ao trabalho, exclusivo, do atual presidente Marcos Vieira. O deputado tem controle total do partido. Isso, por si, dá a ele todos os direitos.

Direitos

Marcos Vieira tem espaço garantido, em qualquer posição majoritária, pelo resultado conquistado em SC. Foram suas digitais, de coragem política e vontade eleitoral, que colocou o PSDB em todos os municípios do Estado. Se não está na chapa, trabalhou para que?

Proteção

Paulo Bauer é um grande líder, tem um trabalho respeitável, disputou a última eleição e quase chegou. Mas as circunstâncias mudaram nos últimos quatro anos. Carregando o rótulo da Hypermarcas, perfura as mãos do PSDB como um todo.

Ele

Jorge Bornhausen é o único quadro capaz de devolver Bauer à majoritária. Só, o senador não teria esta força. A palavra forte que JKB carrega, fruto de sua vida pública honrada, é o pote de ouro de Paulo e o passaporte para mais um mandato.

Certíssimo

O PSD, liderado pelo deputado Gelson Merisio, gostaria muito de contar com os tucanos na chapa. Mas qual seria a lógica de um partido que tem construído um cenário promissor com vários partidos, abrir mão para outro nome fora das linhas deste raciocínio?

Nome

Geraldo Alckmin é o quadro presidenciável com o perfil estadista que o Brasil quer alcançar, longe da loucura extremista e da experiência trabalhista até então vivida no país. Se o tucano quer subir nos números em SC, agora o gesto é do ninho.

Absoluto

Esperidião Amin é o único quadro de eleição barata nestas eleições. O nome do ex-governador transita forte em todas as regiões e, liderando uma coligação, com os partidos agregados em Merisio, é eleição com os pés nas costas.

Raciocínio

O partido de Silvio Dreveck é consciente da força de seu maior líder, entretanto trabalha no nome pessedista. O argumento é de gratidão ao tirar a sigla do isolamento. Isso é suficiente para transgredir a lógica matemática do menor ser maior que o grande?

Rota

JKB, escutadíssimo em suas orientações, busca um entendimento para dar cobertura a Bauer e Colombo em uma chapa que todos, inclusive Gelson Merisio, seja contemplado. O que se quer é alojar os melhores em nome de Geraldo Alckmin.

Brasil

Os melhores nomes em uma chapa que tenha Amin, Colombo, Bauer e Merisio. Não necessariamente nesta ordem, contemplaria todos em uma coligação em favor de Geraldo Alckmin reagindo no banho tomado por Bolsonaro em SC.

Amizade

O casamento de Pinho Moreira, com presença de Alckmin e o PSDB, é um recado. São amigos de Constituinte e, dentro do ninho, o desejo é de se dirigir nesta direção. Que o diga o presidente Marcos Vieira com quem o Chefe do Executivo fala permanentemente.

Entendimento

A chapa Alckmin e Meirelles agrada o mercado. Este olho é bem mais forte que uma coligação pessoal em SC. O presidente Marcos Vieira quer dar ao partido a chance da disputa, mas, bem negociado, sai da frente. Aí entra Pinho Moreira.




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