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Candidatura de GM mexe com SC; MDB mexe-se para PSDB; Novatos ganham força nas urnas; João Batista Nunes no Duas Perguntas

Por: Marcos Schettini
05/06/2018 09:59

Momento de rejeição é a aposta dos novatos para a Alesc

Diante de um Brasil mergulhado no vício de inúmeros mandatos que as redes sociais têm condenado, lembra-se do deputado estadual Manoel Motta, que foi hostilizado pelos motoristas em um evento no Sul do Estado, mostra que os tempos são outros. A sociedade não aceita mais o ofício eleitoral como emprego público. Quadros novos como Ulysses Gabriel da Adepol e PSD, Fernando Krelling presidente da Câmara de Joinville e MDB, Ralf Zimmer Júnior ex-Defensor Público-Geral, são apenas um exemplo de ocupação de espaço. Cada um mostrando-se no futuro com debates atuais e necessários. São exemplos como estes que, embora tendo outros não menos valorosos, serão a coqueluche eleitoral. Os antigos que se reciclem para se der, ao menos, enganar o eleitor mais uma vez.


O PSDB não teria que ter um gesto e retirar a disputa ao governo, em favor de um projeto maior com Geraldo Alckmin em SC?

Não vejo dessa forma. O PSDB trabalhou muito nos últimos anos para estar nessa condição de disputar de forma efetiva o Governo do Estado em 2018. O Partido está presente nos 295 municípios de Santa Catarina, com mais de 110 mil filiados, dos quais mais de 15 mil lideranças partidárias. Tem 39 prefeitos, 33 vice-prefeitos, a maior parte em cidades importantes do Estado, o que faz o PSDB governar hoje para mais de 1,3 milhão de catarinenses. Tudo isso foi conquistado sob a liderança do nosso presidente, o Deputado Marcos Vieira, somada ao trabalho de muita gente. E não pode agora ser simplesmente deixado de lado. É a vez do PSDB. Já praticamos o gesto de viabilizar candidaturas de aliados. Em 2002, o PSDB foi quem de fato acreditou e viabilizou a candidatura de Luiz Henrique da Silveira, gesto repetido em 2006, novamente com o PMDB em 2010, com o atual PSD para eleger Raimundo Colombo. E ainda lembro que isso só não se repetiu em 2014, porque o então governador Colombo, resolveu apoiar o PT de Dilma Rousseff na eleição nacional. Portanto, o PSDB tem uma longa lista de gestos praticados, está mais do que na hora de PMDB e PSD reconhecerem isso. Além disso, o nosso pré-candidato à Presidência, Geraldo Alckmin, já deixou claro em mais de uma oportunidade que o partido não vai interferir no projeto de Santa Catarina, que é sólido e tem nomes e objetivos claros. Pessoalmente, defendo a candidatura do senador Paulo Bauer que já está na rua trabalhando e é o pré-candidato nosso. Defendo ainda que o deputado Marcos Vieira tenha uma vaga na eleição majoritária. É a minha posição.

Qual a leitura que o Sr. tem sobre a paralização dos ônibus da Capital em meio à crise dos caminhoneiros?

É preciso separar as coisas e analisar o contexto para não cometer injustiças. Acho que esta, especificamente, foi uma paralisação infeliz, levando em consideração que a população já estava bastante prejudicada pela greve dos caminhoneiros, e o posterior desabastecimento geral, sem transporte alternativo para se locomover. Os profissionais de emergência, por exemplo, na área da saúde e segurança, não puderam chegar aos seus locais de trabalho. Isso é inadmissível. Mas também é verdade que esta época é a data-base da categoria aqui na Capital e tradicionalmente as paralisações são usadas pelo sindicato como forma de pressionar por ganhos maiores. É um direito legítimo, mas repito, a população não pode ser prejudicada. E esta greve em especial ganhou contornos de oportunismo justamente, porque a população da Grande Florianópolis, já estava bastante fragilizada em função de tudo que estava ocorrendo no país.


Venha

Prefeitos do MDB que observam a grande oportunidade para unir esforços pró Geraldo Alckmin, começam a pedir para as lideranças do partido para abraçarem o presidenciável desde já. Querem o PSDB junto, contra Gelson Merisio.

Sensibilidade

Os prefeitos raciocinam em direção a Jorge Bornhausen, para que o ex-presidente do PFL incline-se aos Ulyssistas, no entendimento em favor do candidato paulista. Olham que, em tese, as siglas já estariam fechadas com Henrique Meirelles de vice.

Agora

Implorando para misturar sangue, as lideranças da base ulyssista já tem grande entendimento com os tucanos nos municípios. Faltaria, para fechar a coligação, apenas a benção superior de Eduardo Moreira e Mauro Mariani.

Drible

À medida que o grupo liderado por Gelson Merisio esfria em entendimento com o PSDB, inclusive empurrando-os para uma disputa suicida, busca também dificultar uma costura com o MDB para facilitar outubro. O presidente do PSD é craque.

Insensíveis

Quando Gelson Merisio está prestes a consolidar o projeto de lançamento da coligação, envia um recado desafiador a tucanos e MDB com mensagem a JKB. Este, inclusive, buscando diálogo. Indiferentes, sábado vão martelar a negação.

Cadê

Se o PSDB quer fortalecer o palanque a Alckmin lançando nome ao governo, faz o jogo do PSD. Marcos Vieira empurra Paulo Bauer ao matadouro sem ir junto. Com Merisio expurgando o ninho e o Ulyssistas digerindo, estão esperando o que?

Blefe

A história de que os tucanos devem disputar a eleição, é imaginação fértil de um raciocínio quebrado. Não há as mínimas condições de estarem na cabeça de chapa. São necessários para coadjuvante, e não liderando. Nem Alckmin quer isso.

Miragem

Querer disputar a eleição com vários partidos, PP, PSD e PSB, além de outros segundos de televisão, é sonho não somente do PSDB, mas de todos. A realidade é mais dura com os tucanos. Não dá para ficar com tudo. Ou um ou outro.

Um

Cada escolha, uma renúncia. Querendo assobiar e chupar cana, é uma mágica que os tucanos terão que explicar muito para convencer o inaceitável. Ou é Geraldo Alckmin com seus melhores exércitos ou, cegos, manter a guarda e despencar mais nos números.

Então

A indicação do gerente regional na Celesc em Chapecó passou por fortalecer o projeto de Júlio Garcia rumo à Alesc. Ambos do MDB, Aldecir De Santi assumiu atropelando Clóbis Cassaro ligado a Herneus De Nadal. O novo trabalha para o PSD.

Ele

Valdir Cobalchini e Cleiton Fossá, Valdir Colatto e Celso Maldaner perderam a queda de braço para um quadro do PSD na indicação de De Santi. Valmor Scolari, com sobrenome do Felipão, deu 7x1 no MDB que comemorou a vitória.




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