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Consolida-se unidade entre Progressistas e PSD; Estrutura de Merisio é sombra em Amin; PSDB fala o mais do mesmo; MDB e o isolamento; Neodi Saretta no Duas Perguntas

Por: Marcos Schettini
24/06/2018 22:50 - Atualizado em 25/06/2018 07:34

Acorda Esperidião, a corda!

O momento eleitoral sempre foi turbulento em qualquer tempo. Não existe eleição fácil e, todos os pretendentes que estão no páreo, conhecem a equação do tropeço. Difícil é a exata. Amin sempre foi vítima do primeiro. E contou, em todas que perdeu, com as digitais de Júlio Garcia que, tricotando com LHS, empurrou possíveis vitórias para a amargura. São 16 anos de isolamento que foi quebrado com a chegada do desafeto do ex-conselheiro que, sem opção, abraça o porco espinho na tentativa de fazer valer a frase de que o PSD não vai ter candidato. Se for olhar nesta ótica, o marido de Ângela Amin teria tudo para fugir deste embaraço porque, ao estar abraçado com seu algoz no cadafalso, aquele utiliza-se de sua luz eleitoral inquestionável, vai empurrando-o para um destino que o pescoço do progressista conhece bem. Se ele não conta para ninguém, até a competente equipe do Serviço Secreto do Cacau tem dificuldades para revelar.


O trabalho que o Sr. tem feito atendeu quais benefícios aos catarinenses neste mandato?

Neste mandado, procurei estar atento e acompanhar todas as demandas de interesse da sociedade catarinense, em especial de nosso grande Oeste. Assumi a presidência da Comissão da Saúde e fizemos inúmeras ações no sentido de buscar mais recursos e melhor atendimento nesta área. Promovemos audiências públicas sobre os principais temas envolvendo a saúde e auxiliamos na aprovação de projetos que garantiram mais verbas para esta área. Nosso gabinete esteve aberto às lideranças para encaminhamentos de ações e projetos para os municípios.

O Sr. acredita que o ex-presidente Lula poderá ser solto e disputar a eleição?

Sim. Até as eleições muita coisa ainda pode ocorrer, vez que existem recursos judiciais que até lá deverão ser analisados. As pesquisas mostram que há um desejo de uma grande parcela da população em votar no ex-presidente.


Amarrados

A ida de Gelson Merisio ao lançamento da pré-candidatura de Esperidião Amin mostra que a reunião que tiveram na quinta passada afinou, de vez, a tese de unidade entre as duas lideranças em busca do poder estadual. Se dividirem, perdem.

Quem

Se está consolidada a unidade entre Amin e Merisio, a sensibilidade entre ambos foi vencida. De ego forte, a escolha de quem vai na cabeça terá que ser, como na última quinta-feira, em reunião fechada. Se for pelos partidos, Esperidião perde.

Circunstâncias

Amin tem uma história de contribuição política justificada e, por isso, dá a ele a liderança permanente e merecida nas aferições. Mas quando chega para mais um desafio nas urnas, perde força. Não é unânime nem mesmo dentro do Progressistas.

Conhecedor

O ex-governador progressista sabe de sua força e necessidade. A entrevista que concedeu ao jornalista Moacir Pereira, afirmando que se não lançasse sua candidatura ninguém o procuraria, tem sentido. Sabe que o tempo, como tudo, passa.

Peso

A contribuição que Esperidião dá para a história é a resposta observada em Criciúma. Sua liderança é inquestionável, mas as presenças observadas, embora sua luminosidade, a estrutura para vencer está demonstrada em Merisio.

Estrutura

Os deputados, todos que já gravam para o projeto liderado pelo pessedista, tiraram a dúvida no lançamento de Esperidião. Embora respeitem e reconheçam o valor de sua liderança, sabe que ter como fazer uma campanha, pesa.

Então

O encontro tucano de sábado foi o mais do mesmo. Mais que discutir o que já haviam decidido, poderiam ter ido a Criciúma para fazer uma diferença que, em tese, influenciaria a seu favor. Perderam. Reuniram-se para falar a mesma coisa.

Assinatura

Paulo Bauer havia dito, na janta em Blumenau com o prefeito Mário Hildebrandt, Vinícius Lummertz, Ninfo König e o senador Dalírio Beber, que sua candidatura ao Governo é irreversível. Esta condição kamikaze pode ser pessoal da mente de Marcos Vieira.

Arianos

O PSL lança seu nome a governo que passa pelas lideranças do coronel bombeiro da reserva Carlos Moisés e do empresário de Joinville Derian Campos. Jogam no verbo de Bolsonaro, que é melhor ir sozinho que mal acompanhado.

Pintura

Com a reafirmação do PSDB de lançar nome ao Governo, buscando entendimento com PPS e PR, os ulyssistas ficam isolados. Se o quadro for mantido, saem de protagonistas de uma grande costura para assumir o antigo espaço que era dos Progressistas.

Recesso

A bancada federal de SC prepara forte agenda de conversação antes da parada obrigatória de julho. Falar em Brasília é melhor que no Estado. Progressistas e PSD já sinalizaram a metade de julho para fechar a rosca, falta MDB e PSDB bater o martelo.

Cercados

Mauro Mariani teve um final de semana de contatos com seu grupo de apoio e líderes de partidos para, em Brasília, sentarem para quebrar resistências como a de JKP, Jorginho Mello e Carmem Zanotto. Estão vivendo grande pressão de Amin e Paulo Bauer.



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