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Bases do MDB quer Berger disponível; Jorginho Mello começa a se mexer, Espaço das mulheres depende delas; Quem dos Amin vai em outubro; Adriano De Martini no Duas Perguntas

Por: Marcos Schettini
28/06/2018 22:35 - Atualizado em 28/06/2018 22:40

Indicação de Angela é o fim de Esperidião

Como sempre tem seu nome nos índices de avaliação eleitoral, Esperidião é uma marca forte nas urnas. Se Angela entrar na chapa, o esposo teria que ir para Ponta das Canas fazer cooper e pescar naquelas lindas águas. Ele, ela e o filho João, é muito Amin em 2018. O nome pesa em qualquer disputa eleitoral e, mais do que isso, soma favoravelmente. À toa não é a sensibilidade plena de Gelson Merisio nesta equação. Sem eles na soma, fica mais difícil chegar. Quando eles saíram em separado, já viram o resultado. Um, sem o outro, são mais frágeis.




O que o PT precisa mudar para voltar ao poder?

O PT voltar a governar esse país é praticamente uma questão de sobrevivência para classe trabalhadora. Precisamos, evidentemente, avaliar nossos erros, pois sem dúvida tivemos. Penso que o PT está reencontrando o caminho de diálogo com o povo e de construção coletiva de um projeto popular para o país. Somos milhões e milhões de pessoas focadas em uma ideia, na ideia de ver esse país voltar a crescer e ser respeitado. Dói muito ver os filhos e filhas de trabalhadores não conseguindo mais acessar a universidade, não conseguindo o primeiro emprego. Dói ver o Brasil sendo entregue ao capital internacional que tira dos pobres e dá para os ricos. O PT e seu o projeto de desenvolvimento do país são extremamente necessários para o Brasil nesse momento, e vamos voltar a governar o país, a partir de uma grande vontade da maioria do povo que já vem revelando isso desde os primeiros impactos do golpe contra a presidenta Dilma.

Por que você quer ser deputado estadual?

Ser deputado estadual é uma via de mão dupla. Primeiro porque é um grande pedido do partido, das entidades sindicais, dos movimentos sociais, da juventude, dos agricultores familiares, para que tenham sua representatividade aumentada na Assembleia Legislativa. Por isso, em contrapartida, eu me sinto seguro e tranquilo em enfrentar essas eleições de cabeça erguida, pois temos um projeto coletivo que levamos com muita leveza e é muito bem acolhido por onde passamos neste período pré-eleitoral. Tenho acompanhado todas as regiões do Estado de Santa Catarina e me deparo com muita força e ânimo para seguir, mas também me deparo com realidades duras e tristes. Há ainda muito a ser feito, por isso estou à disposição para levar as pautas da classe trabalhadora. Temos muita viabilidade política, a partir destas construções e acreditamos também termos viabilidade eleitoral. Santa Catarina quer apostar em figuras novas na política, que tenham compromisso, seriedade e um projeto claro e coeso de defesa da classe trabalhadora.


Real

O senador Berger já tem sinalização positiva de prefeitos que estão ligando para sua liderança no sentido de assumir, publicamente, o desafio das urnas. Mas silencia-se devido ao respeito em favor de Mauro Mariani, já consagrado no jogo.

Trajetória

Mariani está construindo a rota de sua missão em outubro e tem as portas abertas para este desafio que, até o momento, não empolgou as bases. O partido queria aquecer o debate, mas surpreendentemente, viu-se traído na desistência de Pinho.

Cético

As declarações de Eduardo Moreira evidenciando a campanha de Mariani são, claramente, de descrença plena. Lideranças ao redor do governador afirmam que, pego de calça curta, ele entregou ao deputado Mariani um abismo a passar.

Então

Mauro Mariani estaria igualmente como Eduardo Moreira e nas mesmas iniciativas. Chegaria às discussões da reunião do MDB para declinar. O governador teria tirado o termômetro e entregou a missão que, agora, não pode afrouxar.


Problema

Será nos próximos dias que os ulyssistas vão entender o poder de articulação de Mariani rumo à grande coligação de igual para igual. Até agora o quadro desfavorece. Se isso não se demonstrar em tempo ideal para troca de nome, vão fazer o quê?

Raciocínio

Os ulyssistas da base, longe das decisões da cúpula, entendem que a presença de Dário Berger no debate aqueceria o diálogo entre os partidos. Por ter quatro anos de mandato, sua participação seria obrigatória nesta pré-discussão.

Contaminou

Deputado Jorginho Mello animou-se em entrar na disputa pelo governo depois da eliminação da Alemanha da Copa do Mundo pelos limitadíssimos coreanos. Entende que este mesmo efeito no futebol vai influenciar o eleitor a entender que os pequenos vencem.

O presidente do PR olha para sua candidatura a governador no mesmo índice de rejeição que o eleitor vai medir às grandes coligações e força bruta financeira. O republicano entende que humildade e ficha limpa vão pesar na escolha do futuro Chefe de SC.

Batom

Carmen Zanotto tem focado seu trabalho distante dos debates escancarados da majoritária. Mulher e presidente do PPS, a deputada federal já tem sopros de que a eleitora cansou de ser enganada e que, silenciosa, vai dar a resposta nas urnas.

Valentia

Duas deputadas federais, Carmem Zanotto (PPS) e Geovania de Sá (PSDB), chegaram em 2014 como últimas em votação. Com trabalho demonstrado, assinaram a presença da mulher na Câmara em uma disputa de evidente machismo nos partidos.

Quadro

À exceção de Ideli Salvatti, depois daquela eleição em 2002, nenhuma mulher chegou ao Senado porque, espaço em que a ala masculina domina, a presença feminina nas urnas é o desenho real da falta de formação política nos partidos.

Mais

Na formação de cabeça e vice, não se vê um nome feminino novo em questão com força para entrar neste espaço e disputar a eleição. Angela Amin, com possível vaga ao lado de Gelson Merisio, pode ser a diferença em 2018. Se ela for, o marido sai.



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