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Editorial | Os sonhos de um país estão nos dedos em outubro

Por: LÊ NOTÍCIAS
01/07/2018 23:14

A eleição se aproxima e, logo após for conhecido o campeão do mundo nesta disputa, as atenções estarão voltadas para os desafios estaduais e nacional. Por que a eleição é tão importante? Porque vai definir felicidade ou desgraça.

Qual o caminho da felicidade? De entender que o cidadão deve escolher os deputados estaduais, federais, senadores, governador e Presidente da República, que esteja sensibilizado com as causas da sociedade e não somente na questão econômica, mas ambos. Questão financeira para o país é distribuição de resultados da riqueza produzida e, dando condições que o brasileiro, em todos os lugares onde esteja, seja beneficiado das atenções do Estado.

O caminho da desgraça é cometer o erro de enganados, o cidadão depositar sua confiança tola em um representante do passado e não do futuro. Um quadro que não tenha condições de sensibilizar-se com o que é novo na história, que não saiba o que é pobreza e riqueza, não saber o que é sorriso e tristeza, que seja louco e desequilibrado.

O Brasil precisa ter sua chance de crescimento e respeito com as instituições, ter valores de sensibilidade social e acreditar na vida e na sustentação disso. Ser um quadro capaz de dar a vida e não oferecer morte.

O país está entregue aos bandidos. Todos eles, em todos os partidos, mas há esperança garantida, felicidade possível e sonhos de alcance que podem, de verdade, dar direcionamento à felicidade ao amor pelo povo. Amor, neste caso, é sentir suas injustiças e dores para transformar tudo isso em vida com dignidade.

As personalidades que buscam o poder já estão afinadas, com seus perfis definidos, determinados em direções que são fáceis de serem reconhecidos. O povo, deixado de ser tolo, sabe em quem votar, porque votar e quais suas reais intenções. Está mais que claro quem deles tem compromisso com a maioria absoluta do país. Agora é escolher bem.

Se cada um terá seus sonhos realizados nos próximos quatro anos, é porque o governo concedeu o que eles queriam, de seu direito e realização. Se não ofereceu nesta direção, é porque foi errado, eleição equivocada, frouxa e insensata.

Escolher bem é ter a coragem de ruptura, de dar graça e luz às conquistas de ontem e fazê-las valer amanhã. Ou se tem uma oportunidade de fazer os sonhos se tornar realidade através de um presidente com políticas públicas de distribuição de renda, ou será condenado mais uma vez. Não existe meio termo. Ou é um homem com qualidades e sensibilidade social, ou todos, todos mesmos, estão condenados.

Nomes estão apresentados. Eles sabem o que deve fazer. Talvez não saibam como fazer. Eleição é um caminho de sucesso ou desgraça. Ou se busca um com estas qualidades de tirar, definitivamente o país do círculo de misérias, ou será o caos. A Nação tem sonhos. Escolhendo bem, eles serão realizados conforme o crescimento do país. Se for escolhido mal, ele afunda mais e, consequentemente, o caos vai crescendo e as diferenças também. Com eles, a guerra gerada ao redor de tudo isso. Tudo, sem exceção.


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