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Angela Amin perde dona Pêpe; Mauro chama partidos para união, Eduardo Moreira olha Berger; Colombo evita aparecer; Itamar Agnoletto no Duas Perguntas

Por: Marcos Schettini
02/07/2018 20:57

Os desafios de Colombo junto ao PSD

Os prefeitos do MDB têm sido orientados a evitarem fazer qualquer comentário negativo à liderança de Raimundo na busca ao Senado. Inclusive, se assim for necessário, depositar a confiança em sua chegada, embora não afirmem voto. O ex-governador tem se distanciado da mídia justamente porque, ainda vivo, suas promessas que não deram certo, ecoam firme nos ouvidos também de seus vices. Mas o amargo maior está dentro do partido a qual faz parte. Wilson Trevisan, prefeito de São Miguel do Oeste, tem sido um que tem demonstrado toda sua indignação. E não é apenas um caso isolado, mas silencioso. Avaliam que o ex-prefeito de Lages, em três oportunidades, sabe bem as agonias vividas por todos eles. Mais que ser enganado pelos ulyssistas, é contar com a indiferença dos correligionários. Se fora está ruim, dentro é um calvário.


Qual é a força do PSDB para vencer as eleições em SC?

A força vem de um candidato a governador que já foi vice-governador, deputado federal e hoje é senador e que terá a sua disposição para a eleição, outro senador, dois deputados federais, quatro estaduais, 39 prefeitos, 33 vice-prefeitos e o partido presente com diretório formado em 295 municípios, somando mais de 110 mil filiados.

Por que o Sr. não vai disputar a Alesc, já que tem um grande espaço como presidente da Câmara de Chapecó?

Eu fui candidato em 2014 e dei minha contribuição ao partido, mas agora como estou presidente da Câmara de Vereadores, quero dar atenção aos afazeres de Chapecó. Estarei à disposição do partido para realizarmos uma boa eleição, elegendo Paulo Bauer como governador de Santa Catarina.


Campeã

A passagem de dona Petrolina Marta Schmitt Heinzen marca o tempo de uma mulher que, vivaz, era pessoa presente em tudo o que fazia e, graciosa, dedicava-se ao ensino como uma professora no tempo onde a profissão valia-se pelo respeito.

Legado

A mãe de Angela Amin, dedicada e plenamente valente em suas convicções, foi mulher exemplar em tudo que assumia. A Educação foi seu maior louvor e, saindo de cena, deixa um traçado em que, valores de honra e moralidade, marcaram sua existência.

Livre

Longeva, dona Pêpe fez aniversário na semana passada quando comemorou 97 anos. A filha, com grandes vitórias eleitorais ao longo da vida, acompanhou-a plenamente nos últimos meses e, por dedicar-se a isso, saiu do cenário eleitoral.

Retorno

Propagada como nome a compor na chapa do PSD, Angela Amin recupera-se da perda e, provavelmente, volte às disputas que marcaram sua vida. Na capital em que governou duas vezes, quase voltou em 2016. Agora quer retornar.

Ele

A derrota de Angela se deu pela força particular do então deputado Gean Loureiro e de seu vice João Batista, mas sabe-se, foram as digitais de Dário Berger que modificaram o jogo no passa-passa entre ela e o atual prefeito na diferença suada de 1153 votos.

Terror

O senador Dário Berger, embora tenha apoiado o nome do deputado Mauro Mariani, tem sede de Amin. Ele esteve presente em todas as derrotas de Esperidião e Angela nestas duas últimas décadas. Os emedebistas sabem de sua força.

Força

O nome Amin sempre foi uma grife eleitoral. Por suas trajetórias, Angela, Esperidião e filho João, motivaram LHS a deixar a Prefeitura de Joinville e, corajosamente, enfrentaro então governador em 2002. De lá em diante naufragaram.

Então

Não é à toa que os ulyssistas, embora o respeito por Mauro Mariani, desejam que o senador Berger coloque seu nome à disposição do partido. Entendem que Esperidião é eterno candidato e que desta vez, sem LHS presente, pensa em levar o pleito.

Comportamento

O que energiza uma disputa de Dário Berger em qualquer eleição é a entrada de Esperidião no pleito. O senador, assim como Eduardo Pinho Moreira, tem o sonho de vencer, inclusive sem LHS, a família novamente. Inclusive com Merisio junto.

Aceso

Mauro Mariani respeitou apenas o horário do jogo do Brasil para não ligar, ou fazer visitas, para construir sua chegada eleitoral. O deputado tem buscado pavimentar entendimentos com PR e PPS e, atraindo estes, vai investir no tucanato.

Exploração

O presidente dos ulyssistas vai trabalhar os lados de palavra e humildade para impressionar o eleitor. Mariani tem percebido que, por ter votado na investigação de Temer, pior do Brasil, vai pesar nesta lealdade junto à opinião do cidadão.

Convencimento

As bases estão dando um prazo silencioso para que Mariani mostre-se viável ao atrair uma coligação com ares de vitória. Teria até 20 de julho para demonstrar. As bancadas federais e estaduais, prefeitos e vereadores, dão este fôlego. Depois é o gatilho Berger.




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