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Decisão Progressistas e PSD amanhã; As mexidas de Colombo; Júlio Garcia novamente; Caio Tokarski no Duas Perguntas

Por: Marcos Schettini
10/07/2018 22:06 - Atualizado em 10/07/2018 22:07

Super quinta

Será amanhã, provavelmente, o conhecimento do nome que a coligação entre Progressistas e PSD vai anunciar para o grito das urnas. Se afirmaram que vão sair de mãos dadas para este projeto de poder, a lógica diz que não saem separados porque, se isso ocorrer, beneficia o MDB. Na verdade, os ulyssistas sonham com uma divisão entre Amin e Merisio, com o ex-PDS disputando o sufrágio. O candidato de dentro dos emedebistas é Mauro Mariani, fora dele, Esperidião. As chances de permanecerem no comando de SC passa pela disputa do seu maior adversário dividido. Talvez seja este o raciocínio que o presidente dos pessedistas e o deputado federal mais votado em 2014 tem feito. Neste caso, cada escolha, uma renúncia.


De Florianópolis (SC)

Qual sua visão sobre o processo eleitoral de outubro e a coligação perfeita para seu partido?

Por causa desta interminável crise de degradação da atividade política, o grande desafio da eleição deste ano será motivar o eleitor, primeiramente, a comparecer às urnas. Tenho muita preocupação com os altos índices de abstenção que poderão acontecer. Só será possível motivar o eleitor e a sociedade catarinense com um projeto sólido, combativo e com propostas de enfrentamento dos problemas existentes e para os muitos que estão por vir. Neste sentido, como membro do PSD, acredito muito nesta aliança multipartidária liderada pelo nosso partido e pelos progressistas.

Qual é a chapa ideal para vencer uma eleição em 2018 e qual é seu candidato a governador?

A chapa ideal não só para participar e vencer as eleições, mas principalmente para governar Santa Catarina e enfrentar seus inúmeros problemas, é a encabeçada pelo deputado Gelson Merisio, com Raimundo Colombo para senador e os progressistas escolhendo seus nomes, como a provável e importante presença do deputado Esperidião Amin. Este time, junto com os demais partidos, está preparado para governar nosso Estado.


Martelo

Amanhã, conforme tem-se lido as brechas entre o silêncio que marca a decisão do nome entre Progressistas e PSD, será revelado o quadro de quem deverá disputar com Mauro Mariani e Décio Lima, talvez com Bauer, o processo eleitoral.

Centro

Raimundo Colombo é o principal personagem do impasse gerado entre Progressistas e PSD. Ele olha para Brasília com dúvidas e, para consolidar sua chegada, Esperidião Amin teria que sair da concorrência deste sonho. O tumulto tem origem.

Origem

Evitando tomar uma posição mais convincente ao projeto de Gelson Merisio, foi buscar luz na sombra de Esperidião Amin para dividir o acerto entre os partido que só não chegaram ao porto seguro pelo torpedo Júlio Garcia no casco.

Torpedo

Não é de hoje que Colombo tem fortalecido a tese anti-Merisio. As movimentações de Júlio Garcia têm sua assinatura subliminar porque, temeroso de naufragar em sua remada até Brasília, vê no ex-conselheiro os estilhaços nocivos.

Culatra

Até o momento Júlio Garcia não assumiu o projeto de Gelson Merisio, muito menos Colombo. Ambos transitam na corrosão. Amanhã, quando for revelado o nome de consenso, será medido o potencial destrutivo no alvo ou neles mesmos.

Efeito

Se Amim mantiver a candidatura terá que ganhar o apoio de JPK, Jorginho e Carmen Zanotto, todos de sua convivência em Brasília. Se atrair o PSDB, a chegada fica mais evidente. Ocorrendo sua ida ao Senado, Colombo perde o sono.

Orai

Esperidião Amin, consolidando sua ida ao Senado, terá que ir à escola de LHS para pedir que votem nele e em Colombo ao Senado, dando uma rasteira completa no MDB. Fora esta força, o filho de dona Terezinha precisa de novena.

Vai

Valdir Colatto terá, assim como o MDB da capital em relação a Paulo Afonso, o apoio do partido em Chapecó para buscar o espaço ao Senado. O deputado tem conversado com as fontes do agronegócio para se firmar na ideia.

Decisão

O MDB afirma que vai ter um senador eleito em outubro. Seja Paulo Afonso ou Valdir Colatto, o nome do partido dá esta certeza pela força que sempre teve nas urnas e por sua história. Se isso é uma verdade, o outro nome sai da união de P e PSD.

Então

O nome ao Senado sempre é o raciocínio dentro da lógica. Conhecendo o potencial de votos e liderança de cada um dos postulantes, geralmente é possível projetar quais, entre eles, podem chegar. Raimundo Colombo terá que convencer mais.

Paredão

O tempo de cada um na TV, como vai se mostrar e quais as bandeiras defendidas, terá um ponto em comum que todos os candidatos ao Senado, querendo ir para Brasília, vão usar como lembrança de Caixa 2, Hypermarcas, Casan e Odebrecht.

Marcas

Os postulantes vão utilizar as lembranças de corrupção para afirmar o que Miguel Falabella tem dito permanentemente na TV. Quando questionado, afirma que o eleitor deve tirar da vida pública todos os suspeitos.



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