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O que separa Progressistas e PSD; Marcos Vieira bate na mesa hoje; Tucanos ameaçados; Mariani cresce; Calvário de Pinho; Carlos Chiodini no Duas Perguntas

Por: Marcos Schettini
15/07/2018 22:23

Onde os fracos não tem vez

Está colocada à prova as lideranças de Marcos Vieira, mantendo o nome de Paulo Bauer segurando o PSDB, de Gelson Merisio, patrocinador ao tirar o Progressistas do gueto político e Esperidião Amin, entre ambos, segurar a palavra de unidade com o PSD. Neste momento em que falam em direções contrárias àquelas onde selaram compromissos, o jogo eleitoral começa a ficar interessante. Cada um fazendo movimentos que entende ser o mais importante, vai construindo a dúvida que marca o processo atual. Não existem fragilizados. Vai sair fortalecido aquele que tem os argumentos incontestáveis. Se olhar para a história das últimas quatro eleições, é possível identificar qual, entre eles, tem os passos doloridos e a garganta seca. Talvez seja este o motivo que, sem LHS, motiva sua justificativa.



Sua candidatura a deputado federal ganhou qual altura para representar SC?

Durante os últimos três anos, enquanto estava como secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, percorremos todas as regiões catarinenses, vimos que ainda há muito por fazer, tanto nas áreas prioritárias como Saúde, Educação, Segurança e Infraestrutura, quanto no fortalecimento da nossa economia. Santa Catarina é um excelente Estado, temos grandes feitos, mas ainda muitos problemas. Além disso, acredito que precisamos de renovação na Câmara Federal. Sinto-me preparado para mais esse desafio.

Quais os entendimentos que o Sr. tem para SC sair da crise que afetou a economia?

Santa Catarina tem uma economia forte e equilibrada em comparação a outros Estados, mas costumo dizer que não somos uma ilha, não estamos isolados. O cenário econômico reflete a crise pela qual o país passa nos últimos anos. Mesmo assim, estamos tendo um desempenho um pouco melhor. Isso porque nossa economia é diversificada, temos pluralidade em nossas indústrias, o que confere um certo equilíbrio. Vale ressaltar, ainda, que temos uma base econômica formada por micro e pequenas empresas, que correspondem a 98% das empresas no Estado. Acreditamos que para que a economia catarinense volte a crescer com estabilidade, com solidez, temos que trabalhar pela desburocratização, facilitando a vida dos empreendedores; pela inovação, para sermos ainda mais competitivos diante o cenário mundial; e na atração de empresas de alto valor agregado, para gerar ainda mais empregos e desenvolvimento.


Juntos

A unidade entre Progressistas e PSD, ao observar as movimentações do final de semana, está ameaçada. A articulação de Raimundo Colombo, fortalecendo o nome de Esperidião, é o motor que levou Amin a segurar o nome.

Mais

As conversações que o deputado federal e Clésio Salvaro tiveram para atrair o PSDB para o projeto, se possível pela dissolvição do diretório tucano, mostram duas leituras. Aquela de que o progressista não recua e que Paulo Bauer caiu.

Esquecimento

Ao manter seu nome para o processo, Esperidião dá uma rasteira em Gelson Merisio e ignora as ações que o presidente do PSD realizou para tirar o partido de Amin do isolamento em que foram submetidos por 16 anos seguidos.

Lembrança

Foi com Raimundo Colombo, ao lado do algoz LHS, que o Progressistas mantiveram-se no gueto por estes anos todos. Se antes o cabide de emprego do joinvilense foi condenado pelo lageano, foi aí que derrotou Amin duas vezes.

Dissolvição

À medida que Esperidião desenha com tucanos, anti Marcos Vieira, diga-se, a tese de buscar o apoio a Geraldo Alckmin, de cima para baixo, para fortalecer sua disputa, é sabido que Amin corroeu a tese de sair unido. Merisio vai.

Prova

Marcos Vieira está acelerado e hoje, na reunião que realiza na capital, vai tomar conhecimento das movimentações feitas para derrubar sua liderança à frente do partido. Neste caso, se Paulo Bauer amolecer, ele vai.

Força

Não há dúvidas de que Marcos Vieira tem controle pleno do PSDB. Se hoje, na reunião que vai dirigir, sair com o passaporte de Paulo Bauer ao Governo, mostra o pulso. Caso não for, ele assume o papel de não deixar o partido na mão. Na palavra.

Excelente

Mauro Mariani passou todo o final de semana procurando fortalecer seu projeto político em várias iniciativas enquanto João Paulo Kleinübing, Esperidião Amin e Gelson Merisio enviam-se recados. De camarote, tira os dividendos.

Cenário

O MDB sempre, em quaisquer circunstâncias, sai unido. Ao contrário dos seus opositores. Dentro do PSD e Progressistas a divisão interna é um espetáculo à parte. As lideranças, contrárias aos seus respectivos candidatos, movimentam-se contra.

Unanimidade

Se Esperidião Amin e Gelson Merisio mantiverem suas candidaturas, o projeto fixado dentro do compromisso que assinaram verbalmente, dissolve-se. Mostra que, como sempre, na política a palavra não vale absolutamente nada.

Merecidamente

Os ulyssistas trabalham à revelia das movimentações que seus contrários realizam. Tem muito a resolver. Além de Eduardo Moreira ter que ressuscitar do calvário financeiro que Colombo sentenciou, precisa vencer o pleito em Mauro Mariani.

Calvário

Quem tem defendido o nome de Raimundo Colombo é o pré-candidato Gelson Merisio batendo de frente com Eduardo Moreira nos ataques ao seu antecessor. O próprio não tem tido palavras para auto defender-se. Só por isso, acusa-o.



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