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Amin sensibilizado ao Senado; Inclinação turbina Merisio; Mariani pisa no Oeste; A influência de Jerônimo Coelho; Dirceu Dresch no Duas Perguntas

Por: Marcos Schettini
24/07/2018 22:19 - Atualizado em 25/07/2018 01:11

Jerônimo Coelho e sua influência vitoriosa

Seis vezes deputado estadual, ministro da Marinha e de Guerra, jornalista de feições opinativas fortes, é assinante da fundação da Maçonaria em SC e do Dia da Imprensa Catarinense. Homem de equilibrada visão política e econômica, fiel aos ideais que tremulou, será homenageado neste dia 27 de julho, na comemoração aos 86 anos da ACI e aos 50 anos da Casa do Jornalista, presidida pelo competente e sensível jornalista Ademir Arnon (foto), na Praça XV, ambiente onde seu busto está observando a moralidade e a ética, valores perdidos e fragilizados pela classe política que ele, em vida, defendeu. O fechamento do evento, com a Banda de Música da 14ª Brigada de Infantaria Motorizada, coroa o reconhecimento. Assinada pelo coordenador regional da ACI, o jornalista Marcos Bedin, e um leque de profissionais, aplaudem, em 04 de agosto, os 50 anos de atividade profissional de Luiz Carlos Prates e Alberto Gonçalves de Souza, em Chapecó. Arnon fazendo acontecer.


O que significa este novo desafio em concorrer para deputado federal?

Significa a renovação, a coragem de seguir em frente. Coloquei o meu nome à disposição do partido para disputar o cargo de deputado federal por Santa Catarina porque acredito e defendo a renovação na política. A população catarinense já me deu a confiança de representá-la com três mandatos de deputado estadual, agora é preciso abrir espaço para as novas lideranças do nosso partido. Não é um desejo apenas individual. Eu represento um projeto político coletivo em prol de políticas que sejam transformadoras, que garantam dignidade para as pessoas e direitos para a classe trabalhadora. Essa força coletiva, formada por entidades, movimentos sociais e lideranças comunitárias e políticas, defende que eu seja pré-candidato a deputado federal. É um grande desafio, para o qual estou motivado e preparado.

Quais ideias o senhor vai defender em favor de Santa Catarina?

Santa Catarina tem uma carência de lideranças comprometidas com os trabalhadores em Brasília. A maioria dos atuais deputados catarinenses votou a favor da retirada de direitos trabalhistas, pela aprovação de medidas que resultaram na entrega do petróleo do Pré-Sal para empresas estrangeiras. Votou a favor do congelamento de investimentos em saúde, educação e segurança, e poiam um governo que corta os recursos para a agricultura familiar e que quer retirar conquistas sociais como a aposentadoria digna. Isso fica claro nas perdas que o nosso Estado tem tido, seja de obras ou recursos, no aumento do desemprego e na perda de direitos dos trabalhadores. Minha pré-candidatura se insere nesse contexto de ser instrumento da mudança que a população anseia, da vontade de mudar o rumo do Brasil, para por um fim nos privilégios imorais de quem está na cúpula dos três poderes, de defender a soberania, de fazer o nosso Estado, os trabalhadores do campo e da cidade, ter voz forte na Câmara dos Deputados.


Ele

O nome de Esperidião Amin, sempre é, ao lado da esposa, primário na preferência de quem quer sua luz e inteligência política. Armado de capacidade de persuasão junto a quem decide em outubro, o ex-governador é luz no pleito.

Ela

Angela Amin afastou-se de sua sensibilidade eleitoral e, acompanhando a matriarca até o desaparecimento recente, poderia voltar-se às discussões. Ora sinalizando dentro, ora fora, a ex-prefeita teria desejo de retorno. Se o cônjuge recolher-se.

Decisão

Esperidião teria dito aos seus próximos que, neste sábado, vai martelar pelo Senado, encerrando, coroado, a vida pública que lhe concedeu além da sua imaginação quando criança. Via-se professor e, indo além disso, fez escola.

Mistura

Inclinando-se ao Senado, o ex-governador entende o momento do ciclo vitorioso que, ao longo de sua trajetória, deu seu nome como referência ao país. Sinalizando para compor, leva Colombo à tira colo para ambos entrarem.

Dívida

Caso faça-se nesta direção, Esperidião torna-se aliado primário de Gelson Merisio e financiador pleno de um boleto político impagável. Uma espécie de Brasil em relação ao FMI que o presidente do PSD terá para toda a vida.

Resposta

Neste caso, depois de voltar a SC com forte água-benta da garantia ao Senado que recebera de Geraldo Alckmin, Colombo senta à mesa com Esperidião e faz o gesto de amor a Gelson Merisio, na mesma intensidade, de olho no passaporte.

Conjugado

Será à moda LHS que Esperidião vai levar Raimundo Colombo à tira colo como o fez, em 2010, o maior ulyssista de SC. Naquele momento, tal qual o lageano hoje, o tucano converteu-se, de um gesto pessoal, em senador.

Também

Por isso que a inclinação à causa do DNA, que ambos afirmaram, um em Criciúma, outro na super convenção de Gelson Merisio, diz muito. O primeiro no Sul, o outro na capital, sábado, estão no diapasão político que a todos beneficia.

Densidade

Caso o raciocínio dê luz, nasce uma coligação que coloca em xeque o PSDB e chama João Paulo Kleinübing às discussões. O ex-PFL, até então vinagre neste azeite, perceberia-se à vontade em três direções a escolher.

Balança

O presidente do Democratas em SC, se Esperidião caminhar rumo à liderança de GM, fica pressionado por osmose ou, rebelde, decide por sua ida em chapa pura, Mauro Mariani ou Paulo Bauer. Valendo-se quanto pesa.

Cavocando

Mauro Mariani visita o Oeste para fecundar suas ideias em direção ao grito das urnas, acompanhado de todo aparato de lideranças que o partido dispõe. Neste chão, vai dizer sua limpeza moral e a cabeça erguida na vida política.

Fato

O presidente do MDB vai explorar sua trajetória iniciada em Rio Negrinho e que, desde lá, deixou rastros de moralidade e ética que atinge a esmagadora classe política. Os programas, já sendo filmados, vão mostrar sua leveza.



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