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Marcos Vieira no páreo; Informações são agulha no palheiro; Raimundo Colombo escancarou; Júnior Pavan no Duas Perguntas

Por: Marcos Schettini
31/07/2018 23:22 - Atualizado em 31/07/2018 23:24

Desastre pouco é ofensa

Não é somente um estrago na palavra dos prefeitos que deram aos seus comandados, é também nas contas de cada um deles. Nos compromissos dos deputados que, agora amargos, são unânimes a evitar qualquer contato com o lageano. Não satisfeito, foi destruir o parceiro de partido em nome de seu sucesso pessoal, assoprando em ouvidos, diferentes, o retrato de um Raimundo superlativo que, na verdade, cumpre tabela. O melhor cenário de Colombo atualmente é sair da condição de menos ruim para chegar a ruim, uma evolução métrica. Vai precisar bem mais que ligar para lideranças do Progressistas pedindo a cabeça de um membro do partido. Se sobreviver a esta eleição, o próximo é Francisco, o Santo Padre que tanto lembrou nas palestras do Afundam. Lá deu certo.


De Florianópolis (SC).

Por que disputar para deputado federal se poderia ir para estadual no lugar de seu pai?

Minha candidatura, de fato, será um grande desafio, em qualquer patamar, já que não será fácil manter e continuar o grande legado público até aqui de meu pai, Leonel Pavan, que também foi deputado federal, além de senador, governador e vice-governador. Mas estamos dispostos e focados neste sentido. Queremos assumir esse desafio, incluindo também o desejo de contribuir para a melhoria da qualidade da política nacional que hoje nos causa inconformismo junto com a grande maioria da nação. Creio que posso contribuir ainda como cidadão e empresário com projetos para a geração de novos empregos e melhorias econômicas, além da permanente defesa dos interesses de todas as regiões do Estado para fortalecer a representatividade política de Santa Catarina.

O que você quer fazer em Brasília?

Como disse antes, precisamos fortalecer ainda mais nossa representatividade política. Até porque passam os anos e a centralização desproporcional de recursos continua na Capital Federal em detrimento das minguadas verbas que são destinadas aos nossos municípios diante de suas responsabilidades que crescem e sob cobrança constante da população. Ao mesmo tempo em que arrecada mais e tem uma retomada no nível de atividade econômica, Santa Catarina recebe menos da União. Só para exemplificar, segundo dados do Tesouro Nacional, os repasses de recursos federais para o Estado, entre 2016 e 2017, caíram 8,64%. Mas as despesas com Educação, Saúde, Segurança Pública e obras de Infraestrutura continuam crescendo nos municípios.Acredito que só com o fortalecimento de nossa representatividade e a devida pressão política democrática poderemos ajudar a corrigir essas injustiças cobrando, de forma permanente, que o Governo Federal seja mais justo na distribuição do bolo arrecadado com os impostos sobre a produção e o trabalho dos catarinenses.


Visionário

Marcos Vieira passou por todos os municípios de SC, filmando, dando o histórico de cada lugar e, com o slogan inteligente de que a estrada para determinada cidade ele conhece e conhece bem. Está pensando em usar na majoritária.

Entendimentos

Em Florianópolis, interessante, a melhor informação é aquela que todos sabem. Não há novidades e os ensaístas a governador estão escondendo todas elas porque, qualquer uma que for interpretada errada, derruba intenções.

Varal

Expor entendimentos é pedir para jogarem barro na roupa lavada. O ideal é esconder o máximo e, entre eles, ver os caminhos que estão sendo levados. Pior que todos saberem o que está sendo feito, é piorar o que já é horroroso.

Ele

A unanimidade sabe que o banco oficial de todo o rombo no cofre dos acordos estabelecidos chama-se Raimundo Colombo. Ele teria utilizado da posse exclusiva da chave dos entendimentos para quebrar o mercado agora conhecido.

Mascarado

O ex-governador do PSD abalou o acordo entre Progressistas e PSD porque via-se minguando. Como destruir é infinitamente mais fácil que construir, optou pelo primeiro. Jogou Gelson Merisio aos leões com as mãos de Esperidião.

Gesto

Depois de assumir Secretarias, ser líder do governo, ocupar a presidência da Assembleia e sangrar o coração do MDB, o mínimo que os parceiros deste acordo esperavam de Esperidião Amin, seria a ida ao Senado. Colombo só fez ser esquecido.

Leve

As conversações feitas entre PSD e PSDB têm sido guardadas a sete chaves. Gelson Merisio, de sangue doce, olha o cenário com a tranquilidade que Colombo e Esperidião não teriam neste momento. Não tem perdido o sono.

Escancarado

Colombo tem sido protagonista de um conceito novo assumido que tira dele a túnica, a marca do estilo padre, para operário de britadeira. Já não esconde que tem colocado o bico desta máquina no peito de Gelson Merisio.

Caiu

As mensagens que tem enviado às lideranças do Progressistas para se manterem fortes e baterem de frente com Merisio, é a de que ele, Colombo, vai levar o PSD para os braços de Esperidião até o próximo domingo. Revelou-se.

Sozinho

Ao ser atacado por Eduardo Pinho Moreira de que as contas deixadas em sua gestão são um porco espinho, destruindo o projeto do partido a que pertence, desonrar o Fundam, negar as emendas impositivas, coloca Colombo no deserto.

Mais

Os prefeitos, seja do PSD ou não, não escondem esta enganação recebida de Colombo e a dura dificuldade dos investimentos feitos que estão na conta a serem pagas. Além disso, de enganarem também seu povo nos 295 municípios que cobram.

Caro

A conta deste desastre provocado por Colombo tem a assinatura pessoal dele com porta-vozes já revelados. Se ele for ao Senado, será um feito como o primeiro milagre de JC ao transformar uma água qualquer no melhor vinho tomado.



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