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Busque por Palavra Chave

O Furacão calou o mundo

Por: Marcos Schettini
30/11/2016 11:00
(Foto: Nelson Almeida/AFP) (Foto: Nelson Almeida/AFP)

Vontade, Disciplina e Simplicidade. Estas são marcas pessoais do maior clube de atletas que, a convocação de Deus, levou para si. Fruto de muita determinação, era um time de interior que, por razões próprias, já estava ocupando as grandes manchetes mundo afora, porque mexia com seu brilho em campo e com o grito nas arquibancadas. O céu se abriu para levar todos, mesmo deixando testemunhas, para ganhar os continentes. Abreviou sua coroação em apenas uma molequice e, por tudo que mostrou em sua evolução, por todas as vozes que fez ecoar e lágrimas descerem, aprontou sem marcar. Fez o drible desconhecido. Uma jogada que, com gols de placa, muitas placas, ganhou a admiração de todos os seus iguais na Terra. A cabeça de um menino inclinada ao chão, sozinho nas escadarias da Arena – que tantas alegrias e decepções oferecera, é a imagem que fica de uma alegria perdida. Sua contrita posição de entrega, da infância com perguntas que o gadanho ceifou, mostra o corte abaixo do entendimento. Ele, em sua inocência, não entende. Quem ao seu redor admira, menos ainda. O Índio quebrou o arco, mas não perdeu o tacape. A sua Tribo de loucos e insanos torcedores não perde as cores Verde e Branca – as mais lindas e respeitadas no planeta bola.


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