Close Menu

Busque por Palavra Chave

As forças das chapas; Estrutura vai dizer muito; As agendas estão em construção; Fake News é mais forte que TRE; Cláudio Vignatti no Duas Perguntas

Por: Marcos Schettini
09/08/2018 10:36 - Atualizado em 09/08/2018 10:39
Marco Fávero/Diário Catarinense

Influência do Fake News e o TRE

João Paulo Kleinübing e Esperidião Amin, antes fora, depois dentro, mesmo nunca saindo, têm agora que convencer seus pares, não apenas pelo recado sentimental ora conhecido, mas mobilizar e mostrar cada qual sua força no jogo porque, sabido, há mensagens que mostram ainda posições de cabeça de chapa de cada um. Pior que isso, o presidente do TRE de SC ainda não apresentou as ferramentas que dispõe para combater as falsas notícias contra o MDB, PSL, PDT e toda a salada de siglas que, fortemente atacadas, são a coqueluche das redes. Às vezes, entre os membros de grupos, há quem vá às vias de fato defendendo o candidato. Independente de quem deles vai ganhar o pleito, o eleitor já começou a perder. Ricardo Roesler (foto), a maior qualidade entre as autoridades das TREs do país, precisa arregaçar as mangas da toga.


Quais são os desafios da esquerda nestas eleições?

Construir um projeto de desenvolvimento nacional gerando emprego e renda. Desta forma é possível garantir melhores condições de vida para o povo mais pobre com acesso à educação de qualidade, saúde, políticas públicas, e na luta pela derrubada da PEC 241. Vamos lutar para construir uma política que assegure vida digna e direitos a toda classe trabalhadora.

O PT vai lançar três nomes a federal no Oeste. Por quê?

O Oeste Catarinense é uma região de fortes lideranças políticas, inclusive com nomes na majoritária. Em 2010 concorri ao Senado, em 2014 ao Governo e em 2018 temos um vice, o Kiko. Temos boas representações, mas esperava ser candidato único, como gesto de gratidão a minha doação ao partido, como não foi possível, vamos trabalhar para ser um dos mais votados de SC. Nossa candidatura é estadualizada e muito bem aceita, teremos uma boa votação aqui no Oeste Catarinense assim como em outras regiões de nosso Estado por tudo que contribuí quando estive em Brasília. E por isso, quero dar continuidade à construção de um projeto político para fortalecer o Estado de Santa Catarina e levar novamente um deputado sangue bom para Brasília.


Motivados

Os três maiores candidatos a governador, leia-se Décio Lima (PT), Mauro Mariani (MDB) e Gelson Merisio (PSD), exalam confiança para ir ao 2º turno. Como o passaporte da alegria garante dois bancos, um fica fora. Um deles é exagerado.

Estrutura

O companheiro de Lula da Silva até tem argumentos para motivar o eleitor no que ele afirma ser a igualdade entre Mariani e Merisio que, no debate, vai mostrar os motivos. Está longe da fé que justifica. São Lamborghini, Porsche e Ferrari na corrida.

Reta

A questão agora é o piloto, não é mais um treino. Ele, bom de braço, independente dos cavalos, que vai dizer, na curva da madrugada do dia 06 de outubro, quem passa para a etapa seguinte. Quem está olhando sabe a habilidade de cada um.

Sucessão

O processo eleitoral não é para pilotos à moda Barrichello. Embora presente na principal corrida rumo à Casa d’Agronômica, para abrir o portão é preciso saber o trajeto. Quem viu de perto como foram os treinos, é capaz de perceber.

Antecipação

Não existem adivinhos que, passando por profetas eleitorais, apontam o vencedor por observação, mas, pelo tamanho do passo pode-se afirmar, entre os postulantes, os que têm mais de dois pit-stops que os demais. Tem carro que é só barulho.

Parceria

Esta escalação feita com suplentes de determinadas regiões que estão abaixo do candidato ao Senado, são apenas intenções vazias para afirmar que, sem poder contemplar todo o Estado, estão representados. O eleitor mal sabe a majoritária.

Lembrança

O suplente é apenas o que diz o nome. Só passa à titularidade quando, em uma fatalidade, como a que deu posse a Dalírio Beber, assume deixando seu segundo, Antônio Gavazzoni, apenas na expectativa. Em política não há amigos.

Eles

Seja quem for o senador eleito, o suplente será apenas um coadjuvante em pelo menos metade do mandato. Talvez, na outra parte, possa ser lembrado em momentos inúteis das muitas que aquela Casa, como a vizinha Câmara, assim bate cartão.

Real

Pior que falar em suplente é o eleitor se convencer que, quando um é eleito, o outro fica rezando para que tropeços ocorram, não interessam quais, para que possa assumir. Neste caso o titular sabe que o sucessor é, em tese, seu azarão.

Nada

Ajustando ali e lá, os candidatos a governador e seus membros da majoritária apenas estão sentando para deliberar assuntos comuns e alinhando vozes para não cometerem erros, combustíveis para o adversário. A semana que vem, inicia.

Estratégia

Os marqueteiros estão desenhando o discurso e fazendo leituras das fragilidades do oponente. Embora tenham muitos, até a semana passada, dos que estão na majoritária, atuavam em outra posição. Agora, como mudou tudo, trabalham.

Blumenau

Está estrelando no palco eleitoral com três ex-prefeitos na chapa majoritária, dois vices e um na cabeça. Tanto Décio Lima, quanto Napoleão Bernardes e João Paulo Kleinübing conhecem suas cidades. Ali, pelos menos, a guerra é alta.

Tradição

Se Mauro Mariani é o nome da principal área eleitoral do Estado, cabe a Carlito Merss e Ideli Salvatti, com Décio Lima, Darci Mattos, Kennedy Nunes e Ninfo König, dar luz às investidas de Gelson Merisio. Lá, como sempre foi, o voto faz diferença.



Rech Mobile

Fundado em 06 de Maio de 2010

EDITOR-CHEFE
Marcos Schettini

Redação Chapecó

Rua São João, 72-D, Centro

Redação Xaxim

AV. Plínio Arlindo de Nês, 1105, Sala, 202, Centro