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Vai com Deus II

Por: Celso Zamarchi Cenci
30/11/2016 17:50 - Atualizado em 30/11/2016 17:51

Como é sabido por todos, na virada de segunda pra ontem o avião que carregava a equipe da Chapecoense caiu na Colômbia. Foram setenta e seis mortos. Além de jogadores e da delegação do time, estavam membros da imprensa. Um deles eu conhecia bem. Era meu ex-professor da faculdade Laion Espíndula. Outro que eu conhecia também era o Giovane Klein, repórter do Jornal do Almoço da RBS. Sem contar o J. Biavatti, que eu não cheguei a conhecer pessoalmente, mas era um excelente radialista.

Todo esse pessoal deveria ir direto de São Paulo a Medellín num avião fretado, porém a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) começou com frescura e negou a permissão, sendo que tiveram de ir primeiro até a Bolívia e lá trocar de avião pra ir até a Colômbia. Não pretendo arranjar culpados, porém é possível, que se não tivéssemos essas agências governamentais reguladoras todas as pessoas lá estariam vivas.

A diretoria do Grêmio de Porto Alegre teve uma atitude nobilíssima. O vice-presidente de futebol, Adalberto Preis, lançou a ideia de cada time da primeira divisão ceda gratuitamente um ou dois jogadores para a Chapecoense até que o nosso time se reerga. Parabenizo quem teve essa ideia. Apesar da rivalidade que existe entre os diversos times, eles precisam se ajudar ao menos nessas horas de tragédia.

Laion, tu foi um excelente professor e um grande amigo. Vou sentir tua falta. Falta das nossas risadas, das nossas conversas. Bom, pelo menos agora tu tá num lugar melhor que esse conturbado vale de lágrimas.


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