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Merisio vai fazer chamamento pró-Colombo; Agências Regionais viram guerra; Décio Lima vai pelo meio; O eleitor engana junto; Pepê Collaço no Duas Perguntas

Por: Marcos Schettini
14/08/2018 10:23 - Atualizado em 14/08/2018 10:25

Na paz do seu sorriso

O eleitor, reconhecidamente indignado, tem passado uma mensagem enganosa aos políticos. Apanhando há décadas no pelourinho da enganação eleitoral, agora utilizam-se dos mesmos predicados dos candidatos dando, também, tapinhas nas costas e sorrisos. Sinalizam igualmente. Aprenderam com surras da indiferença e falta de comprometimento que nunca tiveram como respostas. Sendo falso em igualdade, seguem neste caminho. As surpresas que as urnas vão gritar em 07 de outubro, vão ser cirúrgicas na carne dos majoritários e proporcionais. Isso mostra bem e dimensiona o tamanho da indignação popular. Uma coisa é a chuva de mentiras recebidas que o eleitor tem diariamente nas redes sociais, outra é a realidade dele em frente à urna. Ali, neste momento, percebe-se dono do seu destino.


De Florianópolis (SC).

Quais são os teus compromissos com Santa Catarina?

Em primeiro lugar, uma atuação transparente. Quero levar ações de economia e austeridade para a Assembleia Legislativa. Se temos uma Câmara de Vereadores econômica em Tubarão, podemos também trabalhar por uma Assembleia enxuta, com custos bem menores, devolvendo recursos e articulando para que essas devoluções sejam investidas na Saúde.

O que o Sr. entende do sentimento do cidadão de SC?

O cidadão de bem não admite mais tantos gastos. O novo homem público precisa ter essa preocupação, ouvir o que o povo quer. O povo quer transparência, austeridade, quer ser consultado. Os catarinenses foram menos afetados pela crise que atingiu profundamente a economia do Brasil, mas não saíram ilesos e querem que seus representantes lutem para que suas necessidades sejam pelo menos amenizadas.


Obrigação

A candidatura de Raimundo Colombo entra na pauta de discussões para se fortalecer dentro da visão macro da campanha liderada por Gelson Merisio. Entendem que, ele não se eleger, no 2° turno vai azedar o processo.

Previsão

A coligação de Merisio observa a possibilidade de chamamento único de todos os prefeitos, vices e vereadores, em uma grande concentração em Florianópolis para dar impulso à candidatura do lageano rumo a Brasília.

Jogo

Ao colocar a esposa de LHS na suplência de Jorginho Mello ao Senado, Mauro Mariani dá sequência existencial às Secretarias Regionais. Para homenagear a presença da primeira-dama do governador desaparecido e fazer o republicano chegar.

Bandeira

Hasteada nos governos de LHS e mantida em Colombo, as Agências Regionais são temas de manutenção ou extinção. Se o MDB defende este legado, Gelson Merisio seu fechamento. Este é o ponto central da guerra entre os dois candidatos.

Raciocínio

À medida que defende a extinção das ADRs, Gelson Merisio joga para Mauro Mariani a responsabilidade de mantê-las. Até porque Ivete Appel da Silveira, suplente de Jorginho, é uma obrigação. Seria a homenagem à madrinha.

Cabide

MDB e PSD não podem se atacar porque, usando e abusando pelos partidos da antiga Tríplice, as Secretarias Regionais foram a cama dos sonhos de muitos desempregados. Neste ataque, só Décio Lima tem voz.

Xeque

Se antes atacava, agora Gelson Merisio vai tirar dividendos pela presença da esposa de LHS na majoritária. Mauro Mariani fica inviabilizado de defender a extinção por situação óbvia. Nasceu aí a geografia das urnas.

Gritaria

Uma coisa é o acordo dos partidos da base pró-Merisio para ficarem em silêncio durante a campanha. Outra é a gritaria que se, vitoriosos, irão fazer depois do processo. Só JC ofereceu tudo sem pedir nada. Não há outro.

Mapa

Partido político gosta de poder e cargo. Embora amem Jesus, seguem mesmo é seu opositor. Quando coligam, seja em que direção for, negociam tudo, inclusive. Não existem anjos dentro do poder. Quanto mais cargos têm, mais aliado tornam-se.

Mel

Para Décio Lima, a discussão entre Mauro Mariani e Gelson Merisio sobre as ADRs, ampliam-se muito o seu terreno de cobrança. Entre manter aberta ou fechar as Secretarias, ele não tem nada a ver com isso. Pode rir e dançar no tema.

Apagado

Paulo Bauer saiu da condição de candidato ao governo para a posição do Senado ao lado de Mauro Mariani. Se antes era dúvida, ficou o dobro disso. Começam a crescer apostas de que cometeu um erro fatal.

Porta

Caso Paulo Bauer não vá a Brasília como senador, fica em Geraldo Alckmin sua manutenção na vida pública. Se há algo abundante na busca pelo Senado, em 2018, são nomes em potencial de chegada. O atual senador sabe disso.



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