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O controle de ego dos candidatos; Chapecoense tem guerra milionária; Grupos atiçam torcedor em ódio; A Mega-Sena orçamentária do clube gera disputa; Cleiton Salvaro no Duas Perguntas

Por: Marcos Schettini
23/08/2018 20:21 - Atualizado em 24/08/2018 10:19

Samba, suor e cerveja

Dirigir a Chapecoense em tempos de dor foi de fuga total. No momento em que a municipalidade e Santa Catarina inteira comoviam o mundo com uma tempestade de dor, lágrimas e chuva, a solidariedade conquistada, respeito fúnebre e recuperação, ganharam todas as pessoas. Passada esta etapa, é natural que quem já tenha enxugando o rosto, trabalhe às escuras para ganhar o controle do time. Disputas são naturais e necessárias. Mas a questão de colocar o fêmur exposto para virar chacota dos rivais, tem sido um erro fatal para o clube. Joga-se no ventilador assuntos de conteúdo privado como se fossem públicos, ignorando nomes históricos que assinaram o crescimento coletivo da cidade. Pelo que todos têm feito, com a palavra os conselheiros.


Quais são seus compromissos com os cidadãos de SC?

Continuar o trabalho que viemos desenvolvendo, sem propostas faraônicas e promessas que nunca serão cumpridas. Desde a última eleição me comprometia estar presente e atender com respeito e carinho a todos. Deste modo conseguimos realizar muito mais ações do que se tivéssemos simplesmente prometido.

O que esperar destas eleições em tempos de completo descrédito dos políticos?

Eu vejo com muita tranquilidade. Penso que o eleitor vá pesquisar os candidatos para escolher um. O eleitor que pesquisar meu mandato verá que realizamos muitas ações e que representamos nossa gente. O eleitor que pesquisar minhas votações verá que fui a favor do povo, dos professores, dos policiais. Por isso fico muito tranquilo e posso dizer que fico feliz em saber que o eleitor vai pesquisar e direcionar seu voto pela seriedade e respeito. Me amedronta aquele que diz que votará em branco ou nulo, pois este será comandado por quem votar. É preciso pesquisar e votar com consciência.


Discrição

Os candidatos a governador estão aguardando o início dos programas eleitorais para começar a dar o recado aos eleitores. Orientados por seus marqueteiros, silenciam. Faz parte do cenário inicial.

Ameno

Bem diferente do clima anterior às convenções, o palco é leve. Admitem que estão construindo nos grupos de apoio os acertos finais para nado borboleta até outubro. Se antes consolidar externo foi difícil, agora é dentro.

Ego

Administrar a soberba entre quem tem mandato com o estreante, é uma tarefa à parte. Os bombeiros, evitando fuga de apoios, ficam passando a mão na cabeça e tapa nas costas. Onde há descontentes, é como gripe.

Descontrole

Tem o candidato que já chega impondo privilégios que os novatos também querem. Voto, como dinheiro de rico ou pobre, tem mesmo peso. Nasce um insatisfeito ali, imediatamente gera outro lá. Sem controle, vira praga.

Equívoco

Fora os interesses de cada grupo em confronto dentro da Chapecoense, o osso exposto que estão provocando para abalar o presidente Plínio David tem sido visto como afronta e osdividendos vão para os times rivais.

Desrespeito

O orçamento da Chapecoense é um excelente atrativo para dividir os interesses do time que, inclusive, tem quem esteja defendendo o rebaixamento para que diretoria caia em ridículo. Se isso é o caminho, é o fim.

Pensado

A oposição se articula para, nos dias que seguem, construir uma chapa e derrubar a direção que assumiu, dez dias depois da queda da LaMia, inclusive com o aval do atual presidente. O ego, financeiro, está destruindo o time.

Pessoal

Jogando assunto interno para estimular a torcida a derrubar a diretoria, no fundo, o interesse está no status quo da presidência e os milhões em torno dos campeonatos em disputa. O Satélite não conhece os motivos, mas Chapecó sai perdendo.

Milhões

Ser presidente da Chapecoense é como ganhar uma Mega-Sena acumulada. Neste caso, a briga é para levar o prêmio. A oposição joga junto, mas ninguém é amigo de ninguém neste bolão. A aposta é conjunta, mas todos querem sua parte.

Perseguição

Na Capital, para quem é do ramo, está claro que o tiroteio vivido pelo controle da Chapecoense são os contratos com fatura alta que o clube dispensa para fazer, dos campeonatos, o retorno multiplicado. Bons campeonatos enchem o cofre.

Ditatorial

A afirmação de que Plínio David De Nês decide isoladamente questões tem sido o trunfo dos grupos que disputam, em dezembro, a eleição da nova diretoria para minar seu controle interno. Usam a torcida torcendo contra.

Merecimento

Política dentro e fora do campo, Plínio David De Nês tem um forte grupo de apoio às iniciativas tomadas. Sabe quem são seus adversários como, também, as oposições entre si. Ninho de cobra, tudo o que conquistou no retorno, está sendo dissolvido.



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