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Mariani defende investimento no campo e reforço no efetivo da Segurança Pública

Por: LÊ NOTÍCIAS
24/08/2018 16:35 - Atualizado em 24/08/2018 16:36
MDB/SC Mauro Mariani participou do debate da Acaert nesta sexta-feira (24), em Florianópolis Mauro Mariani participou do debate da Acaert nesta sexta-feira (24), em Florianópolis

O candidato ao Governo pela coligação "Santa Catarina Quer Mais", Mauro Mariani, defendeu investimentos nas áreas rurais de Santa Catarina, com a proposta de levar internet e energia trifásica para todas as 180 mil propriedades que se encontram fora das cidades. O emedebista propôs ainda parcerias com as prefeituras para levar asfalto ao campo e uma desburocratização das licenças ambientais. Na área da segurança, Mariani afirmou que fará a reposição anual dos 600 policiais militares que vão para a reserva todos os anos. E mais: disse que fará concursos para que Santa Catarina tenha mais dois mil militares nas ruas até o fim do próximo mandato, em 2022. As afirmações foram dadas na manhã desta sexta-feira durante o debate da rede Acaert, transmitido por 50 emissoras de todo o Estado.

“O agronegócio representa 30% do nosso PIB. Os nossos agricultores são pessoas que trabalham de sol a sol e garantem muito da pujança de Santa Catarina. O governo precisa dar condições para uma vida digna no campo. Das nossas 180 mil propriedades rurais, menos de 40 mil tem internet. Eu vou levar internet a todas as propriedades rurais. Também faremos um amplo programa para levar energia trifásica, que é fundamental com o avanço dos equipamentos. Precisamos valorizar quem produz, e o pequeno agricultor será tratado com respeito”, disse Mariani.

O candidato do MDB aprofundou as propostas para a área da segurança pública. Ele afirmou ser necessário aprimorar o uso da tecnologia no setor, como uma forma de continuar a reduzir os índices de criminalidade, que começaram a cair a partir da posse de Eduardo Pinho Moreira como governador. Segundo o candidato, as ações mais simples são as mais efetivas: policial na rua e não ter medo de enfrentar as organizações criminosas. Disse também ser necessário manter o controle das fronteiras e integrar as redes pública e privada de câmeras, o que ajudará a melhorar a resolubilidade da autoria dos crimes. Mariani falou ainda sobre a reposição dos efetivos das polícias:

“A segurança é um tema que nos últimos tempos tem ganhado a pauta de Santa Catarina. Temos o compromisso claro de repor os 600 policiais militares que passam para reserva todos os anos. Hoje temos menos policiais militares do que 10 anos atrás. Ao longo de quatro anos vamos aumentar o efetivo em até dois mil. E a Polícia Civil passará por processo semelhante. Temos que dar melhores condições para o policial”.

Enxugamento da máquina, saúde e educação

Ao responder a sua primeira pergunta, sobre a gestão da dívida pública, o candidato do MDB afirmou que uma melhoria das finanças estaduais passa por um “controle absoluto dos gastos” e que o Estado não tem mais espaço para bancar ineficiência. Desse modo, ele garantiu que atuará pessoalmente na gestão dos atos do governo, mesmo os menores.

“Precisamos enxugar a máquina pública para entregar serviço na ponta. Vamos colocar uma lupa em cima de todas as despesas e perseguir sempre o crescimento econômico”, falou.

Mariani também comentou sobre a questão das Agências de Desenvolvimento Regional (ADRs) ao dizer que elas prestaram grandes serviços quando implementadas pelo ex-governador Luiz Henrique da Silveira, como a conclusão dos acessos asfaltados a todos os municípios do Estado. Para o postulante, porém, é necessário revisar o formato diante das inovações tecnológicas, sem esquecer o espírito de apoiar o interior.

Na área da saúde, o ex-prefeito de Rio Negrinho reafirmou o seu compromisso de apoiar e fortalecer os hospitais de caráter regional. A proposta é simples: aprofundar a regionalização iniciada pelo secretário Acélio Casagrande, para trazer os serviços para mais perto das pessoas e levar mais conforto e condições de cura para os pacientes.

Por fim, Mariani relembrou a questão da evasão escolar no Ensino Médio, com quase 70 mil adolescentes fora da sala de aula, e disse que o tema exige uma comunhão de forças de todos os setores da sociedade a fim de evitar que se crie uma geração de excluídos:

“Qual é o futuro que estamos garantindo para esses irmãos nossos? Temos que fazer um grande mutirão, trazer de volta esses adolescentes, encontrar um caminho e, claro, colocar tecnologia de ponta no ensino. É preciso que o professor faça parte da construção do futuro. Mas esse também precisa ser um desafio de toda a sociedade. Colocar todas as crianças na escola. Essa será uma bandeira nossa”.


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