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O boicote a João Amoêdo; Rogério Peninha é nome em SC; Blumenau no mapa do Poder; Privatização sai da pauta eleitoral; Rodrigo Fachini no Duas Perguntas

Por: Marcos Schettini
29/08/2018 09:32 - Atualizado em 29/08/2018 09:34

Xô eleitor

Viciado em propina como o efeito do crack no usuário, o eleitor percebe o diferencial nestas eleições. Sem as festas tradicionais com concentração eleitoral, regadas a bebida e comida, quem se faz presente são apenas os apoiadores do candidato. Por isso, sabe-se, que pouco mais de 500 pessoas, do meio político, comparecem às concentrações nestes tempos de seca financeira. MDB, PSD e PT, para citar os que apresentam mais forças nas urnas, têm registrado baixas presenças. Os tempos sem churrascos, cervejas e shows, tirou-os da obrigação. Sem suor e no repeteco de dizer àqueles que escutam, o que todos já sabem, os minicomícios tornaram-se concentrações piegas de aplausos dos já inclusos. Mais do mesmo, quem não foi perdeu de dar, novamente, um abraço naquele que já tinha visto pela tarde. Depois deste cansaço, vale pela ida aos restaurantes.


Por que o senhor quer ser deputado estadual?

Venho de uma família que tem no DNA a determinação em defesa da igualdade social. Meu pai João Fachini, que também foi vereador, e minha saudosa mãe Justina, sempre me orientaram que a verdadeira realização de um homem está em trabalhar pela qualidade de vida, não apenas dos seus familiares, mas também da comunidade. Meu querido tio, Padre Luiz Facchini, por meio de 32 cozinhas comunitárias, serviu mais de 15 milhões de refeições a crianças carentes de Joinville e região. Com tantos exemplos de vida voltada ao próximo, me senti desafiado a entrar para a política, onde estou no segundo mandato como vereador. Quero estender toda a experiência adquirida nestes últimos seis anos aos demais municípios do Estado, com o objetivo pessoal de fazer mais e melhor por nossa Santa Catarina.

O que Santa Catarina pode esperar de sua liderança dentro da Assembleia Legislativa?

Fui eleito vereador em 2012, com mais de 4.400 votos e assumi o compromisso de cumprir todo o meu mandato e assim o fiz. Tive a oportunidade de ser líder de Governo, presidente da Câmara de Vereadores, além de ter exercido por alguns dias a função de prefeito da maior cidade do Estado. Em 2016, com mais de 6.200 votos, dois mil votos a mais que da primeira vez, conquistei a reeleição. Após seis anos como vereador, tomei a decisão de ser candidato a deputado estadual e me sinto totalmente preparado para o novo desafio. Sempre acreditei que o Poder Legislativo, além de propor leis, tem a missão de fiscalizar o Executivo, e acima de tudo ser um representante junto ao Governo do Estado das demandas de cada município catarinense.



Democracia

O banqueiro João Amoêdo tem tido dificuldade para se fazer presente aos debates nas grandes emissoras de TV para expressar suas opiniões sobre o Brasil. Crescendo em atenção devido ao domínio dos temas, vai ganhando respeito.

Oportunidade

Debate sempre com os mesmos, tem cansado o eleitor. Amoêdo tem apresentando completo raciocínio nos temas conhecidos e, mais que uma demonstração de preparo, é a aceitação relâmpago que tem ganho. Virando opção.

Estacionado

Jair Bolsonaro tem ficado no patamar há meses sem alterar os índices. Ganhou a altura e pode, se mantiver sustentado, ir para o 2º turno mesmo falando o que ninguém entende. Ora diz, ora não, é o fenômeno que Peninha abraçou.

A postura de Rogério Peninha Mendonça em estar, desde o início, com Jair Bolsonaro, coloca sua liderança em uma posição VIP dentro das decisões do militar caso torne-se presidente da República. O deputado federal é escudeiro.

Relação

Ainda sem candidato a presidente, Gelson Merisio tem em seu DNA a queda por Jair Bolsonaro. Seu filho, Arthur, já assumiu. Como o MDB abraçou Geraldo Alckmin, fica a expectativa de que, conforme o andar do jogo, assumir a farda.

Vices

Napoleão Bernardes agregou muito mais com Mauro Mariani que, necessariamente, João Paulo Kleinübing a Gelson Merisio. O PSDB, embora galho do MDB, não tem a mesma identidade na chapa como é o DEM em relação ao PSD.

Ramos

A presença de Esperidião Amin, Raimundo Colombo, Gelson Merisio e João Kleinübing é de chapa pura com pitadas de diferenças de ego. Na chapa de Mauro Mariani, o PSDB faz grande diferença política com Napoleão de vice.

Guerra

Está na composição de ambos, Napoleão e JPK, para saber quem, dos dois ex-prefeitos, pode dar mais luz eleitoral às chapas. Noves fora, foi aberta a competição para saber qual deles tem força para fazer o voto aparecer.

Pois

Como Napoleão tem em Mário Hildebrandt a continuidade do governo, a máquina joga nesta direção. Embora a confusa divisão do prefeito de Blumenau, Mariani ao Governo e Colombo e Amin ao Senado. Equação para Oswald de Souza.

Trinca

Está nas mãos dos três ex-prefeitos a responsabilidade de levar a municipalidade para o Poder estadual. Se um deles é na cabeça de chapa, dois vão de vice. Entre Décio Lima, Napoleão Bernardes e João Kleinübing, Blumenau chega sempre.

Privatização

Nenhum dos candidatos, até o momento, tem defendido a venda de empresas públicas. Ao contrário, tem deixado claro que elas serão fortalecidas no mandato do futuro governador e deixa, com esta certeza, o funcionalismo enraizado.

Silenciosos

O empresariado, representado pela Fiesc, Faesc, Facisc, Fampesc, FCDL, Fecomércio e Fetrancesc, ainda não sinalizou sobre o tema estatais que, em tese, condenam. Se os candidatos fortalecendo todas elas, não batem de frente com a modernidade?



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