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O empenho de Dona Ivete; O início do horário eleitoral; A importância da Lei Lucas e o Poder econômico das coligações

Por: Weliton G. Lins
31/08/2018 11:47

Não menos importante

Começou hoje a propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV. Nas redes sociais, ela já tinha começado há mais tempo, e não somente quando foi liberada, se é que é possível entender. Candidatos estão em campanha há muito tempo, e na estrada encontraram exatamente o que podem perceber hoje, a falta de interesse do eleitor pela política, ou melhor dizendo, pela classe política.

Triste situação

É difícil empolgar o eleitor. Convence-lo a ir votar será uma missão, e não vale, dar carona, pagar a corrida, ou usar qualquer outra forma, que leve o eleitor da sua casa para o local de votação. Precisa ser espontâneo, voluntário, sem obrigação. Com a palavra os que defendem o fim da obrigatoriedade do voto.

Livre arbítrio

A população não quer mais receber imposições. Já bastam os impostos, as tributações, coisas que o governo empurra goela a baixo, e o cidadão não pode nem reclamar. O livre arbítrio hoje é fantasia, e exerce-lo está muito distante da realidade atual. Mesmo assim, o voto é secreto, são dadas as oportunidades pra quem quer, o eleitor preciso aproveitar a sua.

Poder econômico

Passados 16 dias de campanha, as primeiras prestações de contas dos partidos, que concorrem ao governo do estado, foram divulgadas. Fato curioso, são os valores apresentados por cada coligação. A coligação ''Santa Catarina quer mais'', liderada por Mauro Mariani do MDB, informou ter recebido da direção nacional do partido, R$ 2,5 milhões, valor que veio do fundo especial de financiamento de campanha. Já a coligação “Aqui é trabalho” liderada por Gelson Merisio do PSD, informou o valor de R$ 500 mil, aporte que veio da direção estadual do partido, através do fundo especial de financiamento de campanha. Décio Lima, candidato a governador pelo PT, informou o valor de R$ 383,3 mil, recurso repassado pelo diretório nacional.

Lei Lucas

A Câmara de Vereadores de Araquari aprovou esta semana, a ''Lei Lucas'', que tem por objetivo capacitar profissionais da educação do município para atendimento de primeiros socorros nas escolas públicas e privadas. A proposta é de iniciativa do vereador Cris Bertelli (MDB), e visa dar segurança as crianças. Diferentes entidades de saúde do Brasil, e a organização Criança Segura, alegam que a maioria dos casos de mortes por acidentes em crianças de 1 a 14 anos, e aqui inclui principalmente engasgos, poderia ser evitadas. Há quem defenda que 90% das mortes poderiam ter um final diferente se houvesse medidas preventivas. E foi justamente esse o motivo que levou Cris Bertelli a propor tal legislação para Araquari. “O projeto busca garantir às escolas e creches uma eficácia ainda maior nos serviços e zelos já oferecidos à população, fazendo com que mães, pais e responsáveis por alunos tenham maior tranquilidade e confiança nos profissionais que cuidam das crianças diariamente”, alega Cris Bertelli, autor da proposta.


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