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Elio Cella fica isolado; Gelson Merisio recebe apoio no projeto; MDB faz mobilização; O Brasil entregue a latrocidas; Rodrigo Minotto no Duas Perguntas

Por: Marcos Schettini
03/09/2018 22:33 - Atualizado em 03/09/2018 22:35

A lição destas eleições em SC

Seria normal que um processo político curto, fosse o momento para rever procedimentos que, já inaceitáveis, mantenham-se vivos. Os candidatos, todos eles, falam tudo, mas não dizem absolutamente nada. Se nas regiões dos Estados se encontram vários problemas, a tese de que SC é um estado de excelência, com tudo funcionando, tem cansado. Se está tudo bem, não precisaria de uma campanha. Santa Catarina está cheia de problemas. Se ela está melhor em relação aos demais Estados do país, é que estes estão afundados. Não é que o cidadão está feliz, mas os seus coirmãos vivem em plena desgraça administrativa. A disputa é pequena, a eleição nem começou e já está terminando, mas dá tempo de dizer algo que valha a própria honra. O respeito por aqueles que vão às urnas, termina depois do grito de outubro.


Qual é a evolução da campanha até o momento?

A receptividade das pessoas é muito boa, e isso demonstra que fizemos um mandato ouvindo a voz das ruas, defendendo a educação, os trabalhadores e cobrando a redução da máquina pública. Faremos o lançamento da candidatura à reeleição no próximo dia 8, sábado, em Forquilhinha, no Sul do Estado, e acreditamos que a partir daí a campanha ganha outro contorno. Estamos com os materiais espalhados por todo o Estado, uma campanha com um visual moderno e que tem chamado a atenção das pessoas. Uma disputa limpa, com paz e buscando passar a mensagem de que o eleitor não pode ficar ausente do processo eleitoral. Tem dado certo.

Onde fica a responsabilidade dos políticos com a cidadania?

Fica em todo e qualquer ato que praticamos. Essa desconfiança do eleitor em relação à classe política é a demonstração de que é preciso mais sintonia. Durante este primeiro mandato, votei assuntos polêmicos, ficando a favor da greve dos professores, pedindo a extinção das ADR’s e votando contra a criação de mais de 450 cargos no Judiciário. Esse posicionamento tem um preço, e nem todo mundo está disposto a pagar. Chegou o momento de passar isso a limpo, ver quais os compromissos de cada um. Precisamos evoluir sempre, priorizando o cidadão, e não os interesses pessoais.



Isolado

Até o momento, o candidato do PR de Chapecó para deputado estadual caminha só para seu projeto pessoal. Elio Cella tomou decisões não consultadas para aparecer nas urnas e, em terreno minado pelo PSD, fala sozinho.

Ninguém

Outro vereador de Chapecó negou apoio ao vice-prefeito do PR. Adão Teodoro deixou claro que vai com Gelson Merisio para governador e, pior que isso, vai trabalhar para o deputado Maurício Eskudlark. Elio Cella às cegas.

Dolorido

Elio trava uma batalha com Buligon porque queria que o prefeito saísse em abril para disputar a federal. Acreditando na vitória judicial de João Rodrigues, Gigante fugiu desta afronta. Cella queria ser prefeito goela abaixo.

Amargo

O clima entre o candidato do PR e a base do governo, é pior possível. Declarando fidelidade a Mauro Mariani, mas traindo seu DNA político, Cella entra em um ambiente onde percebe-se deslocado. Seu futuro sai em outubro.

Reação

As declarações de Jorge Bornhausen deram gás para o coletivo partidário que apoia Gelson Merisio ao governo. As lideranças passaram o dia ligando para o candidato do PSD, afirmando apoio e acreditando em sua liderança.

Respeito

Gelson Merisio tomou conhecimento da entrevista de JKB e entendeu as declarações com o respeito merecido ao líder que fez do PFL um partido modelo que, com suas digitais, ofereceu grandes contribuições em favor do Brasil.

Encerrado

O candidato a governador do PSD, liderando um leque de partidos, dá como finalizado qualquer comentário em relação às declarações. Diz que JKB, embora discordando, é igualmente um quadro de valor político e importante para SC.

Samba

Os ulyssistas fizeram um carnaval com as declarações de JKB e percebem-se animados com o que afirmam ser vazamento de óleo no motor pessedista. A entrevista de Jorge é de cunho pessoal, tirando qualquer participação sua no pleito.

Brasil

O ocorrido com o Museu Nacional mostra, escancaradamente, que a Educação e, consequentemente, a Cultura iluminam o cidadão para o direcionamento eleitoral. O choque destrutivo fulminou estas certezas.

Caos

O completo abandono da riqueza histórica, narrada na dedicação de funcionários, estudantes, cientistas e intelectuais que viveram, por dois séculos, foi incinerado na indiferença, desmando e desrespeito do comando falido do país.

Mais

Não é somente o sucateamento de todo o corpo nacional, mas também a tentativa de destruir a própria história então conhecida. O Brasil tem, nas esferas de comando, latrocidas. Eles roubam matando, riem do espetáculo, e assistem ao funeral.

Patético

Os ministros Rossieli Soares, da Educação, e Sérgio Sá Leitão, da Cultura, foram os trapalhões no espetáculo diabólico do Museu Nacional. Completamente perdidos, deram show de incompetência. O sinistro salvou suas existências.



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