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A dúvida do eleitor para sete de outubro

Por: Axe Schettini
06/09/2018 11:07
Jair Messias Bolsonaro é líder das pequisas no primeiro turno, mas é derrotado em vários cenários do 2º Jair Messias Bolsonaro é líder das pequisas no primeiro turno, mas é derrotado em vários cenários do 2º

A quase um mês do primeiro turno das eleições, uma grande parte dos eleitores continua sem saber qual será seu voto, principalmente para presidente da República. Em uma região praticamente dominada pelo antipetismo, Santa Catarina firma-se como o maior reduto eleitoral de Jair Bolsonaro, candidato que é o alvo do presidenciável Geraldo Alckmin, presidente do PSDB Nacional, partido que dominava os votos na região até a eleição que derrotou Aécio Neves.

Aqui, onde a ideia de que a bala resolve tudo, ouve-se somente que Bolsonaro será o presidente do Brasil a partir de 2019 e que, caso outro nome seja eleito, prevalece a ideia de que a urna eletrônica é uma fraude. Mas os mesmos que afirmam isso, esquecem-se de lembrar que Santa Catarina possui somente 3,4% do eleitorado nacional e que todo esse pequeno numeral não é do capitão da reserva.

O Brasil é muito maior que a cabeça das pessoas que nunca abriram um livro, não conhecem a história do mundo e não sabem os porquês da vida. A eleição deste ano, que deve ser um divisor para o progresso do país, provavelmente será polarizada, no segundo turno, pelo Partido dos Trabalhadores e Jair Bolsonaro. Sim, novamente o PT, mesmo depois de todas as tormentas que sofreu.

A grande sacada de Luiz Inácio Lula da Silva, que mesmo preso está na frente de todas as pesquisas eleitorais, é o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, que deverá assumir a candidatura na próxima terça-feira (11), em grande ato em Curitiba, cidade onde o ex-presidente está detido.

Na próxima pesquisa Datafolha, que será publicada na segunda-feira (10), sem o nome de Lula, Haddad deve aparecer atrás de Bolsonaro, Marina Silva, Ciro Gomes e, possivelmente, de João Amoêdo, bancário que fundou o Partido Novo e vem ganhando popularidade por demonstrar ser realmente o que o nome da sigla diz.

A partir daí, o PT terá cerca de 25 dias para percorrer o Brasil e buscar a transferência de votos ao até então conhecido como “Andrade”. Obtendo êxito nesta leitura, Bolsonaro, que tem um eleitorado já cristalizado, não deve sofrer muitos abalos de Alckmin, presidenciável com maior tempo de TV e rádio, devido às negociatas políticas.

Ciro Gomes, grande entendedor da economia, não conseguiu alinhar-se com Lula e deverá ficar na estrada. Da mesma maneira Marina Silva, que possui empatia com eleitorado feminino e do Norte, continuará com o sonho em ser presidenta.


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