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Datafolha não altera cenário; Pesquisa deve mudar rumos em SC; Falta de crescimento de Alckmin no Estado irrita tucanos; Décio Lima protocola pesquisa; Silvio Dreveck no Duas Perguntas

Por: Marcos Schettini
11/09/2018 10:21 - Atualizado em 11/09/2018 13:37

Palanque quebrado

Quando Esperidião Amin foi incentivado a construir sua candidatura ao governo, os artífices davam a ele, inclusive, iniciativas de arquitetar uma intervenção no PSDB de SC para unir vários partidos em favor de Geraldo Alckmin. O presidenciável abençoava, escondido, dissolver o diretório diante de uma superestrutura a seu favor no Estado. Como não ocorreu, o deputado federal voltou-se aos braços de Gelson Merisio levantando, novamente, a bandeira da coligação então arriada. O PSDB saiu da Convenção de Joinville direto para as duas vagas na majoritária do MDB. Agora, olhando uma reação negativa para Alckmin no Estado, começam a entender que entraram na contramão. Quem vai reafirmar isso, é o próximo Datafolha na sexta-feira. O presidenciável tem tempo e time. O problema é a bola.


É do Progressistas ou do MDB a presidência da Mesa?

Fui eleito 1º vice-presidente com unanimidade dos votos dos deputados presentes na sessão e agora assumi a presidência até o final desta legislatura, conforme o regimento. Nos cabe, agora, eleger o 1º vice-presidente.

Como estão sendo realizados os trabalhos neste tempo de eleição?

Temos uma pauta de votação que será cumprida neste ano. À medida que os projetos forem deliberados nas comissões, colocarei em votação no plenário.



Desempenho

O resultado do Datafolha ontem apresentou várias leituras a serem feitas ao redor do candidato extremista do PSL. Ele, ao contrário do que se imaginava, não tirou dividendos eleitorais do atentado sofrido e, pelos números, corrói-se.

Efeito

O comando de campanha de Jair Bolsonaro imaginou que o fato em MG iria direcionar o eleitor e fosse, por isso, como mesmo afirmou seu filho ao dizer que haviam entregado a faixa presidencial, carimbar a vitória por antecipação. Erraram.

Descrédito

Ao atacar a imprensa e os institutos de pesquisas como Datafolha e Ibope, o coletivo pensante da campanha de Bolsonaro quer igualmente assumir o papel de Adélio Bispo de Oliveira, golpeando, agora no pescoço, o que não admitem.

Ilusão

Que o candidato Bolsonaro subiu dois centímetros, ninguém nega, mas imaginava-se que o desfecho mineiro teria efeito semelhante ao de Eduardo Campos em 2014. Como não ocorreu, os adeptos navegam na ideia de fraude nas afeições.

Quadro

O cenário saído das pesquisas do Datafolha, indiferente da falta de fé de seus eleitores, mostra um caminho novo em SC. Se havia a possibilidade de Gelson Merisio abraçar o candidato do PSL, agora retarda a intenção. A nova pesquisa que sai sexta vai reafirmar.

Outra

Com a nova consulta sendo feita, que sai na próxima sexta-feira, o Datafolha vai dizer se houve alteração na aferição de ontem à noite. Caso o efeito do atentado favorecer Bolsonaro, o quadro em SC muda. Se ficar igual, a tese é Ciro Gomes.

Elevação

À medida que não há mais como ser o protagonista em favor de Geraldo Alckmin porque o MDB já assumiu a causa, Gelson Merisio busca o farol presidencial de olho no 2° turno. Vai precisar ancorar sua estrutura para diferenciar dos ulyssistas.

Transferência

O petista Décio Lima olhou as pesquisas do Datafolha animado. Imagina-se no 2° turno com o efeito Haddad ganhando os catarinenses. À toa não é o protocolo de pesquisa que registrou no TRE em SC. Vai colocar na TV que está firme e forte.

Guru

Lula da Silva tem um efeito saudosista na militância do PT. Mas com ele fora do jogo, caíram na realidade e voltam-se para Fernando Haddad como salvação com sua reação acima da margem de erro no Datafolha. O crescimento incendiou a turma de Décio Lima.

Parado

Geraldo Alckmin já deveria estar forte em SC há tempos. Com os ulyssistas gritando baixo seu nome, o efeito de escuta é fraco. Pelo número de prefeituras que tem e a coligação que o abraçou no Estado, o presidenciável já deveria estar incomodando os adversários.

Baixo

O desempenho do MDB catarinense em favor de Geraldo Alckmin é o pior possível. Abraçados na coligação, os tucanos começam a olhar decepcionados para os aliados. Vice-presidente do PSDB nacional, Paulo Bauer, já se sente no efeito negativo de sua responsabilidade.

Torrão

O PSDB construiu um caminho eleitoral que, possível, corroeu-se na semana seguinte à grandiosa convenção em Joinville. Aplaudido pela coragem de fazer palanque a Alckmin, Paulo Bauer dissolveu-se na chapa ao lado de Mauro Mariani indo à reeleição, vista como duvidosa.



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