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Neodi Saretta e Leonel Pavan; Ademir Arnon e Moacir Pereira à frente da ACI; Júlio Garcia em Chapecó; Chapecoense e o sonho; Adriano Zanotto no Duas Perguntas

Por: Marcos Schettini
12/09/2018 10:06 - Atualizado em 12/09/2018 10:07

Chapecoense e seus algozes

O período de seca em vitórias que o clube tem vivido, levando sua posição em alerta vermelho na disputa do Brasileirão, vem recebendo várias investidas à moda Adélio Bispo de Oliveira, só que nas costas, de membros da Associação Chapecoense de Futebol porque, utilizando-se da má fase, buscam sensibilizar a oposição para tomar o controle do time. A dor da tragédia, que enviou ao mundo a solidariedade e o respeito, está sendo colocada em plano vergonhoso porque, sabe-se, há por trás grandes interesses que estão no milionário orçamento do time. O prefeito de Chapecó chamou todos à soma e lembrou que é agora, bem diferente da destruição total em novembro de 2016, o tempo ideal de mostrar caráter e cara limpa para segurar o time. Se o torcedor confia, o grupo de oposição, ávidos pelos recursos, são de qualquer time. Menos da Chapecoense.


De Florianópolis (SC).

Qual o tamanho da Casan em favor da cidadania?

Ao universalizar os sistemas de abastecimento de água e ampliar a rede de coleta e tratamento de esgoto no Estado, a Casan está propiciando à população catarinense o melhor legado que uma instituição pública pode oferecer: saúde e qualidade de vida. Água de qualidade e rede de esgoto com tratamento representam menos munícipes frequentando postos de saúde, médicos e hospitais, além de preservar os mananciais e proteger o meio ambiente.

Os investimentos de R$ 2,2 bilhões representam o que em sistemas de água e esgoto?

No quinquênio 2015-2020, a Casan está investindo R$ 600 milhões em Sistemas de Abastecimento de Água (SAA), instalando 85 reservatórios de diferentes portes no Estado, construindo ou modernizando mais 45 estações de tratamento de água, perfurando mais de 150 poços onde os aquíferos permitem e implantando mais de 250 quilômetros de grandes adutoras de maior diâmetro. Em termos de esgoto, estamos investindo R$ 1,6 bilhão em 45 obras de 30 municípios. Este canteiro de obras em andamento está permitindo que Santa Catarina, que já foi o 23º lugar no ranking de cobertura de esgoto, ocupe um dos dez primeiros lugares em 2020, ou seja, um salto admirável no período de uma década.



Leve

Neodi Saretta, ex-presidente da Assembleia e atual deputado estadual, tinha tudo para ser levado à vice-presidência da Casa ontem. Mas seu modo cordial, respeitoso e de convívio com os pares, tirou dele esta ambição.

Homenagem

Leonel Pavan, que saiu de uma condição duvidosa de sua saúde para gloriosamente voltar à ativa, assumiu a vice. Foi coroado com a última missão parlamentar por sua história pública e cargos que conquistou. Pelo que passou, foi alto.

Apelo

Trabalho de resultados positivos em favor da memória jornalística, respeito e sensibilidade com os profissionais do meio, atenção ininterrupta pelos interesses da classe, são argumentos para que Ademir Arnon assuma outro mandato da ACI.

Vigor

Instância de valor moral, histórico e profissional, a ACI – Casa do Jornalista é o bastião profissional que justifica-se pela presidência de um nome com as características de sua altura e necessidade. Ademir Arnon é aval das conquistas observadas.

Dupla

Não somente o jornalista e atual presidente Arnon, mas igualmente o jornalista Moacir Pereira, em seu tempo, parte patrimonial desta história. Ambos, atuando graciosamente, deram luz à entidade. Ademir tem a obrigação de continuar.

Museu

Em tempo de total irresponsabilidade com o Patrimônio Nacional, cujas chamas engoliram, a Casa do Jornalista está em mãos paternais. À medida que Ademir Arnon abre mão de sua recondução obrigatória, coloca em xeque a certeza e dá lugar à dúvida.

Sede

As investidas que Arnon e Moacir têm feito, dedicando horas à materialização de um luxuoso e moderno ambiente das riquezas históricas do Jornalismo, fica na dupla a continuidade disso. O Brasil já é prova suficiente do que o amadorismo é capaz de fazer.

Retomada

Silvio Dreveck, antes questionado pelo MDB sobre sua vez de controlar a presidência da Mesa, dúvida que nasceu com o desaparecimento de Aldo Schneider, conduziu o retorno às atividades e encerrou, de vez, um desentendimento inocente.

Presença

Júlio Garcia pisa em Chapecó amanhã e, ao lado de seu leque de apoiadores, com a baliza de Eron Giordani, vai visitar várias lideranças locais entre empresários e amigos. Vai reunir na Afusoeste o coletivo para deixar seu recado.

Tempo

Júlio Garcia ainda não se curvou às movimentações da chapa. Ajustando ali e lá, está construindo entendimento. São ensaios da política. Se no PSD há afunilamento, no MDB o mesmo. Udo Döhler, que não iria com Mauro, agora cede.

Dinheiro

Eduardo Moreira vai bater onde tem moeda para atrair recursos para deixar sua marca logo depois do pleito. O governador tem a missão de entregar ao próximo governo o caixa redondo. Se Colombo entregou um ouriço, quer entregar um pêssego.

Cutucada

Cada vez que se fala em Tesouro, Colombo e Eduardo, antes afinados, agora amargam. Quando estava nos EUA, o inquilino da d’Agronômica disse que Raimundo não dava tinta na caneta. Depois que entregou de vez, não tinha ponta.



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