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Coligação de Mariani invade Xanxerê; Balneário Camboriú olha 2020; A questão Senado na eleição; Datafolha e o fator Alckmin; Nilso Berlanda no Duas Perguntas

Por: Marcos Schettini
13/09/2018 10:50 - Atualizado em 13/09/2018 15:10

O Datafolha e o tira teima

Amanhã saem os novos números da pesquisa que deverá dizer o real quadro eleitoral do processo político nacional. Quem subiu, desceu ou manteve. Se o sinistro ocorrido em MG vai dizer se Jair Bolsonaro tem chances reais no 2° turno, só a leitura desta sexta-feira vai dizer sim ou não. Os empresários olham com força o destino de Geraldo Alckmin para começar a forçar a subida e ameaçar o extremismo entre PSL e PT. Se houver chances do tucano assustar uma subida, jogam todas as fichas a partir de sábado. Não há mais tempo em 23 dias. O ex-governador paulista só tem esta chance amanhã.


De Florianópolis (SC).

Qual é a maior dificuldade nestas eleições?

Eleição sempre é com muita dificuldade. Mas não temos nada que nos desabone porque temos o nome limpo na Justiça. Andamos de cabeça erguida e olhando nos olhos do cidadão com respeito e verdade. Não temos nada a esconder. Sou empresário, estamos oferecendo emprego, impostos e desenvolvido Santa Catarina. Nossa passagem pela Assembleia sempre foi de trabalho. Quero ser deputado estadual para poder fazer algo de grandioso para o nosso povo. Não preciso da vida pública para viver. Mas estou querendo fazer muito em favor das pessoas. Ser representante do cidadão é muito dignificante. Quero ser digno de todos eles para construir os sonhos da nossa gente.

Mas não são muitas as dificuldades do povo?
Claro que sim. O cidadão paga o imposto e recebe nada em retorno. E quando recebe, é de má qualidade. Toda esta dificuldade que a classe política passa, é justamente porque o povo cansou desta enrolação. Mas o único caminho para dar segurança, vida digna e cidadania ao povo catarinense, é através da política. E eleição é para isso. A gente tem que escolher quem se conhece. Não vivo da política. Estou na vida política para fazer algo grandioso pelo meu cidadão catarinense. Sei que posso contribuir para isso. Por isso vou de cara limpa e com minhas verdades. Fiz muito, mas acho pouco. Podemos fazer mais e sempre vai ser preciso continuar fazendo. A nossa gente é trabalhadora, valente e sincera. Eu, com eles, me sinto igual. Sou de origem simples. Não tenho medo de estar com o povo.



Data
O chefe de São Lourenço do Oeste, Rafael Caleffi, vai receber a comitiva do MDB, sábado, no município. A coligação de Mauro Mariani chega forte, acreditando no desempenho do prefeito na metade dos votos.

Juventude
Caleffi lidera uma coligação municipal com o antigo PDS. Daniel Hippler, vice-prefeito do Progressistas, está em completa sintonia com o emedebista Rafael. Falam a mesma linguagem e caminham na mesma direção. Jovens, são o novo na política.

Invasão
Mauro Mariani faz grande mobilização em Xanxerê, hoje, com chamamento geral dos prefeitos para a construção do 15 nas urnas. Entra na casa de Gelson Merisio para mandar o recado ao adversário. Quer vencer na casamata adversária.

Guerra
Se tem um lugar que Gelson Merisio tem que mostrar força é Xanxerê. Lugar onde construiu sua vida política, o candidato ao governo do PSD está em movimentação forte para levar a vitória em casa. A missão contrária é do MDB.

Agora
Adenilso Biasus, agora secretário de Estado de Desenvolvimento, não venceu o pleito municipal por 12 votos. Está nele a responsabilidade de fazer acontecer o processo em favor do MDB. Xanxerê é, este momento, palco de guerra.

Entrou
Embora chamado de canela de vidro por Mauro Mariani, o prefeito de Joinville mergulhou no pleito. Já fala abertamente que vota no candidato do MDB a governador. Udo sempre olhou para Mariani como adversário.

Efeito
Udo Döhler está para Mauro Mariani como Júlio Garcia para Gelson Merisio. Ambos os candidatos ao governo, cada qual em sua proporção, tem seus adversários internos. Indiferentes, caminham no jogo eleitoral. Se não entrarem, quem perde são eles.

Futuro
O vice-prefeito de Balneário Camboriú disputa a Alesc, mas está de olho é na cadeira de prefeito em 2020. Carlos Humberto Metzner Silva, ligado ao setor da construção civil, está chamando Edson Piriquito para a guerra eleitoral.

Embate
Carlos Metzner se prepara para disputar o processo eleitoral porque a avaliação administrativa de Fabrício Oliveira, do PSB, escorrega na comunidade empresarial. A disputa entre o PR do vice e MDB de Piriquito, em 2018, é preparo para 2020.

Tangente
Pavan Júnior, filho do deputado Leonel Pavan, agora vice-presidente da Alesc, assume a vacância do pai. Vai se ajustando para o processo eleitoral de 2020 em 2018. Embora queira ir para Brasília, o chão do DNA do ex-governador é a disputa municipal.

Davi
Jorginho Mello chegou na Alesc, ontem, para falar com deputados dizendo que vai derrubar um grandalhão ao Senado. O recado vai para Raimundo Colombo e Esperidião Amin. O republicano, casado ao Senado com a esposa de LHS, vê nisso o compromisso ulyssista.

Missão
O Senado é o divisor de águas da eleição. Como foi em 2002, quando Amin perdeu para LHS, vai ser a derrota de um que influencia a vitória de outro. Quem perder de um lado, se aproxima do outro. Como foram derrotados, perderam o compromisso local.

Anfitrião

Natalino Lázare montou forte coletivo de trabalho em busca da reeleição. O gabinete esbanja simpatia e atendimento, tem farto material demonstrativo de sua atuação parlamentar e com pé na estrada. Sábado recebe Álvaro Dias em Florianópolis.



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