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Cifra Econômica | Cortar impostos, dólar, frete e conta de luz

Por: Daniel Ribeiro
14/09/2018 10:47 - Atualizado em 04/08/2020 10:10

Cortar impostos é tendência

A proposta de redução do Imposto de Renda das empresas aproximará a alíquota cobrada no Brasil, hoje de 34%, da praticada pelos Estados Unidos e da média dos países que integram a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, entre 21% e 22%.

Em entrevista, o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, que participou na quinta-feira, 13, da entrega dos prêmios “Empresas Mais”, do Estadão, afirmou que essa redução será feita de forma gradual. A equipe econômica vai esperar o resultado da eleição presidencial para encaminhar ao Congresso as duas medidas tributárias que considera prioritárias: a reforma de PIS/Cofins, já pronta, e a redução do IR para pessoas jurídicas.

Tabela do frete

Com os preços mínimos impostos pela nova tabela do frete, que sofreu reajuste de 5% na semana passada em razão da alta no preço do óleo diesel, o custo dos insumos para produção agropecuária, sofreu alterações a exemplo do Estado do Mato Grosso do Sul que teve majoração de pelo menos 50%.

O reajuste da tabela do frete foi confirmado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e, logo em seguida, a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) elevou de US$ 4 bilhões para US$ 5 bilhões a sua previsão de custo extra com frete para escoar a safra de soja e milho em 2019.

Dólar opera em alta

Os investidores agem com cautela diante da cena eleitoral brasileira indefinida, a poucas semanas do pleito. Resultados de pesquisas eleitorais, notícias e boatos sobre candidatos deixam o mercado financeiro agitado, favorecendo a especulação na Bolsa de Valores e no câmbio.

Os investidores temem que um candidato que considere menos comprometido com o ajuste das contas públicas ganhe a disputa pela Presidência em outubro.

Taxa extra na conta de luz

O diretor geral do Operador Nacional do Sistema (ONS), Luiz Eduardo Barata, disse na quinta-feira (13) que até o final do ano a bandeira vermelha do setor elétrico continuará acionada, mesmo com o início do período chuvoso em novembro, porque seria temerário desligar termelétricas em um momento de escassez hídrica.


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