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Debates Sociais | Somente Geraldo Alckmin pode tirar a eleição de Haddad ou Ciro

Por: Axe Schettini
14/09/2018 14:32 - Atualizado em 14/09/2018 14:34
Divulgação/LÊ

As leituras feitas pelos institutos de pesquisa mais respeitados do Brasil, seja Datafolha ou Ibope, apontam que, embora toda popularidade de Jair Bolsonaro, ele não terá pujança suficiente, em segundo turno, para vencer qualquer outro candidato, devido à alta rejeição.

Lançado na terça-feira (11) como candidato a presidente da República, Fernando Haddad deve mostrar crescimento significativo no Datafolha que será divulgado hoje, às 19h, pela Folha de São Paulo. Com o espólio de Lula nas costas, o ex-prefeito de São Paulo é candidatíssimo ao segundo turno, devido ao histórico do Partido dos Trabalhadores, além da pesada máquina articulada em todos Estados.

Marina Silva demonstra-se fragilizada e, com pouca estrutura partidária e baixa adesão nas redes sociais, tende a manter-se ou até cair algum ponto na leitura nacional, se os números apresentarem pouca oscilação. Forte candidata ao Planalto em 2014, viu-se ruir sua popularidade por não ter capacidade em derrotar Dilma Rousseff para tirar o PT do poder. Por isso, nos últimos dias da campanha, o eleitor utilizou o chamado voto útil em Aécio Neves, o eterno quase presidente da República.

Neste raciocínio, a campanha o ex-governador de São Paulo vai tentar atrair um pouco do eleitorado não cristalizado do capitão reformado do Exército, visando ir ao segundo turno, com chances extraordinárias de vencer as eleições. Mas para tudo isso acontecer, Alckmin tem uma grande odisseia pela frente, que é buscar também votos de Henrique Meirelles, João Amoêdo e Álvaro Dias, beliscando possível eleitorado que hoje não tem convicção plena por Ciro Gomes.

O cearense, por sua vez, com projetos mais sociais como limpar o nome das pessoas do SPC, tem agregado eleitores lulistas que, não conhecendo Haddad, até então pensam em Ciro, mas essa parcela de eleitores deve titubear de um lado para outro nos próximos dias. Com a presença em debates e sabatinas, o ex-prefeito de São Paulo deve-se associar à imagem de Lula para angariar votos, mas, por outro lado, traz consigo uma generosa rejeição do ex-presidente.

Então, com os números atuais, somente Geraldo Alckmin, que é um candidato mais estadista e centro-direita, pode tirar a esquerda do poder. Não é à toa o apoio econômico ao seu redor. A difícil missão é se concretizar em segundo colocado através do grandioso tempo de TV, mas com a prisão do tucano Beto Richa, esta semana no Paraná, a imagem do PSDB deve ser atacada, colocando em xeque o crescimento da sigla rumo ao sete de outubro.

Os mais fiéis seguidores de Jair Bolsonaro, com 24% no Datafolha, devem ser superados por todo o segundo pelotão que, embora com baixos números, pode derrotar o militar em segundo turno. Até então, o ataque não surgiu efeito e, agora, as luzes do capitão se apagarão nos calorosos debates nas maiores televisões do Brasil. Quem for ao segundo turno com Bolsonaro, vence a eleição.


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