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Cella sem majoritária; PT animado em SC; Gigante Buligon ocupa espaço; Defecções à vista; Dileta Corrêa Silva no Duas Perguntas

Por: Marcos Schettini
18/09/2018 10:55

Salve-se quem puder

Asfixiado com os piores números em SC, Geraldo Alckmin não tem força para impedir que os tucanos olhem seu pior desempenho no Estado e, de quebra, o efeito ao Senado. Se a coligação de Mauro Mariani garantir a ida de Jorginho Mello e Paulo Bauer para Brasília, sua vitória fica em menor esforço. A força de Esperidião Amin e Raimundo Colombo deixa dúvidas do êxito. Naufragados em Alckmin, os tucanos vão recorrer às receitas médicas alegando uma série de problemas de saúde nas asas. Se tem um terror que o MDB não quer é a quebra de asas em massa do PSDB. Com eles ficando em casa molhando o bico, já é um grande apoio a Gelson Merisio. Quem é do meio, sabe.


Qual é o maior desafio da mulher na vida pública?

Antes de mais nada, saliento que sou antifeminista e a favor da meritocracia. O maior desafio que a mulher encontra na política, sem dúvida, é conciliar a vida privada com a pública. Nos destacamos nos últimos anos por nossas lutas e conquistas, mas ainda encontramos diversas barreiras para entrarmos na política, porque ainda nos veem como o sexo frágil. A mulher tem grande colaboração nas influências humanas que se tenta propagar na atualidade, necessitamos de transformações rápidas e pensar no papel social desempenhado pelas mulheres na sociedade brasileira (mais especificamente sob a ótica da política) é sempre um exercício interessante, principalmente quando levamos em consideração uma sociedade como a nossa, construída sob a égide do machismo, do patriarcalismo, na qual o homem sempre se destacou ocupando cargos públicos e a mulher, o privado.

O que separa a mulher para representar a sociedade na luta política?

Politicamente a mulher vem enfrentando grandes guerras e desafios com maestria e sabedoria. A arte de fazer, realizar e acontecer de forma mais humana é a nossa maior bandeira e o que separa a mulher para representar a sociedade na luta política é apenas a consciência de como somos importantes para a transformação do nosso país, sobretudo da mulher que defende os posicionamentos de direita, como é o meu caso, sem se vitimizar como as da esquerda.



Ambíguo

A atuação confusa de Elio Cella tem enganado as duas coligações. O vice-prefeito de Chapecó não abraça a campanha de Mauro Mariani, cujo PR faz parte do grupo e, igualmente, em relação a Gelson Merisio. Esconde-se de ambos.

Confuso

Buscando sozinho sua candidatura, Elio amarga um isolamento desnecessário. Na altura em que se encontra, é preciso decidir o rumo. Enganando Mariani e Merisio, em qualquer resultado de outubro, Cella fica em posição negativa.

Mais

Jorginho Mello, candidato ao Senado pelo PR, conta com Cella pedindo votos para Mauro Mariani em Chapecó. O candidato ulyssista gravou vídeo para Elio e não tem contrapartida. Mal com PSD e MDB, o vice de Gigante fica no muro.

Animação

A passagem de Fernando Haddad em Florianópolis acendeu a luz eleitoral do PT que continua afirmando que a pesquisa Vox Populi, impugnada para divulgação, assustou o MDB, que estaria em posição numeral inferior.

Ele

Décio Lima, que saiu em primeiro na divulgação do Ibope em SC, busca as mesmas esperanças para a segunda aferição que deverá sair nesta sexta-feira. O candidato do PT ao governo mantém o discurso que está em primeiro.

Prenuncio

A ida de Gigante Buligon para o projeto de Jair Bolsonaro é uma sinalização para segurar um forte coletivo eleitoral em favor de Gelson Merisio. É a ocupação de espaço para, se necessário, pavimentar o candidato do PSD no 2º turno.

Distanciamento

Como o nome de Fernando Haddad ganha corpo e deve, pela força de Lula da Silva, ir ao 2º turno, isenta Gelson Merisio de assumir o nome do militar. A lógica é para atrair os votos de Décio Lima e impedir que ulyssistas assumam o espaço.

Xadrez

Gelson Merisio enxerga os lances nacionais para definir a estratégia em SC. Quando Gigante Buligon já encosta no presidenciável do PSL, o presidente do PSD dá xeque no MDB. Ficando isento, ganharia a simpatia dos próximos dos lados em disputa.

Definição

O 1º turno vai dar luz às movimentações nacionais no Estado. PT fora da 2ª etapa, silencia apoio ao PSD mas dá grito de guerra contra MDB. Por isso que Gelson Merisio não vai anunciar apoio a Bolsonaro. Já vê Haddad e o capitão em guerra.

Quieto

Como a tendência é MDB e PSD passar pela alfândega eleitoral, a ida do PT e PSL para o campo de guerra, o silêncio de GM fala mais que o de MM. Como abraçou Geraldo Alckmin, os números assustam esta antecipação.

Imigração

PSL e PT são o pior resultado para Mauro Mariani. Como desobriga os tucanos a garantir fidelidade, o ninho dissolve-se em interesse e olham o motor mais forte para a Casa d’Agronômica. Começa o êxodo eleitoral. A eleição ao Senado é a cereja.

Atravessado

À exceção de Rogério Peninha Mendonça, preocupado com a eleição de Bolsonaro e sua volta a Brasília, o restante do MDB está atravessado na garganta do PT. A revanche do impeachment é ver os ulyssistas derrotados.



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