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The Economist avalia Bolsonaro como ameaça; Aécio Neves destruiu sonhos de Alckmin; Hoje saem os números do Ibope; Eleitor indiferente; Carlos Chiodini no Duas Perguntas

Por: Marcos Schettini
21/09/2018 10:31 - Atualizado em 21/09/2018 10:42

A apatia do eleitor

Agricultores de tudo que estão colhendo, os políticos estão vivendo o que há de pior para pedir voto. O cidadão não quer saber de deputado federal e estadual. No máximo, governador e senador. Ignoram completamente a proporcional porque, calejados, entendem que já não conseguem mais acreditar no que dizem. Um, atacado verbalmente, ficou constrangido. Deu sorte porque não foi filmado. Em tempos em que todo cidadão é um paparazzi, saiu bem. Ele esticou o braço, de dentro do carro para entregar sua propaganda, e ela rasgou em sua frente. Além de ter sido chamado de mentiroso. Bebem do próprio veneno. É o retorno macabro que não desejavam.


Como o Sr. vê a eleição neste momento delicado para o Brasil?

Realmente um momento delicado da história brasileira, porém é por meio da eleição que se toma novos rumos. Acredito que o brasileiro terá sabedoria para escolher seus representantes, assim ter estabilidade e restabelecer o crescimento, que é o mais importante.

Qual a proposta de cidadania que define a necessidade dos catarinenses?

Santa Catarina é um Estado de muitas diversidades e que na soma das qualidades do seu tecido social se torna no melhor Estado do Brasil. No entanto, agora é hora de repensar o nosso desenvolvimento, estimulando investimentos e gerando mais empregos. Promovendo o crescimento de todas nossas regiões da mesma forma, usar o braço forte do Estado para inclusão social e melhor qualidade de vida. Percorremos todo o Estado, principalmente nos últimos três anos que estive como secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS) e pudemos ver que existem muitas carências e desigualdades. Santa Catarina está na 7ª colocação em repasses para o Governo Federal, em 2017 foram mais de R$ 33 bilhões. Recebemos somente R$ 9,3 bilhões. Isso precisa mudar. Defendo que a representatividade de Santa Catarina na Câmara Federal precisa ser fortalecida. Saúde, Educação, Segurança e Infraestrutura são áreas prioritárias. São segmentos que influenciam diretamente no dia a dia dos catarinenses e, por isso, devemos batalhar para que recebam os investimentos necessários. Destaco, ainda, a inovação e o empreendedorismo como bandeiras importantes. Nos últimos anos trabalhamos para criar ambientes de negócios mais favoráveis, sobretudo, pela desburocratização, por meio do projeto Bem Mais Simples. Precisamos fortalecer nossa economia, atraindo empresas de alto valor agregado, valorizando o espírito empreendedor catarinense e investindo em inovação para sermos mais competitivos no cenário mundial. Assim vamos gerar mais empregos e, consequentemente, mais qualidade de vida aos catarinenses.



Ameaça

A revista The Economist, com conteúdo voltado ao liberalismo, colocou Jair Bolsonaro na capa e, no texto, diz que ele é uma ameaça para a democracia na América Latina. Dura na avaliação, o periódico inglês, desde 1843, está taxado de comunista.

Também

Os seguidores de Jair Bolsonaro afirmam que Geraldo Alckmin é um comunista por isso que está caindo nas pesquisas. A forma como o ex-governador paulista está sendo taxado pelos bolsonaristas mostra bem a cultura intelectual do país.

Comunistas

Dizer que Geraldo Alckmin é seguidor de Karl Marx, Lênin e Trotsky, é o fim de um país que, de fato, mostra-se pior em tudo que diz respeito à tolerância, conhecimento e cultura. Uma revista liberal taxada de comunista é, sim, o final de tudo.

Caro

Geraldo Alckmin, o candidato que é visto como um quadro com grandeza moral e perfil estadista, está pagando caro, e o país junto, com a fraude chamada Aécio Neves. Ele, o mineiro, conseguiu crucificar o presidenciável.

Pior

À medida que o então presidente do PSDB aproximou o partido de Michel Temer, colocou em xeque o projeto político de Geraldo Alckmin. Aécio Neves foi perfeito em fazer tudo certo para destruir a caminhada presidencial do ex-governador.

Consequências

A tese de unir o Brasil, com os personagens presidenciais liderando as pesquisas, mostra claramente que, qualquer que seja o resultado eleitoral, vai rachar a nação em eles e contra eles. O empresariado, igualmente omisso, joga a certeza no lago gelado da indiferença.

Fato

As consequências políticas da intolerância nos extremos que está colocado em seus representantes ideológicos, faz com que o medo neles apregoados, ganhe corpo e gere a insegurança antes e depois do pleito. O Brasil, como se vê, finalizou-se.

Confirmação

Os números do Ibope que sai hoje dando um quadro em SC vai tirar a dúvida de quem está, nesta curva final da reta eleitoral, com chances de ir para o 2º turno. As pesquisas que correm mancas nas redes sociais, são confusas.


Revelação

Os números vão dizer quais os dois nomes ao Senado que podem ir a Brasília. Aquele que, entre as grandes coligações, tropeçar, trai. Não vão aceitar que a composição, feita para vencer, tropece. A demonstração vai mexer.

Chegada

Os principais candidatos ao Senado têm ignorado a força de Lucas Esmeraldino e Roberto Salum. Inclusive com chacota sobre a fragilidade partidária de ambos. O primeiro, do partido de Bolsonaro e, o segundo, da linha do presidenciável.

Cenário

Em qualquer direção que o candidato ao Senado tropeçar, vai influenciar muito no 2º turno. A ideia é apostar na chegada da chapa completa. Os candidatos ao governo já perceberam que vão ter cada um deles trabalhando contra.

Credibilidade

Aqueles números internos dos partidos, que são jogados em redes sociais para impressionar, são observados sempre com a dúvida em que se apresentam. Não teriam credibilidade e nem força científica para colher aferições. O Ibope é exceção.



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