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Jorginho Mello em perigo ao Senado; Mariani cresce metade de Merisio; O Senado favorece PSD; Bauer ameaça Colombo e isola Jorginho; Décio mantém; Fernando Krelling no Duas Perguntas

Por: Marcos Schettini
24/09/2018 10:01 - Atualizado em 24/09/2018 10:39

Agora começa a luta pelo Senado

Como Jorginho Mello aparece completamente atrasado no sonho para o Senado, o vilão entre ele e Raimundo Colombo é o senador Bauer. O republicano quer tirar os dois, e o lageano aumentar a distância. A traição no 2º turno passa pela disputa das duas vagas. Se Esperidião Amin e o antecessor de Eduardo Pinho Moreira estão na dianteira desta conquista, aplica-se a subida de Gelson Merisio a esta coligação construída. Ao contrário, a afinação entre MDB e PSDB não deu ao republicano o mesmo chamamento. Se os dois candidatos de Mauro Mariani subiram 5% e 6% no levantamento, o Progressista ganhou 7% e o pessedista não alterou. O fraco desempenho do presidente do PR, não combinando com o líder do Ibope, vai esquentar o debate na coligação. Os ulyssistas não engoliram o presidente republicano na chapa.


Qual sua visão destas eleições?

Vejo a eleição deste ano muito diferente das anteriores. Trata-se de uma eleição onde a população está desanimada e meio desacreditada com tudo que ocorreu nos últimos anos na nação. As ondas de corrupção, neste meio, acabaram tirando o interesse até mesmo das pessoas irem para as urnas. Temos um trabalho dobrado que é primeiro motivá-los da importância do voto e depois pedir o voto. Um grande percentual da população deixou para optar e escolher seus candidatos na reta final, na última semana. E a responsabilidade dos eleitos será dobrada, pois da mesma forma que as pessoas desanimaram da política, elas criaram uma expectativa enorme em cima daqueles que elas optaram. Que fique o alerta a todos os candidatos, que estamos em um momento de transição e de novas esperanças na política e cabe a cada um de nós a responsabilidade dessa mudança.

Quais as maiores necessidades do cidadão catarinense?

As maiores necessidades do catarinense são ter políticos que realmente represente os segmentos da sociedade, as suas regiões e principalmente presentes e atuantes. Vemos os municípios catarinenses com problemas parecidos, seja na infraestrutura, na saúde e principalmente na segurança pública, no qual os problemas e dificuldades aumentaram demais nos últimos anos. Precisamos fazer com que os gestores invistam também na prevenção, pois ali se torna muito mais barato e menos dolorido para o catarinense. Um preso para o sistema custa mais de R$ 3 mil, já uma criança em contraturno custa pouco mais de R$ 200,00. Nos EUA cada $1,00 investido em prevenção são $3,00 economizados lá na frente. Por isso precisamos seguir nessa linha, ou ao menos começarmos a discutir isso na Alesc ou até mesmo no Congresso. Somos um Estado forte, de pessoas comprometidas e trabalhadoras e precisamos, através de políticas públicas, retribuir todo esse esforço do povo catarinense.



Incertezas

Embora os candidatos das três maiores coligações, em melhor posição, afirmem que os números apresentados pelo Ibope na última sexta não tenham a realidade de suas próprias consultas de tracking diário, o cenário mudou muito.

Permanência

Subindo um ponto, o pessoal de Décio Lima tem confirmação da posição que a primeira consulta demonstrou. Ou seja, Mauro Mariani e Gelson Merisio, naquele momento esquecendo as válvulas e, desconhecidos, ganhando corpo.

Alteração

Se Mauro Mariani cresceu 10 pontos e Gelson Merisio 12, o segundo, muito atrás, ganhou grande aceitação. No MDB o raciocínio é que, embora estejam na frente, o candidato a governador do PSD ganhou mais altura que o líder nas pesquisas.

Fato

A posição de Mariani em relação a Merisio, ganhando o dobro e Merisio o triplo, afirma que o candidato do PSD tomou sua posição na disputa. Antes desacreditado, inclusive taxado de antipático e boçal, contornou ofensas e firmou-se liderança.

Assustou

O crescimento em dobro em cima de Mauro Mariani é um alerta no comando do MDB. Pior quando aliados da coligação, como ocorrido com o tucano de Rio do Sul, toma posição. Estas inclinações indicam que, se abrir a porteira, na próxima passa.

Ringue

MDB e PSDB têm, como afirmaram desde o início do processo, as maiores prefeituras com um colégio eleitoral que confirma a força da coligação. Se cresceu apenas a metade do que a coligação do PSD apresentou, mostra que a tendência acusa superação.

Abandonado

Propagando que vai derrubar um grandalhão, Jorginho Mello corre o risco de ficar na estrada pelo companheiro de disputa. Paulo Bauer, em busca da reeleição, ameaça Raimundo Colombo. Desgastado no Hypermarcas, tem o dobro do Republicano.

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Zero

A presença da mulher de LHS e Casildo Maldaner na chapa de Jorginho, alterou 5%. Um disparate na comparação com Mauro Mariani que, subindo 10%, não levou o Republicano junto. Mello começa a ver seu sonho tropeçando.

Sinal

À medida que Geraldo Alckmin não avança e que Paulo Bauer sobe ao Senado ameaçando, o MDB não tem mostrado respeito pelos tucanos. A debandada fica clara no exemplo de Rio do Sul. Mostra esta sensibilidade se não reagir.

Outra

A aferição feita pela empresa contratada pela Ric Record, deverá ter semelhanças no apresentado pelo Ibope. Se a conferência no eleitor, com pouco mais de 800 consultas, deu o resultado conhecido, os números desta noite podem alterar.

Pesquisas

Aparecendo mais, os números de empresas concorrentes, mesmo que com consultas de menor rigor científico, vão apresentar alteração. A apresentação de hoje à noite vai ampliar a dor de cabeça dos marqueteiros para saber o efeito no eleitor.

Dossiês

Os percentuais do Ibope acenderam o alerta nas duas principais coligações. Como Jorginho Mello quer subir e Raimundo Colombo não quer ser ultrapassado, começam as mexidas. A vítima principal, entre os dois, será o alvo dos ataques.



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