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Editorial | Quando se tem opções

Por: LÊ NOTÍCIAS
28/09/2018 10:22 - Atualizado em 28/09/2018 10:23

As eleições já estão perto das definições e o eleitor está, aos poucos, tomando a decisão de sua escolha. Nem sempre é a melhor, mas é a que toma. Quando se contrariam interesses, como aquele em que se sonha com respostas há muito tempo buscadas e não acontece, a indignação toma espaço. Sempre foi assim.

Em Santa Catarina, sabe-se, o cidadão quer buscar o melhor para si e, sem entender como isso pode acontecer, joga-se em qualquer aventura. Normal para quem não tem noção do alcance de seus desejos e, votando em qualquer um, sonha com a felicidade de suas felicidades. Bobagem.

Eleição é a busca da felicidade. Nem sempre se consegue de um momento para outro, mas é o caminho da escolha que antecipa ou distância está conquista.

Votar é um risco. Você escolhe e, talvez, não tenha tudo o que queria. É fácil afirmar que se pode ter tudo, mas a eleição, quando se está na urna, não se pode ali, naquele momento, ter tudo naquela hora, mas, adiante, governando e legislando, os sonhos podem se tornar realidade.

Não é um momento qualquer, é uma eleição. Se é este o momento de escolher, então é o momento em que se pode dizer o que se deve fazer para que ele, tão somente, seja o de garantir o alcance de tudo em favor de todos. Se não é esta a lógica, o tempo ideal para que tudo que se deseja de um Poder escolhido, se torne realidade, então quando é que vai ser?

A eleição é uma escolha e deve ser a melhor. Quando se vota errado, influenciando pessoas a serem derrotadas juntas, querendo que elas depositem confiança em uma aberração, então é o tempo em que se tem a grande oportunidade de conquistar os sonhos com governabilidade voltada às suas existências. Ser existido, ser entendido como cidadão, é uma atitude para que todos possam fazer valer este direito através do voto. Ele, o voto, dá tudo ou tira.

A escolha é democrática, mas as respostas são de poder. O poder escolhido errado, é o caminho para destruir os sonhos. Quando ele, o cidadão está em posição de escolha, pode depositar seu voto para um futuro, é neste momento que ele é salvador ou algoz de si mesmo.

Não tem duas interpretações. Ou se é uma escolha angelical ou demoníaca para si mesmo. Os candidatos estão certos. Se o eleitor estiver errado, sepulta-se.


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