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Disputa acirrada pelo Senado; Candidatos se respeitam no debate; Fake news atrapalham; Comportamento das candidaturas nas redes sociais

Por: Weliton G. Lins
02/10/2018 09:50

Marcante

Faltando somente essa semana, para que o jogo termine, certamente as eleições de 2018 entrarão para a história. Tendo em vista, tudo que se viu e se acompanhou até aqui, há tempos a política brasileira não tinha um cenário tão diferente como esse que se vê.

Prorrogação

Um segundo turno não está descartado. Seria essa, a continuação do processo, que poderá terminar somente no dia 28 de outubro, e não no próximo dia 7. Independente do resultado, um vencedor será apontado. Se a população não decidir nos 90 minutos, a prorrogação é consequência.

Debate

Na última sexta-feira, a RIC TV Record, promoveu um debate com os candidatos ao Governo do Estado. O clima foi amistoso entre os proponentes, com propostas sendo apresentadas por todos. Diferente dos ataques pessoais que são vistos em outros estados, aqui em Santa Catarina, foi diferente. Pelo menos no debate.

Fake news

Acontece que nas redes sociais, chove fake news, e a tônica da campanha tem sido o ataque pessoal. É evidente o objetivo de uma candidatura tentar destruir a outra. As famosas fake news, em um momento onde as redes sociais podem definir a eleição, mexem com o eleitor, influenciam as pessoas, que facilmente acreditam no que recebem.

Disputa pelo Senado

A disputa pelo Senado em Santa Catarina está acirrada. Com liderança absoluta nas pesquisas, Esperidião Amin parece estar tranquilo e seu objetivo já tem sido outro. Sua preocupação já não é mais sua eleição, mas sim a do seu companheiro de chapa, Raimundo Colombo.

Na cola

Raimundo Colombo mesmo sendo o segundo nas pesquisas, tem perdido o sono. Acontece que Paulo Bauer, que já é senador, e tenta a reeleição, e o que seria um fato inédito em Santa Catarina, está na cola do lageano. Se Raimundo cochilar no volante, Bauer ultrapassa.

Estratégia

Por conta disso, a estratégia de Amin e Colombo é pedir votos juntos. Como o eleitor vai escolher dois senadores, os dois candidatos se permitem disputar o mesmo eleitor, quem vota em um, tem que votar no outro. Por outro lado, depois de não ser tão abraçado pelo MDB, Jorginho Mello tem tentado se apresentar como candidato único, de uma chapa que tem 2. É que com uma cadeira sendo ocupada por Amin, só resta uma pra ser disputada por ele, Bauer e Colombo.

Milagre

A espera de um milagre, Jorginho acredita na força do 15, o velho MDB, que sempre fez senador. Mesmo tendo a viúva de Luiz Henrique como suplente, e um ex-senador, ex-governador como segundo suplente, a campanha de Jorginho não decolou. O republicano promete acender uma vela a Luiz Henrique nesta semana, que é a mais decisiva. Se conseguir chegar, acende outra pra agradecer.


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