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Cifra Econômica | Tributos federais, mercado informal e novas vagas

Por: Daniel Ribeiro
02/10/2018 11:14 - Atualizado em 04/08/2020 10:13

Quitação de tributos federais

A Receita Federal deflagrou no último dia 28/9, em conjunto com a Polícia Federal e o Ministério Público Federal, a operação “Fake Money” para desarticular organização criminosa especializada em cessão de supostos créditos com o objetivo de simular “quitação” ou “compensação” de tributos federais. A fraude envolveu cerca de 3 mil contribuintes. A Receita Federal estima que os prejuízos causados à arrecadação alcancem R$ 5 bilhões.

Foram cumpridos 16 Mandados de Prisão Preventiva e 34 Mandados de Busca e Apreensão nas cidades de São José do Rio Preto (SP), Ribeirão Preto (SP), São Paulo (SP), Araraquara (SP), Piracicaba (SP), Barueri (SP), Osasco (SP), Descalvado (SP), Itapecirica da Serra (SP), Mirassolândia (SP), Curitiba (PR) e Uberlândia (MG). A operação contou a com a participação de 74 auditores-fiscais e dois analistas-tributários da Receita Federal, além de equipe de apoio.

Informalidade do mercado

Já há sinais de arrefecimento da informalidade no mercado de trabalho. A expectativa é que o País interrompa, no final deste ano, o ciclo de perda de postos com carteira assinada na comparação anual.

Diante da perspectiva de crescimento da formalização em 2019, uma parte das pessoas que está atuando de forma autônoma deverá voltar para a posição de empregado com carteira, pressionando a queda dos trabalhadores por conta própria.

“Ao menos é isso que a observação do passado nos sugere”, afirma o pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV), Bruno Ottoni. Ele pondera que a reforma trabalhista coloca um ponto de interrogação nessa expectativa.

De qualquer forma, Ottoni menciona que o ritmo de queda dos postos formais está diminuindo na comparação anual, entre os trimestres móveis. No trimestre encerrado fevereiro, houve retração de 1,8% no emprego celetista, variação que se deslocou para um recuo de 1,5% entre março e maio, chegando a uma queda de 1,3% no trimestre finalizado em agosto, para 32,8 milhões de postos, mostram dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na última sexta-feira.

600 mil vagas em 2018

Os pequenos negócios brasileiros devem fechar 2018 com um saldo de empregos gerados entre 550 mil e 600 mil, o maior número dos últimos três anos, segundo estudo do Sebrae com informações do Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Em agosto, as micro e pequenas empresas criaram 70,8 mil vagas 64% do total de postos com carteira assinada preenchidos no país. É o oitavo mês consecutivo em que os menores negócios lideram a geração de empregos no Brasil.

As empresas que atuam no ramo imobiliário foram destaque, seguidas pelas de ensino. Depois de serviços, os setores que mais contrataram no período foram comércio e construção civil, com 15,4 mil e 12,5 mil novas vagas criadas respectivamente.


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