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Jorginho Mello expõe explosão na coligação; Efeito do rompimento; O 2° turno e as traições; Décio Lima mostrou-se; Pepê Collaço no Duas Perguntas

Por: Marcos Schettini
05/10/2018 11:10 - Atualizado em 05/10/2018 11:15

A Democracia que encanta

O resultado que sair domingo, seja no país e em Santa Catarina, apresenta um desejo do povo, do poder que dele sai. Ele, o cidadão, é superior e sabe dizer o que e quer. Vai falar isso depois do silêncio do seu grito. Se é o que quer, deve ser respeitado e dado seu valor real. O mundo, como se observa, cheio de dúvidas do amanhã, é dividido entre quem pode e os que não podem. Mas isso só ocorre no resultado democrático. O eleitor é necessário naquele momento apenas. Depois ele é esquecido porque, seu escolhido age nesta direção. Talvez agora, depois de todas as descobertas de indiferença que a sociedade se viu, a classe possa dar seguimento aos compromissos. O que se pode buscar é dar aos homens públicos uma nova oportunidade para que possam reafirmar um novo tempo. Que vençam os necessários. Os melhores, já foram reprovados.


É possível oferecer ao cidadão os sonhos de uma vida melhor?

Não podemos perder a esperança de ter um país mais justo, com menos desigualdade social, mais dignidade, qualidade de vida. Precisamos de políticas públicas eficientes e governantes comprometidos. E os sonhos jamais devem morrer.

O que o Brasil precisa?

O Brasil precisa dar um basta na corrupção. E essa mudança de comportamento não se resume apenas aos políticos, que têm que atuar da forma mais transparente possível. A população precisa ter uma postura diferente, parar de pedir gasolina ou dinheiro em troca do voto, votar com consciência e convicção. Essa nova postura com toda certeza vai trazer muitos bons frutos para o nosso país.



Rompimento

Jorginho Mello abriu o verbo contra seu companheiro de chapa ao Senado, tudo o que pensa de Paulo Bauer. O gesto, visto com desespero e aflição, atacou em todas as direções, evidenciando um acordo que não deu certo. Pelo visto, entregou o jogo.

Ética

É a primeira vez que se vê um ataque na mesma chapa como o visto no vídeo do deputado Jorginho Mello. Demonstrado completamente língua solta, expõe o osso que coloca a cereja no bolo do PSD. Neste momento, não poderia ter sido melhor presente ao adversário.

Deformação
O dossiê que saiu às pressas para atacar a liderança do candidato a governador do PSD, contou com a iniciativa do senador Dário Berger. Firme nas convicções e olhando-se condutor do processo, interviu não somente na troca do marqueteiro, mas no enfrentamento.

Amargo
Dário Berger ainda não engoliu a derrota do irmão para Prefeitura de São José. Djalma perdeu uma eleição que, inclusive, o agora senador, afirmava que seria o secretário da Saúde para fazer valer o projeto. Duas vezes prefeito, sente o fel.

Ele
O senador Berger, nas duas vezes em que assumiu a Prefeitura de São José, buscou dominar o quadro político que Gelson Merisio fulminou com Adeliana. Perdendo em casa, vê em 2018 a desforra então oportunidade. À toa não são os ataques observados.



Divisor
Mauro Mariani, forte, sempre sonhou em ser o nome para disputar o governo. Não bateu de frente com o candidato do MDB por questões pontuais. O jogo, longe dos olhos do eleitor, é mais organizado. Se Dário tivesse cruzado os braços, o processo já teria sucumbido.

Escancarado
Nada mais claro que o ataque que agora está conhecido. O MDB encontrou um adversário abnegado e convincente que, agora, mostra-se assustador. A tomada de posição pró-Bolsonaro, fortaleceu a tese de desespero interno.

Marca
Conforme for o resultado saído das urnas neste domingo, apresentando quem está na frente no primeiro turno, vai dizer a estratégia adotada até agora. Será aí que a cobra vai fumar. Se o MDB chegar em 1°, é obrigação. Se for o PSD, é outra visão do enfrentamento.

Fatal
Tudo o que o MDB não quer neste momento é ter um Gelson Merisio chegando na frente neste primeiro turno. Os ulyssistas sabem que este indicador é um trunfo poderoso para quem saiu com 4% nestes 45 dias. Se isso ocorrer, foi-se.

Mais
Quem vai dar estrutura, emocional e política, para o passo seguinte são os deputados federais, estaduais e senadores eleitos. Quem fizer mais, sinaliza potencial para convencimento e dá um boom junto ao eleitorado. Neste caso, o Senado diz muito.




Carona

Ameaçado por Paulo Bauer, Raimundo Colombo passou toda a semana, mais este sábado e domingo, movimentando o coletivo para distanciar das dúvidas. São elas que, se der certo, mantém o projeto de GM firme. O tropeço de um deles dá gás a MM.

Divindade
Mais que se apresentar como anjo, os dois nomes do segundo turno vão se digladiar em documentos que, agora, o MDB antecipou. Precisando tirar GM do processo e garantir um jogo fácil, o dossiê chegou para garantir isso. Se der certo, é um investimento.

Respeito
O deputado Décio Lima se apresentou nesta eleição como a diferença educativa. De fala mansa, cordialidade e explanando pausadamente, marcou pela leveza. Se der um pulo para a estampa final, vai ser um projeto viável à altura. Suas condições de simpatia impressionam.

Varal
As palavras de JKB em relação ao pleito nacional mostra sua frustração em ver o desempenho do amigo e estadista Geraldo Alckmin. Líder construtor de um projeto de poder, conquistado duas vezes em FHC, Jorge é a melhor fatia de uma classe política que termina nele.


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