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Merisio avança na disputa; Carlos Moisés assume-se Davi; Colombo derrota-se; Jorginho torna-se; 2° turno de indefinição

Por: Marcos Schettini
07/10/2018 22:10 - Atualizado em 08/10/2018 01:15

Guerra e capacidade

Carlos Moisés e Gelson Merisio estão, desde hoje, buscando os caminhos para consolidar seus projetos políticos. Vai vencer quem tiver a melhor articulação e conceder mais. O candidato do PSL é um nome novo, chegou dizendo o que quer e, se tiver humildade de fazer seu nome, vai imprimir. A construção da etapa final começa com tranquilidade. Agora é conversar com vencedores, que somam e perdedores, que querem muito. Habilidade e conhecimento, franqueza e raciocínio, vai fazer a estratégia. Quem construir melhor será o futuro governador. Jorginho Mello, com fartura na Bolsa, vai ser determinante. Lucas Esmeraldino, que é de Moisés, já tem seu milhão de votos. A eleição foi a maior de todas e, quando se via todos de um lado, deu outro. Eleição é isso mesmo.


Democracia

A eleição derrubou tudo. Limpou a Alesc e a Câmara. No Senado, quase assustou Esperidião Amin. Com a entrada de Jorginho Mello ao Senado e a rasteira de Raimundo Colombo, o 2° turno é uma incógnita com GM e Moisés.

Horror

A derrota do MDB nestas eleições mostra que a coligação com o PSDB não deu certo. Por outro lado, Raimundo Colombo caiu na própria armadilha. Tropeça no erro de ter ficado na incerteza entre GM e Mariani. Comeu-se.

Enfrentamento

A disputa entre Gelson Merisio e Carlos Moisés será uma leitura a ser feita a partir de hoje quando, destruído nas urnas, o MDB perdeu em Joinville e Blumenau com Napoleão. O PSDB deverá amarrar com GM.

Errado

A coligação de Mauro Mariani foi um tremendo equívoco e, pior que isso, o PSDB viu-se destruído junto. O trabalho realizado por Marcos Vieira, que havia construído o partido, foi prejudicado junto. Sua votação corroeu.

Corrosão

Os tucanos fazem a pior eleição desde sua criação em 1986. Em SC derreteu completamente. Perdeu as vagas e virou chacota quando, fazendo um teatro na convenção, destruiu-se plenamente. Marcos Vieira ficou prejudicado.

Pior

Raimundo Colombo deverá apoiar Gelson Merisio porque o MDB enterrou-se. A inclinação para GM deverá ser indigesta porque foi derrotado em duas frentes. Foi contra seu parceiro de partido e não fez campanha.

Acabou

Paulo Bauer foi jogado aos leões. Cometeu todos os tropeços possíveis e abraçou uma candidatura morta. Com a decepção ulyssista, só tem GM para abraçar e projetar o futuro que, cinzento, joga-o fora da vida pública.

Derrotadíssimo

Raimundo Colombo terá que liderar os arredios de Gelson Merisio para afirmar um mea culpa. Foi ele, desde o começo, que liderou, silenciosamente, o fracasso de GM nas urnas. Como Merisio chegou forte, sai derrotado duas vezes.

Quadro

Júlio Garcia, sem o MDB na jogada, vai abraçar Gelson Merisio para costurar seu futuro político. Como chegou abaixo do que pensava, tem que colocar sua atenção ao parceiro de partido. Melhor eleger um desafeto a ficar sem governo.

Perdedor

O maior derrotado nestas eleições, dentro da majoritária, é o deputado Mauro Mariani. Conseguiu levar junto a promessa juvenil de Napoleão Bernardes. Com um caminho possivelmente coroado ao Senado, embarcou em um erro. MDB esfarelou-se.

Campeão

Gigante Buligon tornou-se protagonista direto na eleição do 1°turno. Saiu ao lado de Gelson Merisio, quebrou protocolos internos e fez valer sua liderança. Não saiu do governo porque foi traído por Élio Cella e a indiferença de Itamar Agnoletto. Conciliou e chegou forte.

Mais

No segundo turno, saindo de 6% para o primeiro no 1° turno, Gelson Merisio cumprimentou o concorrente Carlos Moisés e, agora, sai na construção do que é de sua alçada. Bom articulador, mostrou força e derrubou incrédulos.

Forte

Carlos Moisés surpreendeu e, como seu líder nacional, foi ao segundo turno e mostrou respeito. Um grande vencedor, simples e com sonhos, ter a sua vez de ir atrás do fracassado MDB. E fazer a coisa acontecer a seu favor.




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