Raimundo Colombo errou em tudo
Mais que gerar falsas expectativas em todos os prefeitos do estado, reuni-los prometendo o que não sabia, foi entregar o governo por antecipação ao MDB atrapalhando, em seus porta-vozes próximos, o projeto que o PSD construía e sua teimosia em ir a Brasília. Não entendeu o momento do Brasil por falta de habilidade política e ignorou os rumos do partido. Arruinou-se nas urnas completamente. Perdeu o governo, o respeito do MDB e ganhou críticas do sucessor. Pela experiência que tem na vida pública, tinha que dar aula. Ao contrário, foi mobral. E seus erros, ainda em tempo de serem consertados, podem somar. Vai ter que sair da Coxilha Rica e da pequenez para isso. Reconstruir sua honra, tirada por Jorginho Mello e ameaçada em Lucas Esmeraldino no desafio deste 2° turno. Colombo fez tudo certo para estar onde, agora, se encontra.

A eleição mandou um recado duro à classe política. Qual foi?
Primeiramente que o cidadão quer o novo, ele não tolera mais a velha política. O brasileiro deseja ver a mudança e só permanecerá no Poder Público aquele que realmente atuar em prol daqueles que representa.
Ser reeleita com o dobro dos votos é um termômetro de correção dos trabalhos?
Nesta eleição, onde o cidadão preferiu eleger novos nomes, a reeleição, com o dobro de votos conquistados em 2014, foi bastante significativa. Ela reafirmou que estamos trabalhando certo, suprindo as necessidades municipais e, de fato, representando a nossa gente na Câmara Federal e melhorando a qualidade de vida dos catarinenses. Mas sei que ainda temos muito o que trabalhar e assim vamos fazer.
Acabou
Jair Bolsonaro só não será o novo presidente da República por questão pessoal ou por um atentado fatal. Não há mais condições do PT, que ficou 14 anos no poder, de reverter a vontade grandiosa do povo brasileiro.
Oportunidade
Mais que chegar à Presidência da República, o líder do PSL fala o que o cidadão quer escutar. Se em algumas vezes ele tem lances um tanto duvidosos quanto à democracia, está nele a força das urnas. Do povo, faz o que desejar.
Momento
Chegou a hora de o povo soltar o verbo. Se é esse seu desejo, então que assim seja. O PT teve sua chance e se não conseguiu manter a confiança perdida, ela deve ser dada a quem deseja. Jair Bolsonaro é um sonho do Brasil e pesadelo das esquerdas.
Sonho
Para os milhões de brasileiros que estão depositando no presidenciável a nova rota que tem proposto, a sociedade é soberana. O PT apagou a luz nacional. Mais errou, do que acertou. Quando beijou a mão do MDB, sujou disso.
Pesadelo
Não há como governar com Sarney, Romero Jucá, Renan Calheiros e outros tantos restos como Michel Temer e seus patifes. Jair Bolsonaro é a solução de tudo isso. Ao contrário de Lula da Silva que foi refém, o capitão é a bala.
Zerar
Com o PT novamente no comando do país, é mantido tudo. Se o rompimento é arrancar a casca da ferida, é com esta violência que o momento permite fazê-lo. Bolsonaro é a antítese e, sendo contrário, vai acabar com a farra do vício gerando outro.
Todos
Carlos Moisés treme ao afirmar que é dono absoluto do nome de Jair Bolsonaro. Como foi no debate do SBT conduzido pela discrição competente do jornalista Cláudio Prisco Paraiso. Fixa no presidenciável temendo Gelson Merisio na soma. Aterroriza-se.
Enfrentamento
A discussão entre voluntários e bombeiros militares chegou ao limite. Como nunca tiveram as mesmas oportunidades em governo nenhum, veem-se acuados com a subida de um militar do meio. Asfixiados, veem seu pior momento existencial.
Superação
A família Amin conseguiu se desviar da lava quente que queimou velhos nomes da política e, mais que isso, entraram os três. Esperidião, Ângela e João, são campeões dos campeões. Não somente tem votos, mas igualmente respeito.
Errado
Se tem um partido em SC que vive seu pior pesadelo eleitoral é o PSDB. Marcos Vieira construiu a sigla, contudo a coligação assumida ruiu tudo. Dois deputados estaduais e um federal, foi o resultado da teimosia de Paulo Bauer.
Equívocos
Paulo Bauer não somente levou o PSDB para o fim, arrastou a leveza de Napoleão Bernardes em uma matemática macabra, a qual tirou o ar do ex-prefeito. Os tucanos fizeram a pior escolha e admitem abertamente o erro.
Cegueira
A situação de Geraldo Alckmin na disputa nacional já estava condenada. Não adiantava o partido em SC fazer ou não palanque. Mas deveriam ter tido uma sensibilidade maior. Paulo Bauer, cobalto, era nome ideal a estadual.

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