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Editorial | A força da notícia enganosa engoliu TSE

Embora todos os esforços feitos para evitar que as redes sociais fossem capazes de enviar material com notícias falsas e mentirosas durante o pleito, o Tribunal Superior Eleitoral mostrou toda a sua ineficiência e incapacidade de conter o avanço das fake news nestas eleições.

O resultado disso foi uma onda gigantesca de violência verbal, e até ataque às pessoas que, assim, pensassem ao contrário de determinada pessoa. O nível de violência foi alto e impressionantemente impactante aos menos informados que, por receberem maciçamente material mentiroso, tornou-se um.

Ao receber, imediatamente repassava e dava o ar de veracidade que marcou estas eleições no primeiro turno e, agora, também no segundo. O que fica claro é que o eleitor, sem saber para onde ir e desamparado completamente, decide sua intenção de voto em base do que recebeu e, consequentemente, influencia outro desavisado na mesma direção. Que democracia se fortalece com enganações de pessoas simples?

Eleição sem notícias enganosas é uma fraude. Na verdade, não existe mais eleição sem fake news. Não é mais possível construir uma eleição sem que o eleitor seja, imediatamente no pleito, conduzido a erros de entendimento do processo. Neste caso, a falta de pulso e habilidade dos órgãos, principalmente o TSE e TREs de todo o país, sofreram grande derrota política nesta área.

A partir de agora, destas eleições, bem diferente do que foi a municipal de 2016, a próxima será feita de grandes terrores. Como quem poderia vencer, pela força da lei, toda esta mentirada e não conseguiram, significa que foi entregue uma nova maneira de fazer política. O fake news, de fato, é o vilão do futuro e a nova fraude eleitoral dentro da democracia.


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