Close Menu

Busque por Palavra Chave

Lobista já vende governo; Aprasc é ignorada por Moisés; Ulyssistas querem ADRs; PSDB recomeça; Gigante Buligon no Duas Perguntas

Por: Marcos Schettini
22/10/2018 11:12 - Atualizado em 22/10/2018 11:25

O novo rumo do PSDB

O MDB tropeçou nestas eleições porque armou errado a coligação e seu candidato a governador, com chances reais ao Senado, não observou-se. Nomes como de Eduardo Pinho Moreira, tranquilo pela reeleição, teria tudo para construir um traçado ainda em março, mas foi impedido por Mauro Mariani. Além dele, Udo Döhler e Dário Berger, na metade do mandato. A construção com o PSDB foi uma jogada em nome errado. Agora, para vencer um pleito ao avesso, usa Carlos Moisés. Para os tucanos, donos absolutos da balança, ainda em junho, deu tudo errado. Marcos Vieira ainda não entendeu. Ele e ninguém também. Napoleão Bernardes e Beto Martins passam a ser, no futuro, os quadros que vão assumir o projeto renovado do PSDB. O presidente tucano, quadro democrático, deve passar o bastão. Em 2018, o que era para dar tudo certo, deu tudo errado.


Como o senhor vê este 2º turno?

A diferença entre o preparo de um homem público, com visão, inteligência e projeto acelerado para Santa Catarina de um lado e, de outro, a ineficiência, o despreparo, desconhecimento e a falta de capacidade para governar. A diferença entre Gelson Merisio e Comandante Moisés é transparente. Enquanto o Merisio tem o pulso firme e o respeito conquistado por sua franca e reconhecida palavra dada, compromisso com o futuro e conhecimento pleno da anatomia do Estado, isto é, todos os setores que compõe uma máquina governamental, o seu opositor não tem nada disso. Nem sabia o que falar ao setor econômico, às agroindústrias, aos trabalhadores para fomentar emprego e renda, não tem visão nenhuma do que é a saúde, a educação e a infraestrutura do estado. Isso mete medo e é a grande diferença.

Por que o senhor vê assim?

Não sou eu que vejo, é o candidato Moisés que demonstra isso. É completamente fora das responsabilidades do Estado em todas as áreas. Respeitamos que ele esteja no 2º turno, mas é preciso pensar. Ele não conhece nenhum município, sua realidade, seus sonhos e desejos comunitários, não sabe das estradas, dos postos de saúde, das escolas, entre tantos outros assuntos que não domina. Por isso que nos debates não diz absolutamente nada. Não tem como responder, eu entendo, porque não entende nada da máquina pública. Se ele pegar uma teta de vaca, não sabe o que fazer com ela. A mesma coisa com uma enxada. Deve pensar que é um taco de sinuca, com todo respeito. Ele é um bom cidadão que se aposentou cedo demais, bom ainda para trabalhar no serviço público, mas preferiu ficar sem fazer nada. O povo catarinense é inteligente e vai comparar estas diferenças. Respeito ele, mas respeito mais Santa Catarina.


Começou

Em um escritório de lobista famoso e muito conhecido perto do Beiramar Shopping, na Capital, o entra e sai impressionante gerou um ambiente de fortes negociatas para muitos rolos ocorrerem em um possível governo Moisés.

Impressionante

Para ter o apoio pleno do MDB, Moisés sentou no colo para chegar a um possível governo. Beijar a mão dos ulyssistas, abrem-se portas para grandes caminhos de acertos pré-estabelecidos na Educação, Saúde e Fazenda. Cheirando mal.

Ele

Um ex-assessor dos deputados Leonel Pavan e Mário Marcondes, onde foi chefe de gabinete, é o campeão dos esquemas montados. Afastado da Alesc por ser líder de confusões e falcatruas, André Achutti aproximou-se do PSL via Cris Esmeraldino.

Sede

Com as mãos no pote, este consultor já antecipa o suicídio que será um possível governo Moisés. Não somente hábil, já tem prospectado nomes para as áreas com exploração nos setores, principalmente na Fazenda.

Semeadura

Ao plantar, antecipadamente, a corrupção que entende muito bem, o ex-assessor e o lobista entrosaram-se. Conhecido, quando não tem feito reuniões em seu próprio escritório, utiliza-se das dependências do hotel Majestic para construir a teia. Quem é do meio, conhece. Ele, o ex-assessor, foi expulso dos gabinetes de Pavan e Marcondes.

Leilão

Ao já desenharem qual será a pasta para este ou aquele, o lobista e o ex-assessor jogam para construir um cenário de lucro nas ações do governo cuja relação com indicações de nomes, terão ao longo do tempo. Moisés é só a porta.

Fuga

Ao não ir na Aprasc, Associação de Praças de SC, Carlos Moisés não desce em terreno de sub alterno, onde não é sua atuação. Ignorando os policiais, sem dar a eles a atenção dos grandes homens públicos respeitáveis, assume-se no coronelato.

Desrespeito

É a primeira vez que uma eleição em SC chega aos absurdos de fuga de debates com policiais e sabatina com empresários. Não é somente Carlos Moisés, mas sua vice, Daniela Reinehr faz o mesmo. O despreparo de cada um, em tudo, aterroriza-os.


Comunista

Fora do que Jair Bolsonaro prega, fulminar com a esquerda, Carlos Moisés é defensor contrário. Em sua monografia, defendeu o fim do capitalismo que, para ele, é ruim para a sociedade. Mais que uma ideia, é afinidade com o socialismo.

Amarelão

Só tem esta semana para o debate eleitoral. Embora tenha sido diminuída à metade, a campanha cansa os mesmos moldes. Enfadonha porque o principal debate foi carente e não revelou ao cidadão todo o necessário. A mais pálida.

Fim

A derrota do MDB mostrou a falta de grandeza do partido e, por ter ficado fora da disputa, vê em Carlos Moisés seu retorno triunfal. As SDRs, agora ADRs, estão na pauta para serem mantidas. O PSL recebeu apoio em troca de benefícios.

Certíssimo

Quem está reclamando que o MDB está usando Carlos Moisés para ser governo, está com dor de cotovelo. Os ulyssistas jamais pensavam que seriam atropelados no 1º turno, pois se julgavam maior em SC. Para voltar a ser forte, usa os fracos.



Covidômetro - Florianópolis - Maio
Rech Mobile

Fundado em 06 de Maio de 2010

EDITOR-CHEFE
Marcos Schettini

Redação Chapecó

Rua São João, 72-D, Centro

Redação Xaxim

AV. Plínio Arlindo de Nês, 1105, Sala, 202, Centro