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Esmeraldino é o PSL; Carlos Moisés é refém de todos; O legado negado; Praças esquecidos; Coxilha pobre; Altair Silva no Duas Perguntas

Por: Marcos Schettini
23/10/2018 10:32 - Atualizado em 23/10/2018 10:32

Coxilha Rica, eleição pobre!

Depois de ter antecipado o governo ao MDB ainda em fevereiro, bem antes da data legal, Raimundo Colombo entregou a Eduardo Pinho Moreira, merecidamente, tudo o que, agora, o adversário mais forte deste 2º turno auxilia para Carlos Moisés. Está correta a iniciativa do atual governador que, preterido do pleito pela insistência de Mauro Mariani, agora cumpre seu papel de fazer o sucessor por osmose. O lageano foi campeão em tudo em 2018. Na cartilha adotada, com todos os erros, o antecessor de Pinho tirou nota máxima. O vestibular do último dia 07 foi o legado. Agora, escondido deste segundo tempo eleitoral, mostra-se em seu natural. Não à toa, o cenário agora conhecido. É de seu perfil abandonar o que nunca acreditou.



O senhor conseguiu se eleger em 2018 com qual argumento ao eleitor?

Nos elegemos com o trabalho desenvolvido com as lideranças dos Progressistas e o apoio dos técnicos agrícolas de Santa Catarina, tínhamos uma dobradinha de referência na agropecuária com Hugo Biehl. A bandeira de representar quem trabalha e produz, ou seja, o produtor rural e o trabalhador da cidade foram reconhecidos. Santa Catarina terá um deputado colono que defende e valoriza a agropecuária. Além da produção rural, vou dedicar muita atenção à saúde e à educação, bandeiras que carrego comigo no trabalho parlamentar.

A vida pública é importante, mas precisa ser modificada. Qual é a direção?

Temos uma única alternativa que é reduzir o tamanho do Estado combatendo os privilégios e o inchaço da máquina pública. Por exemplo, um agricultor trabalha de escuro a escuro, sem feriado, dia santo ou final de semana, e se aposenta aos 60 anos de idade com um salário mínimo, em contrapartida tem super categorias que se aposentam cedo, antes dos 50 anos, com super salários para o resto da vida. Isso não pode continuar. Um exemplo é a necessidade urgente de extinguir todas ADRs que custam aos cofres públicos mais meio bilhão de reais por ano.


Festival

Lucas e seu irmão Cris Esmeraldino, conforme o Satélite de ontem, estão fazendo às vezes de condutores do governo que, por antecipação, afirmam já vencedores. Os acertos com quadros ligados aos seus interesses, antecipam o carnaval.

Posto

Quando Cris Esmeraldino já desenha o futuro governo antes do resultado das urnas, está deixando um leque grandioso de lideranças furiosas. Quase senador, assumindo o cargo de primeiro-ministro, diz que todas as decisões passam por seu pulso.

Ninguém

Como não acredita que seu subalterno chegou ao 2º turno por um erro seu de avaliação, isto é, deveria ter sido ele e não Moisés, Lucas Esmeraldino afina a língua e queima, com razão, que o bombeiro aposentado é problema no sapato.

Cisco

Moisés chegou ao 2º turno do pleito à deriva e sem saber a direção de terra firme. Lucas Esmeraldino, tarde, observa que o coronel é um corpo estranho em seu olho futuro. Indignado que a criatura engoliu o criador, o quase senador se arrepende.

Cenário

Como o MDB tutela Carlos Moisés completamente, Esmeraldino se vê preterido. É que não se vê mais no centro das decisões porque o bombeiro assumiu o próprio destino dando um jogo de corpo para fora do campo.

Dupla

Tanto Carlos Moisés quanto Daniela Reinehr cansaram de Lucas Esmeraldino dá as cartas dentro do processo eleitoral. Como chegaram ao turno decisivo, não precisam mais do presidente do PSL se encostando no MDB de Eduardo Pinho Moreira.

Desorientado

À medida que não foi a Joinville escutar ou falar com o empresariado, se comprometer com os Bombeiros Voluntários, Ballet Bolshoi e a Escola Técnica Tupy, Carlos Moisés chuta um reduto importante de SC, vendo-se invencível.

Corporativismo

Quase todo o oficialato da PM está fechado com Carlos Moisés por questões óbvias. Mas nos praças, nunca escutados, o setor que o bombeiro virou as costas, há um claro racha. A questão é o debate sobre QOA, Quadro de Oficiais Auxiliares.

Academia

Todos os oficiais são construídos dentro do setor de formação, bem longe do QOP que possibilita o praça chegar ao oficialato longe da escola oficial que beneficiou Carlos Moisés. O bombeiro ignora a Aprasc justamente para não se comprometer.


Surdez

Outro tema dos praças é a incorporação da Iresa, Indenização por Regime Especial de Serviço Ativo, que dá direito do policial levar sua arma para casa depois de se aposentar e, obviamente, garantir sua proteção. Os oficiais não querem saber.

Entendimento

O corporativismo é uma realidade. Comandante Moisés nem chegou ao posto de coronel ou assumiu uma função de nível estratégico. Como entrou nos bombeiros, saiu sem deixar um legado. Em Tubarão, comandou perto de 60 homens e só.

Histórico

Se é um homem de bem, Moisés ficou apenas 3 anos como tenente-coronel e, antes de ver sua promoção, saiu pedindo aposentadoria. Conseguiu, também ali, passar despercebido e, sem as digitais de um grande quadro, desapareceu.

Moita

Ao negar a Aprasc, sem motivo convincente, ignorou-os na data de sua apresentação. Moisés, do meio, deveria ter sido o exemplo e encarar os policiais. Na corporação, afirmam, é de praxe o bombeiro se esconder de tudo e todos. É do histórico.

Impressionante

Os trabalhos dentro da Defensoria Pública de SC, em três meses, acelerou tudo e diminuiu muito. 2768 mil processos foram analisados e despachados, desrepresando e dando atenção necessária. Sensibilidade, respeito e humanidade. Respeito.



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