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As chapas e o tempo; A rejeição é fator forte; Todo tipo de negociação; Os vencedores e suplentes; Narcizo Parisotto no Duas Perguntas

Por: Marcos Schettini
24/10/2018 10:09

Quando é fácil de ser manipulado

Carlos Moisés leva uma vantagem sobre Gelson Merisio justamente porque não tem habilidade nenhuma para falar, fazer e pensar um projeto em favor dos catarinenses. E não está preocupado com isso. Quer ser governador e, por ser um inocente útil, foi pego pelo ego de chegar à chefia estadual sem saber como e de que jeito no último sete de outubro. Por isso, pelo fato claro de não saber como fazer e de qual maneira, é usado, e bem, por quem sabe. O eleitor bem intencionado que levou o bombeiro à segunda disputa, desta vez terá a companhia do grande MDB e seus interessados. O balcão de negócios é em qualquer lugar. Ontem, quem diria, uma delas aconteceu em um poderoso bar da capital. O tema foi o Detran. O motorista dança nas estradas com pedágio e os negociantes já fazem shows na antessala dos departamentos. Mesmo que o ovo ainda esteja dentro da galinha, já estão gritando no terreiro. Ganhar eleição assim é um sonho.



Qual o papel dos evangélicos e a mensagem destas eleições?

Não existe receita mágica. É muito trabalho, honestidade e ética. Tenho dedicado uma vida a fazer o bem sem olhar a quem. Natural que tenha comigo pessoas que seguem os meus passos, trato-os como meus filhos e Jair Miotto foi escolhido para dar continuidade, ocupando nossa cadeira na Assembleia Legislativa. Costumo dizer que não existe sucesso sem sucessor bem sucedido, o legado é mais importante que a obra. Sem continuidade a obra é esquecida, morre, mas o ensinamento irradia sua força para um futuro melhor, é o que todos buscamos.

O senhor teve uma vida pública consagrada nas urnas e fez o sucessor. Qual a receita?

Os evangélicos são parcela significativa da sociedade e têm exercido sua cidadania de forma marcante. A união de todo o povo cristão em torno de princípios de defesa da vida, da família e contra a corrupção, com certeza estão fazendo a diferença nestas eleições. O recado das urnas é claro, precisamos melhorar. Estamos mergulhados em uma crise ética e moral jamais vista, com reflexos na economia e na qualidade de vida das pessoas. Vamos, com muito equilíbrio, enfrentar estes desafios. Aqui no Estado, estamos confiantes no projeto que ajudamos a construir e que agora se revela o mais preparado, competente. Espero que a população não se engane, que analise os programas de governo e a competência dos candidatos. Não existe milagre na gestão pública, ou você sabe trabalhar, ou então quem sofre é o Estado com quatro anos de dificuldades. Espero que isto não aconteça.


Correria

Nos dois mundos eleitorais, de Gelson Merisio e Carlos Moisés, as movimentações são grandes. É que, em cada lado, as equipes estão detectando números animadores que tem iluminado a vitória eleitoral no próximo domingo.

Animação

Se dentro do grupo de Carlos Moisés o clima de já ganhou incendeia, no termômetro de Gelson Merisio a eleição continua forte, subindo nas pesquisas. Os debates tem tido grande influência junto ao eleitor que, vendo, tira dúvidas.

Rejeição

O fator que vai pesar no processo de domingo é a escolha de quem não votar. O MDB aposta no seu terceiro lugar para influenciar no anti-Merisio. Como saiu sem saber, quer saber quem sai com sua ajuda no domingo.

Fatal

Rejeição é uma decisão que, tomada, não muda. No MDB, principalmente entre quem não acreditou na rasteira surpresa, as fichas são incansáveis para somar em favor de Carlos Moisés. Sem os ulyssistas, o bombeiro não é ninguém.

Dívida

Por isso que o PSL sentou com o MDB. O partido de Mauro Mariani quer a Mesa da Alesc e as Agências Regionais funcionando. Com elas na ativa, o coletivo abortado do 1° turno, pode cobrar sua entrada no governo e retornar.

Real

Como o partido de Carlos Moisés não tem quem colocar no governo, nem mesmo nomes para as Secretarias, aposta nos apoios para construir um possível governo se vencer. O MDB está vendendo alto o apoio no domingo.

Alto

O partido de Ulysses Guimarães em SC jamais imaginaria este colapso eleitoral no primeiro turno. O eleitor disse um não para o fim do modo MDB de governar. E os ulyssistas, agora, não admitem o desaforo de Gelson Merisio vencer o 2° turno.

Baixo

Vale qualquer negociação para tirar Merisio da vitória no próximo domingo. Neste caso, sem muita opção, faz troca-troca com Carlos Moisés que, asfixiado, não tem como não ceder. A moeda é cargo. O bombeiro vai ter a granel e muitos emedebistas.

Motorista

Claro que o MDB, conhecedor profundo da máquina estadual, com um recém-nascido ávido de fome, sabe muito bem preparar a comida. Neste momento de incerteza, na dúvida, não ultrapasse. Carlos Moisés não conhece a estrada e precisa de um condutor.

Preparo

Pelo fato de não apresentar nenhum nome, em área nenhuma se vencer o pleito, o grupo de Carlos Moisés já bate de frente com Lucas Esmeraldino que assume como 1° ministro porque, ágil e destemido, o quase senador está sendo engolido pelo MDB que sabe das coisas.

Concentração

A partir de hoje, os grupos em luta eleitoral começam a medir os espaços onde estão frágeis para mudar o jogo. Os dois lados estão em guerra. No caso do PSL, o MDB é o maestro. O bombeiro não tem noção do que está acontecendo em sua vida.

Eles

Os deputados vencedores e os que ficaram na suplência, estão todos mobilizados. Como o PSL de Carlos Moisés não sabe e não tem contingência para preencher os cargos, se orienta nos ulyssistas. No grupo de Merisio, acenderam a chama milagrosa.



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