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JR diz que é Chapecó; Processo municipal começa; Rio Negrinho na disputa; Biasus e Callfass no jogo; Blumenau contra PSL?; Os desafios para 2020

Por: Marcos Schettini
09/11/2018 10:17

Desafios de quem venceu e quem perdeu

Para todos os que perderam as eleições ao governo, também ao Senado, o mapa é doloroso, mas não impossível. Como Carlos Moisés tem dois anos de mandato antes do pleito municipal, muita coisa estranha, como sua chegada ao governo, vai acontecer. Em Tubarão terá que dizer o que deseja. Em repeteco, pode eleger qualquer um do seu partido. Se tudo de certo, vai investir em Chapecó com Carol De Toni. Em Xanxerê, Merisio precisa dizer o que quer. Blumenau o desafio é triplo. O deputado Alba chama os três mosqueteiros para a esgrima eleitoral. Como saíram de cabeça baixa, fala alto. Se a tese do terremoto ora sentido segue para as ilhas municipais, não vai ficar pedra sobre pedra.


Então

João Rodrigues estranha que o prefeito de Chapecó tenha rompido com sua liderança. Afirma que ajudou Gigante a chegar à prefeitura e que continua afinado com a cidade que administrou. Mas Buligon não contestou.

Mais

O prefeito não é alinhado com os ideais de João Rodrigues há tempos. A candidatura de Gigante só foi consolidada pelas mãos de Gelson Merisio. Como vê assim, o chefe municipal de Chapecó só afina nesta gratidão.

Entendimento

O deputado federal nega que Gigante Buligon tenha se distanciado, mas no raciocínio feito por este Satélite, não houve qualquer contestação por parte do prefeito. Ao contrário, silenciou-se carimbando a tese.

Rumo

Gigante Buligon segue suas orientações escutando também seus mais próximos. Vai fazer como Udo Döhler que, levado por LHS, fez sua vida pública andar do mesmo jeito com o desaparecimento do amigo.

Acabou

As figuras próximas a João Rodrigues seguem-no e, os de Gigante, no mesmo peso. Agora é cada um para seu lado. Se as consequências destas decisões tiverem pesos futuros, saberão suportar. Cada escolha, uma renúncia.

Movimento

Em Rio Negrinho a disputa municipal será medida entre o prefeito Júlio Ronconi e Mauro Mariani novamente. Como perdeu a eleição em 2016 na terra onde administrou, e agora ficando fora do 2° turno ao governo, o deputado arregaça as mangas.

Construção

Júlio Ronconi venceu a eleição do ulyssista Alcides Grohskopf com quase 4400 votos de diferença. O tucano Denilson da Cruz fez perto de 1200 votos. Como em 2018 saíram coligados na disputa ao governo, Alcides quer o PSDB para uma composição em 2020.

Desgaste

Como olhava na eleição de Merisio uma alavanca em busca da reeleição em 2020, o prefeito de Rio Negrinho olha os números do 1° e 2° turno ao governo para entender o jogo. Moisés fez 76,29% e GM 23,71%. Este resultado assusta o desafio municipal.

Perigo

Na terra de nascimento político de Gelson Merisio, o PSL contou com a participação de um membro da família Badotti que, apostado, pode nascer um novo quadro. Mas a disputa forte mesmo está em Adenilso Biasus que em 2016 não chegou por 12 votos.

Quadro

A aposta do MDB é na força de Adenilso e seu poder de costura. Como o PSDB apoiou os ulyssistas nas últimas municipais, o cenário cai no atual secretário de Desenvolvimento de SC. No 2° turno Moisés levou por 300 votos. No 1° turno ficou em 4° lugar.

Atitude

Embora aquela carta com assinatura de quadros importantes de Xanxerê defendendo a vitória de Gelson Merisio tivesse sido elaborada, a movimentação forte do MDB foi de derrotar. Não importando os interesses regionais. E conseguiram.

Também

O projeto de mudança que marca Xanxerê é um grande desafio para Gelson Merisio. Por questão de honra, vai ter que mostrar a força que a eleição estadual engoliu. Um dos nomes que surge para enfrentar Adenilso é do delegado Fernando Callfass.



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