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Memórias do Campo | O fim do período eleitoral

Por: Luiz Dalla Libera
14/11/2018 14:48

Estamos chegando no final das eleições de 2018. Não quero elogiar ou criticar os eleitos no Estado e no Brasil. Repito novamente, não sou político e não há nenhum deles na minha casa. Lá, somos quatro eleitores e todos temos liberdade soberana e livre. Cada um vota em quem quer, apenas penso em escolher o melhor e nós respeitamos muito a política.

Como escrevo colunas, tinha pensando em encerrar as colunas de política das eleições de 2018, mas como vi nas eleições obrigatórias, nas rádios e televisão em setembro, e outubro, nós não conseguimos nos calar diante de algumas falcatruas. O nosso candidato da nossa Santa e Bela Catarina. A Barriga Verde? O vizinho gaúcho, lá seria que o que aconteceu na maioria da população ou Rio Grande do Sul.

Mas há violências bárbaras sim, mas não geral nos Estados, isso acontece em áreas parciais, principalmente no Estado vizinho, o Rio Grande do Sul. Nós não ouvimos a propaganda política, eu acompanho muito as notícias na Rádio Gaúcha de Porto Alegre. Há muita violências e assaltos, sim, mas não no geral. Não podemos incluir e abranger todo o Estado, isso acontece mais na Grande Porto Alegre e arredores, como se houve as notícias pela Rádio Gaúcha. Em Erechim (RS), por exemplo, no quesito de violência, é mais calmo do que em Chapecó.

Há quinze anos, um candidato à Presidência criticava a Administração Pública Municipal, por falta de segurança pública, em especial do eleito e acabou ficando do mesmo jeito. É bem diferente do nosso pais, na época de nossos avós e pais, nos estados do Rio de Janeiro e da região de Chapecó.

Um candidato disse que Santa Catarina era o melhor do Estado do Brasil. Estou com a memória boa. Desde a década de 1950, em 1954 até 2016, foram 62 anos, menos 21 anos da Ditadura Militar, sobra 42 anos. O Brasil foi governado por presidentes civis, em 1954, Getúlio Vargas se suicidou e em 2016, houve o impeachment da Dilma Rousseff. Nesses 42 anos, foram seis ex-presidentes, que em média, governaram 50% dos seus mandatos. Não conheci a campanha e as promessas de Getúlio Vargas, mas outros cinco conheci muito bem, foram bem semelhantes com aparência dos dois do segundo turno de 2018.

Nunca vi uma campanha combativa de presidente igual ao segundo turno de 2018. Mesmo quem venceu, mas não se respeitaram no período de campanha. Então, tomara que se respeitem na administração e na vida de cada um. Igual a muitos anos nos EUA, quando após a morte de Kennedy, que morreu por rixas políticas.


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