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Espelho Político | Catarinense pode ser presidente do Senado; Não eleitos temem o ostracismo; Recursos para a saúde de Xanxerê; Ra Renan é pedra no sapato de Bolsonaro

Por: Weliton G. Lins
14/11/2018 17:02 - Atualizado em 14/11/2018 17:02

Planejamento

Derrotados nas urnas esse ano, partidos e políticos tradicionais, já pensam em como se reinventar, depois da surra que muitos deles levaram no dia 7 de outubro, quando em primeiro turno, surpresas apareceram e deixaram todos preocupados. Como o tempo de validade do sistema político atual é curto, mexem-se. O planejamento, já iniciado, traz consigo a vontade de não ficar no ostracismo, ou até mesmo ir paro anonimato.

Isolamento

Com quase tudo errado, e praticamente nada certo, várias figuras da política catarinense, simplesmente foram tiradas do álbum pelo eleitor, que cansado do velho, resolveu apostar no novo. A renovação é um grito que a população deu, para ser escutada, atendida, assistida.

Preocupado

Jair Bolsonaro está preocupado com seu futuro governo. Normal. Sabe que tem inúmeros desafios pela frente, e todos estão na expectativa para, ao vê-lo acertar, aplaudir, mas da mesma forma, se vê-lo errar, vaiá-lo. É do jogo, faz parte da vida pública. O ainda deputado, futuro presidente, sabe bem disso, teve quase trinta anos para aprender.

Relacionamento

A principal preocupação de Bolsonaro é com o seu relacionamento com o Congresso Nacional. Na Câmara dos Deputados, a facilidade para um entendimento, acaba sendo teoricamente mais fácil. Bolsonaro se dá bem com Rodrigo Maia, atual presidente, que deseja ser reeleito, mas não é o favorito do capitão. Mesmo assim, Maia tenta se aproximar. O deputado do Rio de Janeiro, mesmo Estado do presidente eleito, tem em Onyx Lorenzoni, futuro ministro-chefe da Casa Civil, o colega de partido. Amigo, nem tanto.

Tentativa frustrada

A tentativa de Rodrigo Maia de tratar com Bolsonaro, questões do próximo governo, mais pareceu frustrada, do que concreta. Uma aproximação muito aquém do que Rodrigo quer, e do jeito que Bolsonaro deseja, curta. Bolsonaro não tem o que conversar com Rodrigo Maia, se o presidente da câmara dos deputados no ano que vem, pode ser outro.

Pedra no sapato

Já no Senado Federal, a situação é um pouco mais incômoda. Com nomes como Renan Calheiros, Fernando Collor, Tasso Jereissati, José Serra e outros tantos, velhas raposas da política brasileira, Bolsonaro tem seus dias tranquilos de sono diminuídos. Ambos prometem incomodar. Renan quer a presidência do senado outra vez. Collor quer o protagonismo pra si, Tasso já conhecido tem o jeito do antigo, e José Serra é o velho PSDB representado.

Muy amigo

Contando com os novos senadores que assumirão uma cadeira a partir de 2019, Bolsonaro tem em um catarinense, uma opção para a presidência do senado. Espiridião Amin, amigo de longa data do presidente eleito, pode chegar, aonde Luiz Henrique da Silveira não chegou. Disputando contra o mesmo Renan Calheiros, que na última disputa que Luiz Henrique participou antes de morrer, o derrotou, Espiridião se vencer, pode fazer história.

Recursos para Xanxerê

Reunido com o deputado federal João Paulo Kleinübing em Florianópolis, o vereador Natham Moreira, recebeu do parlamentar a confirmação de uma emenda para a saúde de Xanxerê. Em contato com o Espelho, o vereador falou da reunião que teve com o presidente do seu partido em Santa Catarina, os desafios do seu mandato de vereador em Xanxerê, e as especulações em relação ao futuro de ambos. Feliz pelo recurso garantido, o vereador reafirmou seu desejo de trabalhar pela comunidade xanxerense. O Espelho parabeniza,


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