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Cifra Econômica | CNH vai sofrer mudança, inflação e reforma trabalhista

Por: Daniel Ribeiro
22/12/2016 09:28 - Atualizado em 10/07/2020 11:20

CNH vai sofrer mudança

A mudança é para atender às novas regras do Contran. Segundo informações publicadas no site, a principal alteração é a troca da tinta azul esverdeada da tarja do documento, localizada acima da foto de identificação, para a cor preta. Outra mudança é que no canto superior esquerdo, sob o Brasão da República, a imagem do mapa brasileiro vai ser impressa com uma tinta especial de segurança, evitando falsificação do documento.

Os números do documento poderão ser conferidos com luz ultravioleta e ele inteiro ficará amarelado na nova versão. Além disso, ele vai conter Brasões da República impressos que só poderão ser vistos com luz negra, tal como a holografia da sigla “CNH”, na parte superior. Duas novas informações estarão descritas no documento: o Registro nacional e Número do Espelho da CNH e o número de formulário do Renach (Registro Nacional de Condutores Habilitados).

Segundo o Detran, não será necessário trocar as CNHs atuais que ainda estão no prazo de validade; somente as carteiras solicitadas a partir de janeiro virão com o novo desenho.

Prévia da inflação

O índice de Preços ao Consumidor - Amplo 15 (IPCA-15), considerado uma prévia da inflação oficial, perdeu força de novembro para dezembro, ao passar de 0,26% para 0,19%, segundo informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (21). Foi o menor IPCA-15 para os meses de dezembro desde 1998, quando registrou 0,13%. O IPCA-15 fechou o ano em 6,58%.

Em dezembro do ano passado, o Índice de Preços ao Consumidor - Amplo 15 havia ficado em 1,18%.

Reforma trabalhista

O presidente Michel Temer disse que deverá apresentar a reforma trabalhista ao Congresso e aos contribuintes em janeiro do ano que vem. A previsão foi divulgada em entrevista coletiva nesta quarta-feira, de acordo com a mídia.

Temer falou novamente sobre a proposta de priorizar acordos acima da legislação da CLT, mas não entrou em detalhes sobre a chamada jornada móvel e a contratação por horas trabalhadas. Esses pontos vêm sendo criticados por associações e organizações sociais.

De acordo com o presidente, as negociações têm avançado e devem refletir “praticamente” um “comum acordo entre centrais sindicais e empresários”. O governo fala nessas mudanças como forma de estimular a economia, e deve apresenta-las como uma reforma do Programa de Proteção ao Emprego, criado pelo governo Dilma.


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